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Governador entrega 58 carros para fortalecer a saúde na região de Campo Mourão

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Frota vai auxiliar no atendimento voltado para a saúde domiciliar, especialmente para os cuidados com os sequelados pela Covid-19. Investimento do Estado é de R$ 2 milhões.

Os 25 municípios que integram a 11ª Regional de Saúde do Paraná receberam 58 novos veículos para serem utilizados pela Estratégia da Saúde da Família (ESF). O investimento do Governo do Estado é de R$ 2 milhões. A entrega foi feita pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, nesta sexta-feira (17), durante visita a Campo Mourão, na região Centro-Oeste, no mesmo ato em que autorizou a construção de uma unidade do condomínio do idoso no município.
A frota é formada por automóveis Gol zero km, motor 1.0, com ar-condicionado, direção hidráulica e quatro portas que vão auxiliar no atendimento voltado para a saúde domiciliar, especialmente para os cuidados com os sequelados pela Covid-19.

 

“Estamos resgatando como política de Estado os programas de assistência à família, de saúde para a família. Algo que era muito comum na década de 1990, mas que infelizmente foi diminuindo com o tempo. Queremos, com isso, com um atendimento personalizado, cuidar especialmente dos idosos e daqueles que ficaram sequelados pela Covid-19”, afirmou Ratinho Junior.

“É a maior compra de carros da história da Secretaria da Saúde, para beneficiar principalmente aquelas pessoas que mais precisam”, complementou o governador.
A entrega faz parte de um lote de 1.211 veículos destinados aos 399 municípios do Paraná. Cada equipamento custa R$ 34,5 mil. O investimento total do Governo do Estado é de R$ 41 milhões.

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“Esses carros vão permitir que a saúde chegue mais perto das pessoas, entre na casa das pessoas, confirmando o olhar social do governo Ratinho Junior. Com os veículos, poderemos fazer cerca de 1,5 milhão de visitas por ano”, comentou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
“E, claro, neste momento, intensificar os cuidados com aqueles que se curaram da doença, mas ainda apresentam alguma sequela por causa da Covid-19”, completou.
Já foram realizadas 18 entregas em todo o Estado, somando 863 automóveis. A nova frota já está à disposição das Regionais de Saúde de Francisco Beltrão, Paranaguá, Maringá, Foz do Iguaçu, União da Vitória, Metropolitana, Jacarezinho, Cornélio Procópio, Pato Branco, Guarapuava, Cianorte, Toledo e Ivaiporã.
MUNICÍPIOS – Os automóveis são doados de maneira definitiva para os municípios. A divisão é realizada de acordo com o número de equipes da Saúde da Família em cada município.

Para a 11ª Regional os veículos serão direcionados para Altamira do Paraná (1), Araruna (2), Barbosa Ferraz (3), Boa Esperança (1), Campina da Lagoa (3), Campo Mourão (11), Corumbataí do Sul (1), Engenheiro Beltrão (3), Farol (1), Fênix (1), Goioerê (4), Iretama (2), Janiópolis (1), Juranda (2), Luiziana (2), Mamborê (2), Moreira Sales (2), Nova Cantu (1), Peabiru (2), Quarto Centenário (1), Quinta do Sol (1), Rancho Alegre d’Oeste (1), Roncador (2), Terra Boa (4) e Ubiratã (4).

“Sou um prefeito de quarta viagem e posso garantir que nós nunca tivemos tantos recursos do Governo do Estado como agora. São investimentos como esse de saúde que buscam melhorar a vida da população”, disse o prefeito de Campo Mourão, Tauillo Tezeli.

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PRESENÇAS – Participaram do evento o diretor-geral da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas, Lúcio Tasso; o chefe regional da Seab em Campo Mourão, João Ricardo Rissardo; o chefe da 11ª Regional de Saúde, Eurivelton Wagner Siqueira; o prefeito de Araruna e presidente da Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão (Comcam), Leandro Oliveira; a vice-prefeita de Campo Mourão, Fátima Nunes; o presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Jadir Pepita; os deputados estaduais Alexandre Curi e Douglas Fabrício, além de lideranças políticas e empresariais da região.

 

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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