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Governo amplia Luz Fraterna para ajudar mais paranaenses de baixa renda

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O Governo do Estado ampliou em 35% o valor destinado para o programa Luz Fraterna em 2021. O orçamento do benefício que garante subsídio na tarifa de energia elétrica para famílias de baixa renda passará de R$ 34,5 milhões para R$ 46,5 milhões.

É o maior investimento da história no projeto social, gerido pela Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho em parceria com cinco companhias elétricas. A estimativa é que possa atender 170 mil famílias mensalmente, um acréscimo de 7,6% em relação ao ano passado, quando 158 mil famílias foram beneficiadas.

 

“Reforça o olhar social do Estado, a preocupação com as pessoas que mais necessitam de apoio. Em muitos casos, não precisar pagar a conta de luz significa uma folga no orçamento familiar. Recurso que pode ser destinado para melhorar a alimentação, por exemplo”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Ainda mais em um período de pandemia, em que muitas famílias perderam renda”.

Suporte que faz toda a diferença na vida da dona de casa Leidi Bagio, de 38 anos, moradora de Prudentópolis, no Centro-Sul do Paraná. Recém-divorciada, ela conta que alugou uma casa na periferia da cidade há três meses. Vive das economias passadas enquanto não encontra nova ocupação com carteira assinada. E aí não ter de pagar a tarifa de energia elétrica faz toda a diferença.

“É um programa ótimo, uma ajuda que me permite comprar comida para o meu filho, já que o mercado anda tão caro. A gente procura fazer de tudo para não deixar faltar nada para ele”, diz ela, que divide o espaço de pouco mais de 30 metros quadrados, ainda em fase de construção, com o filho de cinco anos.

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HISTÓRIA FAMILIAR – O enredo da dona de casa de Prudentópolis é compartilhado por um sem número de famílias espalhadas pelo Paraná. O Programa Luz Fraterna tem em suas fileiras muitas mulheres separadas que chefiam famílias com crianças pequenas.

 

Vizinha de rua de Leidi, no loteamento Vila Municipal, Marli Aparecida de Souza, de 42 anos, ganha a vida cuidando das crianças da vizinhança. Clientela que diminuiu consideravelmente com o home office e desemprego que vieram a reboque do coronavírus. “O dinheiro que não gasto com a luz serve para o meu sustento. Sou sozinha com três filhos, de 19, 15 e 4 anos, para cuidar”, conta.

Em União da Vitória, no Sul do Estado, o Luz Fraterna é o apoio das cunhadas e donas de casa Daiane Ferreira Mathias dos Santos, 33 anos, e Salete Terezinha Tremba, 51 anos. Uma influenciou a outra a correr atrás do benefício. Dinheiro poupado que se transforma em um muro novo, utensílio mais moderno para a cozinha ou mesmo como poupança para períodos de vacas magras quando a venda de crochês fica fraca.

“É um gasto a menos que me ajuda a comprar produtos de higiene”, ressalta Daiane, mãe de duas filhas, de 14 e 2 anos. “Se não fosse o programa teria de pagar em torno de R$ 100 por mês de luz. Faria como?”, completa Salete, também responsável por duas meninas, de 16 e 7 anos.

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O acanhado bairro São Braz, em União da Vitória, é um polo do programa. Uma caminhada pelas apertadas ruas do bairro basta para florescer testemunhos de agradecimento ao projeto estadual.

Floraci Aparecida Bueno de Oliveira é diarista e muitas vezes conta apenas com a aposentadoria da mãe para tocar a casa e cuidar dos dois filhos. “É um alívio ver a fatura zerada”, diz.

A duas casas dali, a dona de casa Mariangela Sabrina dos Santos Alves, 30 anos, mora com o marido, duas crianças e um filhote de pitbull pouco simpático a visitas inesperadas. Gastava em média R$ 100 de luz antes de aderir ao programa, há uns cinco anos, estima. “Vale muito a pena. É o leite para os meus filhos”, ressalta.

Aparecida Cândido Ramos, 45 anos, moradora da Vila Mauá, em Colombo, é beneficiária há 4 anos do Luz Fraterna. Para ela essa ajuda do governo faz toda a diferença. “É muito importante para gente que tem uma condição abaixo do normal receber essa ajuda, principalmente na hora de pagar outras contas”.

Já a moradora de Piraquara, Catarina de França, 59 anos, que recebe o benefício há 8 anos, ressaltou a importância de ter uma economia na conta de luz. “Essa economia na conta de luz representa muita coisa, pois aqui já pagamos aluguel, então com essa ajuda aproveitamos para comprar mais alimentos aqui para casa”.

Fonte: Bem Paraná

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Projeto do Sicredi doa mais de 500 lençóis à Santa Casa de Ubiratã

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A Santa Casa de Ubiratã (PR) recebeu mais 250 lençóis por meio de uma nova etapa do projeto Abraço em Forma de Lençol, liderado pelo Comitê Mulher com apoio do Comitê Jovem e da agência Sicredi do município. Com a entrega, a mobilização ultrapassa a marca de 500 peças destinadas ao hospital neste ano.

A ideia surgiu a partir de uma necessidade recorrente enfrentada por hospitais. As lavagens frequentes em altas temperaturas, essenciais para garantir a higiene e a segurança dos pacientes, aceleram o desgaste dos lençóis e tornam necessária a reposição periódica desse material. Para contribuir com essa realidade, voluntários uniram esforços na arrecadação de recursos e na confecção das peças. O engajamento coletivo permitiu atender uma demanda da Santa Casa e fortalecer os laços de cooperação e solidariedade.

O gerente da agência Sicredi de Ubiratã (PR), Maikon Messias, destaca o comprometimento dos participantes e a continuidade da mobilização. “Esta é a segunda etapa do projeto e, mais uma vez, os integrantes dos comitês demonstraram sensibilidade às necessidades da comunidade. Cada contribuição foi importante para alcançarmos esse resultado. Saber que esses lençóis vão proporcionar mais conforto aos pacientes da Santa Casa é motivo de satisfação para todos que participaram da ação”.

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Representante da Santa Casa, José Sebastião agradeceu a doação e ressaltou sua importância para o dia a dia do hospital. Segundo ele, os novos lençóis contribuirão para oferecer mais conforto aos pacientes e auxiliarão no atendimento das necessidades da entidade.

Valores de cooperação, voluntariado e cuidado com as pessoas

O Comitê Mulher tem como propósito fortalecer a liderança feminina, incentivar o protagonismo das mulheres nos espaços de decisão da cooperativa e contribuir para o desenvolvimento das comunidades. Já o Comitê Jovem estimula a participação dos jovens no cooperativismo, prepara futuras lideranças e incentiva o engajamento em iniciativas voltadas ao desenvolvimento regional.

A ação está em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente os relacionados à saúde e bem-Estar (ODS 3) e a parcerias e meios de implementação (ODS 17), ao apoiar uma instituição de saúde por meio da mobilização da comunidade.

Sobre o Sicredi  
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.
Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP
A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 98 cooperativas do Sicredi, está presente em 43 municípios do Paraná e em 8 municípios de São Paulo, incluindo a capital paulista e o Grande ABC. A cooperativa conta com 37 anos de história, 102 agências e mais de 300 mil associados (www.sicredi.com.br/coop/vale-piquiri/). 

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Patricia Monte/ Assessora de Comunicação e Marketing

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