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Polícia Civil alerta sobre agendamentos e emissão da Guia de Recolhimento para RG

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) alerta a população sobre cuidados no agendamento e emissão de Guia de Recolhimento (GRPR) para Carteira de Identidade. A população deve ficar atenta a sites falsos. O agendamento não possui nenhum custo a a emissão da 2ª via no atendimento presencial é gerada somente após o procedimento de coleta das impressões digitais e cadastramento dos documentos obrigatórios.

Na 2ª via fácil o requerente não precisa agendar para ir ao posto de atendimento, já que o documento pode ser requisitado pela internet. Neste caso, a guia é emitida após fazer todo o procedimento de cadastramento no site da PCPR.

A Polícia Civil informa que para agendamentos não são cobradas taxas. Entretanto, para a emissão da 2ª via o valor da guia emitida pelo site oficial é de R$ 38,30. Para a emissão da 1ª via não há cobrança.

É fundamental estar atento para não fazer o agendamento ou solicitar a emissão da 1ª ou 2ª via do documento em sites não oficiais. O agendamento deve ser exclusivamente pelo site da PCPR.

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As fraudes acontecem através de sites que dizem atuar como uma espécie de “despachante virtual”, que prometem facilidades para agendar serviços públicos sob cobrança de uma taxa. Entretanto, ao chegar a um posto de identificação, na data supostamente agendada, não existe nenhum horário marcado.

Vale ressaltar que estes sites não possuem nenhuma ligação com a PCPR. Não confie em qualquer outro site que prometa fazer o agendamento para emissão da 1ª ou 2ª via do documento.

Sites oficiais do Governo do Paraná apresentam na URL do site a terminação PR.GOV.BR. Portanto, para ter certeza se o site é oficial verifique a terminação no final do URL. Terminações .COM, .NET e .ORG. são de sites comerciais, e no caso do .ORG, é uma terminação para utilização sem restrições, mas é mais utilizado pelas organizações não governamentais.

Por fim, deve-se estar atento às informações das guias. As emitidas em nome do Estado do Paraná são destinadas ao Funesp (Fundo Especial de Segurança Pública). Já os boletos emitidos em sites não oficiais normalmente têm como beneficiários órgãos bancários ou de vendas na internet.

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Agência Estadual de Notícias

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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