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Paraná recebeu nova remessa com 220,9 mil vacinas contra Covid-19

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O Paraná recebeu  mais 220.960 vacinas contra a Covid-19. São 173.160 doses do imunizante produzido pela Pfizer/BioNTech e outras 47.800 da CoronaVac, da parceria Butantan/Sinovac, que darão continuidade à vacinação da população geral. Da CoronaVac, a metade é para D2 por causa do prazo de aplicação (três semanas).

O lote da Pfizer está previsto para chegar no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 13h20, vindo com o voo LA-4791. Já o voo LA-3236 com as doses da CoronaVac está programado para pousar no início da madrugada de sexta, às 00h20. Assim que chegarem ao Estado, os imunizantes serão recebidos e separados pelo Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), para serem distribuídos rapidamente entre as 22 Regionais de Saúde.

Até o momento, o Ministério da Saúde já entregou ao Estado cerca de 8 milhões de imunizantes, sendo que 6.208.590 doses já foram aplicadas nos paranaenses e parte está reservada para a segunda dose dos grupos já iniciados. Foram aplicadas 4.726.429 primeiras doses e 1.482.161 pessoas já estão completamente imunizadas com a segunda ou com a dose única.

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Esta última remessa do Ministério conta com um montante de 3.126.376 doses que serão distribuídas entre os estados, com 2.401.140 doses da Pfizer e 725.236 da CoronaVac. A pasta entregou, em todo o País, 134.843.306 doses, sendo que 76,2 milhões de pessoas já receberam pelo menos uma primeira dose de imunizante.

CALENDÁRIO

Segundo levantamento da Secretaria da Saúde, três em cada quatro cidades paranaenses já estão vacinando a população da faixa dos 40 anos contra a Covid-19. O calendário de vacinação estima que as pessoas com essa idade devem receber pelo menos a primeira dose ou a dose única até 18 de julho. O restante da população adulta será imunizada até o final de setembro.

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NOTÍCIAS DO PARANÁ

Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios

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O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.

Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.

Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.

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Novo Pacto Federativo

Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.

Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.

Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.

Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.

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PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado

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