REGIONAIS
Mega operação contra o tráfico termina com dois mortos e 11 presos na região de Campo Mourão
Uma megaoperação em conjunto entre as polícias Militar e Civil foi deflagrada na manhã dee sábado (27), em Barbosa Ferraz, na região de Campo Mourão. Denominada Membira – que em Tupi-Guarani significa folha fedida – a operação visou a prisão de pessoas envolvidas com o tráfico de drogas no município. Durante ação, houve troca de tiros e dois suspeitos morreram.
Cerca de 120 policiais militares e civis de diversas regiões do Estado participaram da operação, que teve como objetivo o cumprimento de 30 mandados de busca e apreensão, e 22 de prisão expedidos pela Justiça.
As interceptações telefônicas dos envolvidos começaram há cerca de 7 meses. Neste período foi possível fazer todo o levantamento de como agiam os investigados.
“Foi montada uma grande estrutura para que pudéssemos realizar esta operação com êxito. Foram mais de 50 viaturas da Polícia Militar e Civil empenhadas nesta ação contra o tráfico de drogas, que é o responsável por outros crimes que atingem a sociedade”, ressalta o Tenente-Coronel Giraldes, Comandante do 11° Batalhão de Policia Militar.
A força-tarefa envolveu o setor de Inteligência do 11° BPM, Departamento de Inteligência do Estado do Paraná (DIEP) e Polícia Civil. Durante a ação realizada neste sábado, os policiais prenderam 11 pessoas, apreenderam quatro armas de fogo, munições de calibre diversos e porções de drogas.
Em uma das residências, durante o cumprimento de mandado, houve um confronto com uma equipe da PM. Dois homens morreram no local. Com eles foram apreendidas duas pistolas calibre 9 mm.
Nenhum policial ficou ferido durante a ação. Todos os presos foram encaminhados Para a delegacia de Polícia Civil de Engenheiro Beltrão. (Tá Sabendo/Com informações: Assessoria de Comunicação/11° BPM – Foto: João Silvestrin).
REGIONAIS
Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas
Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.
As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.
Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.
Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.
Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.
O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.
O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.



