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Dois presos morrem em briga generalizada na cadeia de Toledo

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Morreu no início da noite desta segunda-feira (27) a segunda vítima da briga generalizada ocorrida no período da tarde na Cadeia Pública de Toledo.

O homem identificado como Valdecir José do Prado, foi socorrido no local por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e foi prontamente encaminhado para o atendimento médico no Hospital Bom Jesus. No início da noite a sua morte foi confirmada.

A primeira morte foi confirmada ainda no local, já que as equipes do Samu puderam apenas constatar o óbito de Adenilson dos Santos Cavalheiro, de 22 anos. Os corpos das duas vítimas foram recolhidos por equipes do Instituto Médico Legal (IML), para a realização da necropsia e demais procedimentos. Em seguida, os corpos serão liberados para que os atos fúnebres possam ocorrer.
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ENTENDA O CASO
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Uma briga generalizada foi registrada por volta das 14h30 desta segunda-feira na Cadeia Pública de Toledo. Atualmente o local conta com aproximadamente 120 presos e vários deles teriam envolvimento no conflito. O Departamento Penitenciário do Estado do Paraná. Os presos tinham muitos estoques (facas artesanais). (Toledo News – Foto: Policial Web).

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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