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Paraná confirma 18 mortes e 1.349 casos novos de Covid-19, aponta boletim

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Paraná confirmou mais 18 mortes e 1.349 casos novos casos de Covid-19. O boletim do coronavírus foi atualizado na tarde desta quarta-feira (28) pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde).

Com os dados atualizados, o Paraná agora acumula 208.683 casos e 5.098 mortos por complicações da doença. Ontem (27), o Estado havia confirmado 23 mortes e 1.280 casos novos.

De acordo com a secretaria estadual, o Paraná tem 621 pacientes com Covid-19 internados em hospitais da rede pública ou privada. Destes, 294 ocupam leitos de UTI, enquanto 327 realizam o tratamento em vagas de enfermaria.

Além disso, outros 879 pacientes com quadros respiratórios seguem internados. Eles são considerados casos suspeitos porque não fizeram ou ainda aguardam o resultado dos exames para coronavírus.

A taxa de ocupação dos leitos de UTI do SUS exclusivos para Covid-19 caiu para 57%. O pior indicador vem da região leste, onde 78% das vagas estão indisponíveis.

O Paraná chega aos 208.683 casos de Covid-19 com uma taxa de letalidade de 2,4%.

De acordo com a Sesa, 160.340 pacientes foram liberados do tratamento e são considerados recuperados. O número representa 77% do total de infectados.

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CORONAVÍRUS NO PARANÁ

COVID-19: NOVAS MORTES

O boletim do coronavírus atualizado nesta quarta-feira (28) pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) incluiu 18 novas mortes aos registros oficiais da Covid-19 no Paraná. As vítimas eram 11 homens e sete mulheres, com idades entre 47 e 91 anos.

Os pacientes moravam em Foz do Iguaçu (3). Londrina (3), Maringá (3), Curitiba (2), Antonina, Paranaguá, Paranavaí, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Salto do Lontra e São José da Boa Vista.

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NOTÍCIAS DO PARANÁ

Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios

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O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.

Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.

Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.

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Novo Pacto Federativo

Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.

Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.

Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.

Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.

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PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado

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