NOTÍCIAS DO PARANÁ

Seis pessoas da mesma família continuam desaparecidas no Rio Ivaí. Três crianças

Publicados

em

Seis pessoas da mesma família continuam desaparecidas no Rio Ivaí, após o barco em que elas estavam virar na tarde de domingo (18), no município de São João do Ivaí. O Corpo de Bombeiros de Ivaiporã realizou buscas durante todo o dia de segunda-feira, 19, para tentar encontrar os desaparecidos, moradores de Maringá e de Ivaiporã. Um helicóptero auxilia nos trabalhos.

No barco navegavam a passeio nove pessoas da mesma família quando, por volta das 17 horas, o barco teve um problema devido a forte correnteza e virou na região do Salto Fogueira, próximo da divisa com Borrazópolis. Três moradores de Sarandi foram resgatados com vida: Marcelo de Carvalho, Jéssica Malaquias Costa e o filho, de três anos conseguiram nadar até a margem do rio. Eles foram atendidos em um hospital em São João do Ivaí com sinais de hipotermia e liberados na manhã desta segunda-feira (19).

De Maringá, estão desaparecidos Adalberto Fernandes e dois filhos (um menino de 9 anos e uma menina de 4 anos). Os bombeiros também tentam encontrar o casal Alberoni e Patrícia Menegassi e a filha de quatro anos, que são moradores do distrito de Jacutinga, em Ivaiporã.

Leia Também:  Polícia mata dois e prende outros dois após furto de carreta no norte do Paraná

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Patrulha Ambiental do Porto Ubá iniciaram as buscas no final da tarde de domingo. Na manhã desta segunda-feira (19), a Polícia Militar enviou um helicóptero para sobrevoar o rio e auxiliar nas buscas. (Tribuna do Interior/Foto: Fabio Guillen).

Propaganda

NOTÍCIAS DO PARANÁ

Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

Publicados

em

Por

O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

Leia Também:  Paraná receberá nesta quarta mais 237 mil vacinas da AstraZeneca

“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

Leia Também:  Operação que apura fraudes no INSS cumpriu mandado em Goioerê

Fonte: ALEP

Continue lendo

QUARTO CENTENÁRIO

PARANÁ

POLICIAL

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA