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Médico de 34 anos morre por covid-19 no Paraná após três semanas internado

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médico Marcos Pety Sereja, de 34 anos, foi uma das 3.411 vítimas da covid-19 no Paraná. O cardiologista faleceu na noite desta quarta-feira (2) após ficar 26 dias internado no Hospital do Rocio, em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba.

“Guaratuba perde um de seus médicos, um de seus guerreiros na luta contra a pandemia, assim como perdeu um professor, perdeu empresários, perdeu pais e mães de família e por isso seu coração está enlutado. Ele fará muita falta, com seu olhar de menino, seu sorriso constante, sua humanidade no trato com os pacientes e equipe”, lamentou, em nota, a prefeitura.

O médico nasceu em Paranavaí, na região Noroeste do Paraná, e fez a graduação na Argentina. Com atuação na cardiologia, Marcos atuava no Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) da cidade. Antes, ele também atendeu nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e no Pronto Socorro.

Marcos Sereja foi diagnosticado com coronavírus no dia 7 de agosto e precisou ser internado após ter piora no quadro de saúde.

“Você cumpriu sua missão aqui na terra e com muito amor. Eu gostava muito de trabalhar com o Senhor. Que Deus te receba em um bom lugar, até um dia meu amigo”, publicou um amigo do médico nas redes sociais.

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“Infelizmente continuamos a perder para esse vírus, que muitos subestimam. Vai com Deus primo, com certeza foi um grande médico, filho e pai”, disse um familiar de Marcos.

MAIS DE 6 MIL PROFISSIONAIS DA SAÚDE JÁ CONTRAÍRAM COVID-19 NO PARANÁ

O CRM-PR (Conselho Regional de Medicina do Paraná) divulgou hoje (3) que Marcos Sereja foi o décimo médico que faleceu por complicações de covid-19 no Estado.

Conforme o último boletim da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde), são 65 mortes e 6.999 casos confirmados entre profissionais da Saúde.

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Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios

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O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.

Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.

Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.

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Novo Pacto Federativo

Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.

Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.

Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.

Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.

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PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado

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