CURIOSIDADES
Rua de cidade brasileira é eleita a terceira mais bonita do mundo. Veja onde ela fica
Um dos principais pontos turísticos de Recife, a Rua do Bom Jesus acaba de ser eleita a 3ª mais bonita do mundo. A seleção foi feita pela Architectural Digest, importante publicação dos Estados Unidos, que listou 31 ruas espalhadas por vários países – apenas uma no Brasil. Além da beleza, o local, encravado no centro da capital pernambucana, revela também histórias de moradores, de relacionamentos e é ponto de encontro de famílias e turistas. Até ensaio de casamento já teve por lá.
Os primeiros lugares do ranking feito pela Architectural Digest foram Setenil de Las Bodegas, na Espanha, e Washington Street, no Brooklyn, em Nova York (EUA). De acordo com o site da revista, “a bela Rua do Bom Jesus ocupa uma das partes mais orientais da cidade. A rua colorida, repleta de palmeiras altas, está repleta de história”. E continua: “datada do século XV, esta rua continha a primeira sinagoga construída nas Américas, a Sinagoga Kahal Zur Israel. O prédio ainda está lá para os visitantes verem”. Por causa da pandemia do novo coronavírus, o comércio local e a circulação de turistas estão em fase de espera para retomar as atividades.
HISTÓRIA – No período da ocupação holandesa, vários judeus foram se estabelecer em Recife, precisamente na Rua do Bom Jesus. Por este fato, o local ficou conhecido como “Rua dos Judeus”, em referência à liberdade de credo. A rua é considerada a mais antiga da capital e é assim chamada por causa do Arco de Bom Jesus que existia como porta de entrada da cidade.
Da Agência Turismo
CURIOSIDADES
Consumo moderado de café reduz risco de demência
Seja para dar o pontapé inicial na semana ou para acompanhar uma conversa, o café se estabeleceu como uma das bebidas mais populares e consumidas do mundo. O que a ciência tem revelado é que, quando consumido com moderação, esta bebida pode ser benéfica para a saúde.
Um estudo publicado no JAMA (The Journal of the American Medical Association), um periódico científico revisado por pares, em fevereiro de 2026 mostrou que o consumo moderado de café e chás com cafeína pode estar associado a um menor risco de demência e uma melhor função cognitiva.
“A cafeína é tida como neuroprotetora por regular a liberação de neurotransmissores como o glutamato, que é responsável por evitar a toxicidade celular. Ela também estimula a produção de BDNF, uma proteína que ajuda na sobrevivência das células e na plasticidade sináptica. Somado ao alto teor de antioxidantes, esse processo ajuda a blindar o tecido cerebral contra o estresse oxidativo, o que mantém a integridade das conexões neurais”, explica o neurologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Edson Issamu Yokoo.
De acordo com o especialista, a ingestão de café está associada à liberação de dopamina, o que contribui diretamente para a melhora do humor e da concentração, otimizando o desempenho cognitivo. Além disso, a bebida também pode trazer benefícios para a saúde física e metabólica.
“A cafeína é capaz de aumentar a taxa metabólica, auxiliando na queima de gordura e na preparação do corpo para o esforço físico intenso, por conta da elevação dos níveis de adrenalina”, comenta o médico.
A bebida também é, para muitas pessoas que seguem a dieta ocidental, a maior fonte de antioxidantes, frequentemente superando a ingestão desses compostos por meio de frutas e vegetais. “Ele é rico em polifenóis e ácidos clorogênicos, substâncias essenciais que atuam no combate à inflamação e ao envelhecimento celular”, reforça o neurologista.
Segundo o especialista, é importante lembrar que o consumo de café não é o principal fator para prevenir demências. O excesso de café pode adicionar problemas como os transtornos coronarianos e até eventos vasculares encefálicos.
Como consumir?
Para colher todos os benefícios que a ciência atribui ao café, a recomendação é o café preto e puro, sem adição de açúcar ou adoçantes artificiais. O neurologista ressalta que o consumo dessa forma garante a preservação das propriedades termogênicas, antioxidantes e de estímulo cognitivo do grão.
“Ao transformá-lo em uma bebida que se assemelha mais a uma sobremesa, com a adição de xaropes saborizados, creme de leite, leite condensado, chantilly ou grandes quantidades de leite e açúcar, os ganhos metabólicos e os efeitos benéficos são anulados pelas calorias, gorduras saturadas e açúcares extras”, explica o especialista.
Outro ponto importante é ter um monitoramento do consumo, especialmente para aqueles indivíduos que já sofrem de quadros de ansiedade generalizada, transtornos do pânico ou insônia crônica.
“O horário ideal para a última xícara de café do dia geralmente é até o meio da tarde, por volta das 15h ou 16h, garantindo que a bebida não afete a qualidade do sono e da saúde mental. O consumo tardio pode prolongar a latência do sono e diminuir a eficiência dos benefícios”, conclui Yokoo. PARANA PORTAL Foto/Tezlahotel.com.br
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