NOTÍCIAS DO PARANÁ
IPVA 2024 no Paraná: Consulta e Prazos de Pagamento Disponíveis
O IPVA referente ao ano de 2024 já pode ser consultado pelos proprietários de veículos no estado do Paraná. A Receita Estadual projeta uma arrecadação total de R$ 6,2 bilhões com o tributo.
Diferentemente dos anos anteriores, os boletos do IPVA não serão enviados pelos Correios. A consulta deve ser feita exclusivamente por meio da página da Secretaria de Estado da Fazenda, acessível aqui. Para visualizar as informações, é necessário preencher o Renavam e o código de dígitos solicitado.Confira abaixo os prazos de pagamento à vista com desconto de 6%, de acordo com o final das placas:
- Placas com final 1 e 2: 17/01/2024;
- Placas com final 3 e 4: 18/01/2024;
- Placas com final 5 e 6: 19/01/2024;
- Placas com final 7 e 8: 22/01/2024;
- Placas com final 9 e 0: 23/01/2024.
Já para o pagamento parcelado em até cinco vezes, os prazos são os seguintes:
- Placas com final 1 e 2: 17/01, 19/02, 18/03, 17/04, 17/05;
- Placas com final 3 e 4: 18/01, 20/02, 19/03, 18/04, 20/05;
- Placas com final 5 e 6: 19/01, 21/02, 20/03, 19/04, 21/05;
- Placas com final 7 e 8: 22/01, 22/02, 21/03, 22/04, 22/05;
- Placas com final 9 e 0: 23/01, 23/02, 22/03, 23/04, 23/05.
Isenção do IPVA 2024
Em 2024, novos modelos antigos de carros entram na lista de isentos do IPVA no Paraná. Proprietários de veículos fabricados há mais de 20 anos estão dispensados do pagamento do tributo. Além disso, há isenções específicas para determinadas categorias, como veículos de pessoas com deficiência, transporte escolar, táxis, resgate e combate a incêndio. Cada Estado tem autonomia para definir suas próprias regras de isenção.
Informações: CATVE
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios
O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.
Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.
Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.
Novo Pacto Federativo
Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.
Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.
Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.
Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.
PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado
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