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Nova operação da PF contra o tráfico de drogas inclui alvos de Xambrê e Terra Roxa

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (4), a Operação Overlord, cujo objetivo é desarticular a organização criminosa que vinha atuando no tráfico internacional de entorpecentes. A droga era transportada a partir da região de Guaíra e tinha como destino a cidade de São Paulo.

A investigação durou aproximadamente um ano e durante este período a Polícia Federal conseguiu vincular 3 flagrantes de tráfico de drogas à atuação da organização criminosa. No total, foram apreendidas mais de 1 tonelada de cocaína e 1,2 tonelada de maconha.

Em síntese, a organização se utilizava de empresas de transporte de fachada, cujos sócios eram laranjas conscientes do esquema e com as quais eram contratados fretes de mercadorias lícitas a fim de dissimular o carregamento de drogas em fundos falsos instalados nos caminhões.

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Era comum ainda a transferência de propriedade dos veículos utilizados para o transporte e para “bater” a carga entre os integrantes da organização.

Deste modo, além dos mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva, a operação tem como objetivo descapitalizar a organização criminosa, tendo sido determinado o sequestro de bens móveis e imóveis ligados a 19 investigados, o bloqueio de contas em nome das pessoas físicas e jurídicas vinculadas, em especial dos líderes, e ainda o bloqueio de 45 veículos de propriedade de seus membros.

Os envolvidos deverão responder pela prática de tráfico de drogas, associação para o tráfico e participação em Organização Criminosa. Esses crimes possuem penas máximas que, somadas, podem ultrapassar 33 anos de prisão.

A ação contou com o apoio da Polícia Civil do Paraná através do Grupamento de Operações Aéreas (GOA).

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Criança de 6 anos que morreu em acidente em Juranda foi atingida por caixas de som

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A equipe da Polícia Rodoviária Federal apontou uma série de irregularidades no veículo em que morreu uma criança de seis anos em um acidente ocorrido na noite de domingo, 12, na rodovia BR-369, entre Juranda e Mamborê, na região de Goioerê.

Conforme a PRF, o motorista do veículo Gol que causou o acidente não tem carteira de habilitação (CNH). Além disso, a criança, que estava no banco traseiro, não utilizada o assento de elevação e cinto de segurança, como determina a legislação de trânsito.

De acordo com informações apuradas, a colisão foi provocada pelo motorista de um VW Gol, que arriscou uma ultrapassagem em local proibido. Ele trafegava no sentido contrário quando atingiu frontalmente um GM Ônix. Com a violência do choque, um terceiro automóvel acabou envolvido na sequência e ainda se chocou contra uma carreta que estava parada no acostamento por problemas mecânicos.

CAIXAS DE SOM – O Gol era ocupado pelo condutor — um jovem que não possui CNH —, uma adolescente de 16 anos e a criança, que estava no banco traseiro. O veículo transportava caixas de som de grande porte no porta-malas. Com o impacto, os equipamentos se soltaram e foram arremessados contra a menina, que foi violentamente atingida pelas caixas, podendo ser esta a causa de sua morte.

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Nos demais carros, O Padre Pedro Speri, que já trabalhou em Goioerê e Ubiratã, e uma passageira sofreram ferimentos leves. As vítimas receberam os primeiros socorros de equipes da concessionária que administra o trecho e da Defesa Civil de Ubiratã, sendo posteriormente encaminhadas a hospitais de Campo Mourão. (Com Cidade Destaque).

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