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REGIÃO DE PONTA GROSSA – Jovem diz à Justiça que não quer tirar tornozeleira: “foi a melhor coisa na vida”

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Se tirar a tornozeleira, vou na casa da minha mãe incomodá-la e vou ser preso de novo” – explicou ao juizado, em Ponta Grossa; suspeito de violência doméstica estava em liberdade provisória.

Um suspeito, de 25 anos, monitorado eletronicamente pela Justiça, entrou em contato com o Juizado de Violência Doméstica e Familiar, em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, dizendo que não queria tirar a tornozeleira, conforme determinava a intimação. Ele estava em liberdade provisória por ser suspeito de agredir a mãe dele.

O motivo para não tirar a tornozeleira foi registrado nos autos pelo juizado, após diversos telefonemas do homem.

Conforme o documento, o suspeito foi orientado várias vezes pelo analista judiciário e pela assistente social a devolver a tornozeleira. Mas o intimado se negou e pediu um defensor público para argumentar a favor dele.

O magistrado Luiz Carlos Fortes Bittencourt negou a manutenção da tornozeleira. Conforme a decisão, o jovem foi intimado a devolver o aparelho até sexta-feira, 21, caso contrário, poderá responder por crime de apropriação ou desobediência.

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Porém, conforme o Departamento Penitenciário do Estado do Paraná (Depen), até este domingo, 23, ele ainda não havia devolvido a tornozeleira.

Suspeito de lesão corporal, em julho, a Justiça determinou que ele seria monitorado com a tornozeleira, deveria estar em casa das 22h às 5h e não frequentar bares.
O caso
Segundo a Polícia Civil, o suspeito foi preso em flagrante, no dia 25 de julho, após ser denunciado pela própria mãe por lesão corporal.

Conforme a polícia, o suspeito teria invadido a casa da mãe dele, a agrediu com uma cabeçada na testa e ameaçou atear fogo no local se ela chamasse a polícia.

Após uma tentativa de fuga, a equipe policial fez um patrulhamento e prendeu o suspeito, segundo o Boletim de Ocorrência (B.O).

No dia seguinte da prisão, a juíza substituta Débora Portela Castan permitiu a liberdade provisória com monitoramento eletrônico. Além disso, concedeu uma medida protetiva para a mãe do suspeito.

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Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios

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O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.

Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.

Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.

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Novo Pacto Federativo

Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.

Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.

Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.

Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.

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PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado

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