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Buscas por casal desaparecido em Goioerê serão retomadas nesta quarta-feira

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Depois de um dia intenso de buscas, que mobilizou policiais de toda a região, incluindo peritos e cães farejadores, as buscas pelo casal desaparecido em Goioerê foram suspensas na noite de terça-feira, 4, e as buscas serão retomadas nesta quarta-feira, 5.

Kawane Cleve, 23, e Rubens Biguetti Junior, 29, desapareceram na noite de segunda-feira, 3, quando supostamente foram sequestrados e as pessoas que os levaram deixaram o bebê do casal, um menino de dois meses, abandonado na frente de uma residência no Jardim Curitiba. Na manhã de terça-feira, o carro do casal foi encontrado queimado, em uma plantação de cana em Moreira Sales.


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O delegado de polícia de Goioerê, Hélio Nunes Pires, disse em entrevista ao Goioerê que não há uma linha de investigação e que neste momento todas as possibilidades devem ser levadas em conta, das otimistas às pessimistas, mas que a esperança é a de encontrar o casal com vida.
Hélio Pires que não houve movimento na conta bancária de Kawane e que a residência do casal estava intacta, o que denota que eles foram abordados na rua.
Conforme o delegado, as buscas estão concentradas na zona rural de Moreira Sales, nas imediações de onde o carro foi encontrado queimado, e também nas plantações de eucalipto existentes às margens das rodovias PR-180 e da PR-486, seguindo em direção a Mariluz.
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REPERCUSSÃO
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O caso teve grande repercussão, não apenas em Goioerê, onde o assunto domina as redes sociais, mas também em todo o Paraná, sendo assunto em jornais e programas de televisão. O desaparecimento dos pais e o abandono da criança chegou a ser destaque, por várias horas, no portal da Globo em nível nacional.

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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