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Três dos quatro homicídios de Goioerense em Umuarama foram para roubar

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Dos quatro homicídios cometidos pelo goioerense Guilherme Alves, 26, em Umuarama, em oito dias, três teriam sido para roubar as vítimas, conforme investigações da Polícia Civil de Goioerê.

Ao confessar os crimes, Guilherme contou uma fantasiosa história de que estaria sendo perseguido por criminosos por causa de dívidas de drogas e que as pessoas que matou estariam a mando desses criminosos.

Veja como aconteceram os homicídios cometidos pelo goioerense:

RENAN TORTAJADA – Médico pediatra de 35 anos que trabalhava em Toledo, mas cuja família era de Maringá. Ele foi morto com pedradas na cabeça no dia 18 de junho no Bosque do Uirapuru e teve o corpo enterrado em uma cova rasa. Guilherme em princípio disse que matou o médico porque ele não pagou por um programa sexual, depois disse que estava sendo perseguido por ele. A polícia não acredita em nenhuma das versões. Ele roubou o carro da vítima.
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ALEXAN CARLOS DE GOES – Funcionário público de 44 anos, que à noite se travestia e atendia pelo nome de Sabrina. No primeiro depoimento, Guilherme disse que o matou porque ele tinha visto quando enterrava o corpo do médico. Depois contou que matou quando saiu com ele, em um suposto programa sexual, após a morte do médico. O corpo do travesti foi desovado em uma rodovia perto de Maria Helena, na região de Umuarama.
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EVERTON JOSIMAR DE OLIVEIRA – O homem de 36 anos estava desaparecido desde o dia 19 de fevereiro e teve o corpo encontrado no Bosque Uirapuru, em Umuarama, na sexta-feira, 24. Segundo a Polícia Civil, Guilherme teria roubado a motocicleta da vítima.
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FERNANDES NUNES DE ARAÚJO: Protético de 50 anos teve o corpo encontrado em uma área rural, próximo a Av. Portugal, município de Umuarama. Ele também teve a motocicleta roubada. Ele estava desaparecido desde o dia 11 de fevereiro.
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Segundo o delegado Gabriel Menezes, que está à frente das investigações, não há indicativo de que o goioerense Guilherme Alves possa ter cometido mais um homicídio na cidade, no entanto, com o seu comportamento de serial killer, essa possibilidade não está descartada.

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Pela primeira vez, criança poderá dar nome a rodovia no Paraná

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As rodovias do Paraná carregam nomes que ajudam a preservar a memória do Estado. Ao longo das décadas, trechos rodoviários receberam homenagens a ex-governadores, pioneiros, líderes políticos, engenheiros, personagens históricos e personalidades que contribuíram para o desenvolvimento paranaense. Em alguns casos, mulheres também foram lembradas nessas denominações oficiais.

Agora, pela primeira vez, uma criança poderá ser homenageada em uma rodovia estadual.

Um projeto apresentado pelo deputado estadual Goura propõe denominar como “Rodovia Robson Daicuk Paitach” o trecho da PR-558 entre os municípios de Campo Mourão e Araruna. 

A proposta representa um marco simbólico na história das estradas paranaenses. Diferentemente das homenagens tradicionais, voltadas a figuras públicas e autoridades, o projeto eterniza a memória de um menino mourãoense cuja história marcou profundamente a comunidade regional.

Segundo a justificativa apresentada na Assembleia Legislativa do Paraná, Robson Daicuk Paitach nasceu em Campo Mourão no dia 1º de julho de 1974, filho de Demétrio e Leonilia Daciuk Paitach, integrantes de famílias pioneiras do município. Era conhecido como um menino dedicado, educado e responsável, com bom desempenho escolar e participação em atividades esportivas e culturais. 

O documento destaca ainda que sua história provocou grande comoção social e mobilizou um dos maiores movimentos públicos já registrados em Campo Mourão. Ao longo dos anos, sua memória foi preservada pela família e pela população, tornando-se símbolo de reflexão, solidariedade e proteção às crianças e adolescentes. 

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Parte desse legado está preservado no Museu de História, Imagem e Som Deolindo Mendes Pereira, que recebeu documentos e registros relacionados à história de Robson. O material passou a integrar ações educativas desenvolvidas pelo município, voltadas à conscientização sobre prevenção, cuidado e segurança infantil, inclusive no ambiente digital. 

Na justificativa do projeto, o deputado afirma que a homenagem representa “um gesto de memória, respeito e compromisso social”, transformando a história em instrumento de conscientização e construção de um futuro mais seguro para as novas gerações. 

Se aprovado pela Assembleia Legislativa e sancionado pelo Governo do Estado, o trecho da PR-558 passará oficialmente a se chamar “Rodovia Robson Daicuk Paitach”, tornando-se a primeira rodovia paranaense a homenagear uma criança.

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