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CAMPO MOURÃO – Polícia Militar apreende 675 quilos de maconha
Uma ação das mais importantes, a equipe do 11º Batalhão de Polícia Militar de Campo Mourão, apreendeu uma grande quantidade de maconha por volta das 23 horas dessa segunda-feira, 17, em Campo Mourão.
Dentro de um veículo Vectra, com registro de furto em Guaíra. Os policiais localizaram 914 tabletes de maconha e 66 pacotes de skunk (supermaconha). Não havia ninguém no automóvel no momento da abordagem.
A apreensão foi registrada após uma denúncia dando conta de um carro em atitude suspeita, nas proximidades do distrito de São Geraldo, às margens da rodovia BR-487 (Boiadeira), no município de Araruna, distante 15 km de Campo Mourão.
Após pesada, a maconha totalizou 675 quilos, sendo 18 kg de skunk. Após a pesagem, o entorpecente e o veículo foram encaminhados até a delegacia de Polícia Civil de Campo Mourão, para as devidas providências.
QCNEWS.TRIBUNA DA REGIÃO
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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas
Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.
As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.
Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.
Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.
Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.
O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.
O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.



