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CAMPO MOURÃO – Morre mais um idoso no Lar dos Velhinhos pela covid-19

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A pandemia do novo coronavírus fez mais uma vítima no Lar dos Velhinhos Frederico Ozanan, em Campo Mourão. Um idoso de 75 anos, com várias outras comorbidades, acabou morrendo ontem à noite, na UTI do Hospital Santa Casa. Agora Campo Mourão chega a 12 mortes pela doença.

Ele morava no abrigo há mais de dez anos e estava internado deste o dia 15 de julho. Foi o segundo óbito pela covid-19 na instituição. No dia 17 de julho, outro idoso da mesma idade também não resistiu à doença.

O Lar dos Velhinhos foi alvo do coronavírus nos últimos dias. Além do segundo óbito, outros 27 estão confirmados com a doença, dos quais cinco estão na enfermaria da Santa Casa.

Entre os funcionários, 15 estão afastados de suas atividades e 11 com a doença confirmada. Um deles está internado na UTI-Covid da Santa Casa. O corpo do idoso morto ontem será encaminhado para sepultamento em Engenheiro Beltrão.

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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