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SESSÃO SOLENE RECONHECE O DIA DO EMPRESÁRIO NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

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A sessão solene desta segunda-feira (13), por proposição do deputado Samuel Dantas (Solidariedade) homenageou os empresários e empreendedores do Paraná em referência ao Dia do Empresário, comemorado em 10 de outubro para homenagear o empresário paranaense que contribui para o desenvolvimento do estado e do país, além de incentivar o empreendedorismo com a criação de novas dinâmicas.

O desenvolvimento do país depende de todos os brasileiros, trabalhadores, servidores públicos, políticos e gestores, mas tem como força aceleradora pessoas com perfil empreendedor que muitas vezes criam do zero formas inovadoras e revolucionárias para montar empresas e prestar serviços que nunca foram comercializados antes. Foram homenageados 250 empresários com a entrega presencial de 30 diplomas de Honra ao Mérito e Menção Honrosa.

O deputado Samuel Dantas proponente e presidente da sessão solene, disse que “é sempre uma enorme satisfação, primeiramente porque os empresários, os empreendedores, são quem movimenta a economia do nosso estado, não somente a economia do nosso estado como a economia familiar. Os maiores empregadores no nosso país são os micro e pequenos empresários, então com certeza hoje é uma enorme honra poder homenageá-los nessa noite tão maravilhosa em homenagem aos empresários do estado do Paraná”.

A Federação das Indústrias do Paraná (FIP/PR) esteve representada pelo seu vice-presidente Hélio Bampi que comentou sobre a importância da referida homenagem. “É com muita alegria que nós estamos aqui para comemorar o Dia do Empresário. É uma data significativa em homenagem a todos aqueles que, realmente, propiciam emprego e renda. O estado do Paraná é a quarta economia brasileira. Só fica atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Somos em torno de 280 mil trabalhadores e só na região metropolitana e Curitiba nós temos e representamos quase 36% do PIB do Paraná. E o Paraná tem, na indústria, 26% do seu PIB. Realmente é uma grande alegria estar aqui e realmente homenagear e parabenizar todo empresário, empreendedor, micro, pequeno, médio, grande empresário. Realmente estamos muito orgulhosos do nosso Paraná pujante e que tem ainda muita coisa boa pela frente”.

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O vice-presidente da Federação das Associações Comerciais do Paraná (FACIAP) para Assuntos Institucionais, senhor Hilgo Gonçalves declarou que “uma homenagem como esta representa um respeito ao empresariado. Os empresários são verdadeiros heróis que estão realizando, que estão investindo o seu capital no dia-a-dia para gerar emprego, riqueza, conveniência às pessoas, aos consumidores e fazendo esse esforço muito grande de manter o país em movimento. Quem emprega no estado ou no país é quem empreende. Com certeza, eu acho que quando você tem a sua atividade, você tem amor à causa, você acredita naquilo que você está fazendo, você não deve enterrar os teus talentos, os teus recursos e sim, multiplicar. E você multiplica isso fazendo com que as atividades girem. Você está gerando emprego, você está movimentando o produto interno bruto. Você está gerando emprego e na sua própria loja, onde você é empresário, na indústria, seja qual for o ramo de atividade como empresário. Então é importante acreditar, e é importante um reconhecimento como esse que está sendo feito para o empresário aqui na Assembleia, para inspirar ainda mais os empresários que estão e os que não estão a acreditar que tem valor, e que isso é importante”.

O Dia do Empresário

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É incontestável a importância do empresariado para a economia e para a sociedade. As empresas, tanto grandes, quanto pequenas, são responsáveis pela geração de milhões de empregos e por parte da inovação e da tecnologia. Estudos revelam que a geração de empregos no país se concentra na mão de micro e pequenos empresários atualmente, que também são maioria entre o empresariado no país.

Segundo dados do SEBRAE (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) divulgados pela Agência Brasil, com base nas estatísticas registradas pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), cerca de 72% dos empregos formais cadastrados foram gerados por micro e pequenas empresas. Como comparação, o saldo de empregos gerados por médias e grandes empresas foi de 23%.

A mesa de autoridades ficou composta pelo proponente e presidente da sessão solene, deputado Samuel Dantas (Solidariedade); o presidente da Junta Comercial do Paraná (JUCEPAR), senhor Marcos Sebastião Rigoni de Mello; o vice-presidente da Federação das Associações Comerciais do Paraná (FACIAP) para Assuntos Institucionais, senhor Hilgo Gonçalves; comandante do Regimento de Polícia Montada “Coronel Dulcídio”, tenente-coronel Juliano Caciatori; vice-presidente da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP/PR), senhor Hélio Bampi; superintendente estadual do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no Paraná (IBGE/PR), senhor Elias Guilherme Ricardo; presidente da Associação comercial, Industrial e Tecnológica de Curitiba (ACITEC), senhor Fábio Baldini; presidente da Associação comercial de São José dos Pinhais, senhora Solange Aparecida Leal Padilha Gibrin; presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Araucária, senhor Aécio Novitski e o advogado e integrante da Comissão de Direito empresarial da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Paraná (OAB/PR), doutor Giovani Ribeiro Rodrigues Alves.

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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