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Entre candidatos do PSD, Ratinho Junior está melhor colocado, segundo Datafolha

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Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado mostrou que os pré-candidatos do PSD não representam ameaça à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como alternativas para os eleitores de direita.

A pesquisa de intenção de votos apresentou aos entrevistados cenários variados, nos quais foram trocados os candidatos do PSD. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio ficam sempre na liderança, com pequena diferença de votos em todas as alternativas.

O governador do Paraná, Ratinho Júnior, porém, aparece como o mais bem colocado entre os três pessedistas. Na versão da pesquisa em que, além de Lula, Flávio e Ratinho, foram incluídos o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo); o fundador do MBL, Renan Santos (Missão); e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Aldo Rebelo (DC).

Nessa hipótese, Lula teria 39% enquanto Flávio ficaria com 34% no primeiro turno. Ratinho teria 7%, Zema 4%, Leite e Renan 3% e Rebelo, 2%.

Numa versão do levantamento que inclui o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, a intenção de voto ao candidato pedessista é bem menor. Cai para 3%.

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Em seu discurso mais recente, Leite disse estar pronto para “liderar o projeto da despolarização”.

Já com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, há pouca diferença para cima no resultado, de 4% de intenção de votos. Apesar de a filiação de Caiado ao PSD ter sido anunciada há mais de um mês, o governador não efetivou a migração para o partido, o que dá força à percepção de que ele quer ter alternativas caso não seja escolhido como nome à Presidência da sigla.

O Datafolha ouviu 2.004 eleitores em 137 municípios de terça-feira (3) a quinta-feira (5). Com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, o levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-03715/2026. (Com Estadão e Datafolha).

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MP-PR investiga sistema de pedágio free flow no Paraná

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O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSD) informou nesta quinta-feira (16) que o Ministério Público do Paraná (MP-PR) instaurou procedimento administrativo para apurar possíveis irregularidades no sistema de pedágio eletrônico free flow.

“Essa decisão ocorre após uma atuação firme e incansável de um grupo de deputados sobre esse tema. Encaminhei ao MP-PR um amplo conjunto de documentos apontando problemas no modelo adotado nas rodovias do Paraná”, afirmou.

Entre os principais pontos apresentados por Romanelli estão cobranças indevidas, dificuldades no pagamento, falta de informação ao usuário e erros na classificação de veículos. “Com a abertura do procedimento, essas situações passam a ser oficialmente investigadas”, pontuou.

“Vamos garantir justiça ao usuário, transparência na cobrança e respeito à lei, que prevê pagamento proporcional ao trecho percorrido”, completou.

Gepatria
Romanelli destacou que levou ao MP elementos robustos que indicam ausência de interesse público nas medidas adotadas pelas concessionárias.

“O procurador-geral de Justiça do Paraná, Francisco Zanicotti, instaurou, com base na representação encaminhada ao Gepatria, procedimento administrativo para acompanhar a execução dos contratos com as concessionárias, envolvendo rodovias federais e estaduais, no que se refere à implementação do sistema free flow”, disse.

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O Gepatria é o Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa.

“Agora, o Ministério Público do Paraná atuará também em parceria com o Ministério Público Federal para garantir que tudo seja feito de acordo com o interesse público, que os contratos sejam cumpridos e que a população não seja penalizada injustamente”, afirmou.

O deputado também criticou o modelo adotado. “As pessoas não podem ser penalizadas por não terem condições operacionais de pagar o pedágio. No Lote 6 houve aditivo contratual, e no outro lote há praça física obrigatória, mas, por interesse das concessionárias, busca-se substituir tudo por cobrança eletrônica”, completou.

Cobrança ilegal

Romanelli e um grupo de 26 deputados ingressaram com duas ações populares na Justiça Federal, em Brasília, questionando as cobranças pelo sistema free flow no Lote 4 (627 km, nas regiões Norte e Noroeste) e no Lote 6 (662 km, nas regiões Sudoeste e Oeste).

Ainda em abril, o presidente da ANTT, Guilherme Sampaio, informou ao deputado que a agência não autorizou a instalação de pórticos eletrônicos para cobrança de pedágio nas rodovias do Lote 4. Segundo ele, qualquer cobrança ou multa decorrente da falta de pagamento nesse lote é considerada ilegal.

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