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Detran-PR alerta sobre golpe de falsos leilões de veículos

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O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) alerta para a existência de um site fraudulento, detranprgov.org, que se faz passar pelo órgão para aplicar golpes. Esse site, que simula leilões de veículos, não tem nenhum vínculo com o Detran-PR e não é a plataforma oficial do Departamento.

“É importante ressaltar que o Detran-PR não realiza leilões online. Os leilões são organizados exclusivamente por leiloeiros públicos oficiais, que sempre estarão devidamente identificados nos editais publicados no portal oficial do Detran-PR”, alerta o diretor-presidente do órgão, Adriano Furtado.

  • Foram recebidos diversos chamados pela Ouvidoria e denúncias nos canais de atendimento do Detran-PR, nos quais as vítimas relataram o golpe. Os boletos, os certificados de arrematação e o próprio site utilizam indevidamente o nome e a logo do Detran-PR para enganar os usuários. Adriano Furtado reitera a importância de acessar sempre os canais oficiais para evitar fraudes.

“Participei de um leilão de veículos e caminhões em um site acreditando ser uma plataforma oficial do Detran-PR. Efetuei os pagamentos, mas logo descobri que o site era falso. Eles usaram a logo do Detran-PR e do Governo para me enganar. Agora, vou registrar um boletim de ocorrência para evitar que outras pessoas caiam no mesmo golpe”, relatou uma vítima do leilão falso em uma das mensagens que chegaram ao Detran-PR.

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Canais oficiais do Detran-PR:

www.detran.pr.gov.br

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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