NOTÍCIAS DO PARANÁ

Grave acidente na BR 277 deixa bebê morto e vítimas em estado grave

Publicados

em

Grave acidente na BR 277 deixou um bebê de 40 dias morto e outras vítimas em estado grave no trevo de acesso a Santa Tereza do Oeste, na manhã desta quarta-feira (10). Conforme informado à reportagem, o caminhão carregado com frangos seguia na rodovia sentido a Cascavel, quando se envolveu em batida com o Fiesta que saia de Santa Tereza do Oeste e atravessava a rodovia.

A lateral do carro, do lado do motorista, ficou destruída com a força do impacto. O condutor do veículo de carga conversou com a reportagem e disse que não deu tempo de evitar a batida. No veículo estava uma família. Um bebê não resistiu aos ferimentos e morreu no interior da ambulância. Já os outros ocupantes sofreram lesões graves e foram encaminhadas à unidade hospitalar.

Não foi informado à reportagem, as idades das vítimas, os ferimentos e os hospitais para que foram levadas. O motorista do caminhão não sofreu ferimentos. Ele realizou o teste do etilômetro com resultado negativo para a ingestão de álcool. Atenderam a ocorrência duas ambulâncias do Siate, uma do Samu, além do Médico, Oficial de Área, caminhão ABTR (Auto Bomba Tanque e Resgate) do Corpo de Bombeiros e a PRF (Polícia Rodoviária Federal). A BR 277 ficou interditada para o atendimento da ocorrência. Fonte: Catve.com

Leia Também:  Polícia Rodoviária registra queda de 63% no número de mortes nas estradas na operação Ano-Novo
Propaganda

NOTÍCIAS DO PARANÁ

Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

Publicados

em

Por

O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

Leia Também:  Ladrão rouba fiação e deixa bombeiros de Goioerê sem telefone

“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

Leia Também:  Super Terça Verde dos Supermercados Paschoal. Confira as Ofertas!

Fonte: ALEP

Continue lendo

QUARTO CENTENÁRIO

PARANÁ

POLICIAL

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA