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Motorista morre após caminhão de cerveja cair em rio no Paraná

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Um grave acidente resultou na morte de um caminhoneiro nesta segunda-feira (12) na BR-376, na região de Imbaú, na região de Ponta Grossa. O sinistro envolveu um caminhão que tracionava um semirreboque carregado com latas de cerveja, na altura do quilômetro 386.

Conforme informações preliminares da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que ainda está em atendimento no local, o motorista perdeu o controle da direção, fazendo com que o veículo saísse da pista. Na sequência, o caminhão capotou e caiu dentro do Rio Charqueada, que corta a rodovia naquele trecho.

O impacto foi violento e a cabine do caminhão ficou parcialmente submersa. Infelizmente, o condutor não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O corpo da vítima encontra-se preso às ferragens, que estão debaixo d’água, o que deve dificultar o trabalho de resgate das equipes de socorro.

CARGA E TRÂNSITO – A carga de cerveja foi praticamente destruída, com parte da mercadoria espalhada nas margens e outra parte dentro do rio. Parte da carga foi saqueada e 15 pessoas foram encaminhadas para a Delegacia, sendo 12 homens e três mulheres.

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Devido à complexidade do atendimento e à presença das viaturas de emergência, uma das faixas da rodovia precisou ser interditada. A PRF alerta que o tráfego no local é lento, exigindo cautela dos motoristas que passam pela região, embora não haja registro de grandes filas de congestionamento até o momento. (tn online).

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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