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Exército recupera últimas pistolas que haviam desaparecido de arsenal, no Paraná

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Exército recuperou as últimas quatro pistolas que haviam desaparecido do arsenal do 33º Batalhão de Infantaria Mecanizada. Os armamentos foram encontrados na zona rural de Santo Antônio do Sudoeste, no Sudoeste do Paraná, no fim da noite desta quarta-feira (20).

A informação foi confirmada pela 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada, por meio de nota. Outras cinco pistolas Beretta, calibre 9 mm, também furtadas, já haviam sido localizadas.

Conforme o Exército, as últimas pistolas desaparecidas foram encontradas após uma denúncia anônima, com apoio da Polícia Militar.

As pistolas estavam em uma área desabitada da zona rural de Santo Antônio do Sudoeste, cidade que faz divisa com a Argentina. Ninguém foi preso na ação.

Armas desaparecem de arsenal do Exército em Cascavel

As armas de uso restrito das forças armadas sumiram de uma sala com acesso restrito do quartel em Cascavel no último final de semana. A ausência delas foi notada durante a contagem do arsenal, no último domingo (17).

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Desde então, uma grande força-tarefa foi mobilizada para recuperar as armas, com quase 1.500 militares, além de equipes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e Polícia Civil.

Bloqueios também foram montados em rodovias no entorno de Cascavel, com a revista de veículos.

Na noite de terça-feira (19), as primeiras cinco pistolas foram recuperadas – quatro delas estavam na cidade de Espigão Alto do Iguaçu, na noite desta terça-feira (19). Um homem foi preso em flagrante e revelou a localização do quinto armamento, que estava uma área de mata em Quedas do Iguaçu.

Os militares do 33º Batalhão de Infantaria Mecanizada do Exército foram aquartelados durante o sumiço das armas, protocolo que impede a saída deles do quartel até que a ocorrência seja totalmente esclarecida.

sumiço armas Exército Cascavel
Foto: Reprodução/Instagram/33º BI MEC

O Exército busca, agora, esclarecer como as armas sumiram do arsenal em Cascavel e quem as furtou. O caso é apurado por meio de Inquérito Policial Militar, em sigilo.

“A 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada reitera que o episódio é inaceitável e cumpre com seu
compromisso de sanar o caso, demonstrando seu comprometimento e responsabilidade com a sociedade brasileira”, afirma o Exército.

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FONTE PARANÁ PORTAL

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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