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Placa Mercosul: Indicação de cidade pode trazer mais custos para donos de veículos
A implantação da placa Mercosul em todo o território nacional está completando um ano neste mês de fevereiro. Neste novo formato, um dos pontos mais criticados é a ausência de indicação visual da cidade e do Estado de registro do veículo.
Este ponto está sendo alvo de debates por autoridades especializadas no assunto. Na semana passada, dia 5, o deputado federal José Airton Félix Cirilo, do PT-CE, apresentou na Câmara dos Deputados o projeto de Lei 279/2021, que tem como objetivo trazer de volta a identificação da origem do automóvel nas respectivas placas, além do lacre na chapa traseira.
Esses dois itens faziam parte da placa Mercosul quando ela estreou em setembro de 2018, mas acabaram sendo retirados ainda no mesmo ano. Tempos depois, outros dispositivos de segurança foram posteriormente removidos, simplificando o projeto original.
Segundo informações, o projeto ainda está em fase inicial de tramitação na Câmara e aguarda despacho do presidente da casa.
Custo adicional
Quando era placa cinza, a identificação da cidade e do Estado ficava em uma tarjeta, que tinha de ser substituída em caso de mudança do local de registro do automóvel.
Com o padrão Mercosul, inicialmente trazia o brasão do município e a bandeira do respectivo Estado, o que obrigava o dono do veículo solicitar novas chapas na mesma situação.
Com a retiradas dessas informações, a substituição das placas Mercosul passou a ser obrigatória somente quando há mudança de categoria do veículo ou furto, extravio, roubo ou dano.
Sendo assim, se o projeto de lei for aprovado, o dono do veículo terá a obrigação de trocar as chapas ao alterar a localidade do carro, tornando um custo maior a todos que fizer a alteração de localidade.
Desde a sua estreia, a placa Mercosul se tornou mais simples em relação ao modelo original. No Rio de Janeiro, a nova placa passou por várias modificações visuais, sempre relacionadas a itens de segurança e com objetivo de redução nos custos ao consumidor final.
Uma das modificações foi em setembro de 2018, com a retirada do lacre, substituído pelo QR Code, o que permitiu rastrear todo o processo de produção da placa e acessar os dados completos do veículo por meio de um aplicativo de celular.
Dois meses depois, em novembro de 2018, foram excluídos a bandeira do Estado e o brasão do município.
Na atualização mais recente, em junho de 2019, a placa deixou de trazer duas características visuais criadas para prevenir clonagens e falsificações.
NOTÍCIAS DO BRASIL
Pesquisa Quaest mostra Lula com 39% e Flávio com 33%
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) na simulação de segundo turno da disputa presidencial. Lula pontua 42% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro aparece com 41%.
Assim, existe empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. Nesse mesmo cenário, 14% dos entrevistados declaram voto em branco ou nulo, enquanto 3% disseram estar indecisos.
Em relação ao levantamento anterior da Quaest, divulgado no mês passado, Lula oscilou dois pontos porcentuais para cima. O resultado interrompe a tendência de queda que vinha sendo registrada nas pesquisas anteriores. Já Flávio Bolsonaro recuou um ponto. Ambas as variações ocorreram dentro da margem de erro.
O levantamento também mostra Lula na liderança das intenções de voto no primeiro turno. No cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, o presidente aparece com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%. Lula oscilou dois pontos para cima, enquanto o senador subiu um ponto, mudanças também dentro da margem.
Os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) registram 4% cada. Caiado oscilou dois pontos para baixo, enquanto Zema variou um ponto para cima. Ambos estão empatados tecnicamente com Renan Santos, fundador da Missão, que aparece na pesquisa com 2%.
A pesquisa Genial/Quaest realizou 2.004 entrevistas com brasileiros de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03598/2026.
Rejeição
Segundo o levantamento, Lula e Flávio Bolsonaro continuam sendo os pré-candidatos mais rejeitados da disputa presidencial. De acordo com a pesquisa, 54% dos entrevistados conhecem e não votariam em Flávio e 53% dizem o mesmo de Lula, em novo empate técnico. Na pesquisa de abril, Lula estava numericamente à frente de Flávio nesse quesito.
Ronaldo Caiado aparece como o terceiro nome mais rejeitado, com 32%. Já 27% dos entrevistados afirmaram conhecer e não votar em Romeu Zema. (Estadão).
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