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Coritiba vence clássico contra Paraná Clube com gol de Robson

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O Coritiba venceu o Paraná Clube por 1 a 0 na tarde deste domingo (19), mantendo sua invencibilidade no Paratiba em 2020 e saindo na frente por uma vaga nas semifinais do Campeonato Paranaense.

O gol da vitória do Paratiba foi marcado por Robson, atacante que teve uma passagem de sucesso pelo Paraná Clube entre os anos de 2016 e 2017.
A partida foi realizada na Vila Capanema, em Curitiba, após a Secretaria Municipal da Saúde autorizar a retomada dos jogos na capital paranaense na última sexta-feira (17).

A FPF (Federação Paranaense de Futebol) ainda não confirmou oficialmente a data do jogo de volta, mas segundo a DAZN (detentora dos direitos de transmissão do torneio) a partida será realizada nesta quinta-feira (23), às 20 horas.

As quartas de final do Campeonato Paranaense foram abertas neste sábado (18) com as vitórias do FC Cascavel por 3 a 0 sobre o Rio Branco e do Operário por 1 a 0 contra o Cianorte.

 

DESFALQUES POR COVID-19 NO PARATIBA

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Jogadores perfilados para a execução dos hinos estadual e nacional, mesmo torcedores na Vila Capanema. (Geraldo Bubniak/AGB)

O Paratiba deste domingo contou com desfalques importantes para ambas as equipes devido a pandemia da Covid-19.

Do lado do Paraná Clube, Andrey foi descartado da partida, enquanto no Coritiba foi Alex Muralha quem não ficou à disposição.

Ambos estão assintomáticos e vão ficar em isolamento social até cumprirem o final do prazo de 14 dias para a descontaminação do vírus.

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Além de Andrey, o Paraná Clube não pode contar com o lateral Toninho e com os zagueiros Hurtado e Salazar, todos contratados durante a paralisação, mas que não puderam ser inscritos para o restante do Campeonato Paranaense.

Já no Coritiba, Matheus Galdezani suspenso e Patrick Silva e Matheus Salles lesionados também não foram relacionados por Eduardo Barroca.

LAMPEJO DE RAFINHA DÁ VITÓRIA AO CORITIBA

Rodrigo-Sanchez-Paraná-Clube
Cadeiras numeradas viraram banco de reservas para os jogadores do Paraná Clube. (Rodrigo Sanches/Paraná Clube)

O primeiro tempo do Paratiba começou com o Paraná Clube pressionando o Coritiba e tendo o domínio das ações nos primeiros 30 minutos.

A primeira chance de gol saiu aos 13 minutos, após Renan Bressan roubar bola no campo de ataque e finalizar da intermediária, com a bola passando por cima da meta.

Já aos 18 minutos, foi a vez de Mosquito avançar pela esquerda e cruzar fechado. Wilson desviou a bola, mas ninguém apareceu no meio da área para finalizar.

Renan Bressan sentiu um desconforto muscular na coxa e precisou ser substituído aos 36 minutos pelo meia Dudu. Após a saída de Bressa, o Paraná Clube caiu de rendimento em campo.

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Ainda na primeira etapa o Coritiba conseguiu criar sua primeira chance de gol. Aos 39 minutos, quando Robson arriscou chute cruzado e Alisson defendeu em dois tempos.

O Coritiba voltou melhor para o início da segunda etapa e logo aos quatro minutos ficou perto de balançar as redes. Rafinha bateu escanteio da esquerda e William Matheus cabeceou perto do poste esquerdo.

Só que no minuto seguinte, a individualidade de Rafinha fez a diferença. O meia lançou Igor Jesus na direita e o atacante cruzou rasteiro no segundo poste para Robson apenas empurrar para o gol.

Mesmo atrás do placar, o Paraná Clube conseguiu criar uma chance de perigo apenas aos 37 minutos do segundo tempo. Raphael Alemão recebeu na área, cortou para dentro e finalizou cruzado para Wilson fazer firme defesa.

Nova chance criada pelo Paraná Clube aos 40 minutos. Dudu cobrou escanteio no primeiro poste e Rodrigo Rodrigues escorou firme, mas nas mãos de Wilson.

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Brasil vence Egito mas não convence

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A Seleção Brasileira derrotou o Egito por 2 a 1, na noite deste sábado (6), em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, que se dará no próximo sábado (13), contra o Marrocos. Bruno Guimarães e Endrick fizeram os gols da equipe e Zico descontou para a seleção africana. Não foi um jogo empolgante, pois o Brasil mostrou as mesmas deficiências técnicas e táticas dos últimos jogos. O que deixa muitas incertezas do que teremos pelo frente.

A Seleção vai fazer sua estreia na Copa do Mundo no dia 13 de junho, próximo sábado, contra o Marrocos. A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília) e será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey (região de Nova York/Nova Jersey). O rival vem de uma vitória de 4 a 0 contra Madagascar e que neste domingo enfrenta a Noruega. Depois, o Brasil vai enfrentar o Haiti,no dia 19 de junho, time que vem de uma goleada que aplicou sobre Nova Zelândia e de derrota em amistoso contra o Peru, por 2 a 1. E vai fechar a primeira fase contra a Escócia, em 24 de junho. O time europeu vem de vitória em amistoso de 4 a 0 contra a Bolívia.

Pelo que se viu no amistoso contra o Egito, em que o Brasil utilizou todos os jogadores, é de preocupação para os torcedores. Afinal, om técnico Carlo Ancelotti faz mistério e está travando o time, para não assustar, ou o grupo é muito fraco mesmo, podendo fazer mais um vexame neste 2026, sequer passando da primeira fase. Jogo é jogo, treino é treino. Assim que vale. Copa do Mundo é pra valer. A última campeã, a Argentina, venceu neste sábado (6) a seleção de Honduras por 2 a 0. A França, vice na última copa e uma outra favorita, perdeu de 2 a 1 para Costa do Marfim nesta semana.

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Como foi a partida

A partida, disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland, teve ótimo público: 64.311 presentes, muitos com a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira. Em campo, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atuou com camisa azul e calções e meiões pretos. Vai repetir o uniforme no segundo jogo da Copa, contra o Haiti.

Na sua sétima vitória sobre os egípcios (em sete confrontos), o Brasil utilizou 22 atletas, como havia prometido o técnico Carlo Ancelotti, que queria dar nova oportunidade ao grupo de convocados.

O primeiro tempo começou à feição para o Brasil. Com forte marcação sob pressão na saída de bola do Egito, a equipe abriu o placar com apenas 6 minutos de jogo. Bruno Guimarães deu o bote no defensor adversário, tomou a bola dele e chutou com precisão: 1 a 0.

O gol deu a impressão de que a Seleção não teria dificuldades para ampliar. Mas, numa outra falha, dessa vez da defesa brasileira, Zico empatou, aos 10 minutos. O jogador egípcio ganhou este nome em homenagem ao ex-craque do Brasil e do Flamengo.

A partir do 1 a 1, o domínio da Seleção Brasileira se fez presente, com ataques perigosos e diversas oportunidades criadas. Vini Jr, Raphinha e Igor Thiago, duas vezes, tiveram chance de desempatar, mas esbarram na ótima atuação do goleiro Shobeir.

A etapa inicial também foi marcada pela substituição, aos 15 minutos, de Wesley, que saiu chorando de campo, por Danilo. Ele sentiu dores na virilha esquerda.

No intervalo, a Seleção promoveu várias alterações, assim como Ancelotti tinha feito no amistoso anterior, no Maracanã, em que o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2.

Os substitutos deram outro ritmo à partida nos 15 primeiros minutos da etapa final, período em que os egípcios sequer conseguiam passar do meio de campo. O gol da vitória surgiu novamente de um aperto da marcação brasileira na defesa adversária. Na sequência, Raphinha cruzou rasteiro e Endrick finalizou de esquerda.

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Foi o quarto gol do jovem atacante na Seleção Brasileira, que não fazia um gol pelo Brasil havia dois anos.

Com a vantagem, a Seleção Brasileira soube conduzir o jogo, sem deixar de tentar novas situações de gol, notadamente quando a bola sobrava para Luiz Henrique, cujo talento desnorteou os zagueiros do Egito mais de uma vez.

Agora, é esperar mais sete dias para ver a Seleção Brasileira em ação num duelo contra outra forte seleção, a do Marrocos, em Nova Jersey.

Ficha técnica

Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)

Renda: não divulgada. Público: 64.311 espectadores

Gols: Bruno Guimarães, aos 6’, Zico, aos 10’ (1º T), e Endrick, aos 51 ’ (2º T).

Cartão amarelo: Marquinhos e Hany

Árbitro: Adonai Escobedo (México). Assistentes: Ibrahim Martinez (México) e Maximiliano Gomez (México). VAR: Carlo Rivero (México)

BRASIL: Alisson (Weverton, aos 46’); Wesley (Danilo, aos 16’), Marquinhos (Bremer, aos 16’), Ibañez, (Léo Pereira, aos 46’), e Douglas Santos (Alex Sandro, aos 72’); Casemiro (Fabinho, aos 46’) e Bruno Guimarães (Danilo Santos, aos 46’); Lucas Paquetá (Luiz Henrique, aos 46’), Raphinha (Gabriel Martinelli, aos 72’), Igor Thiago (Endrick, aos 46’) e Vinícius Júnior (Matheus Cunha, aos 46’).Treinador: Carlo Ancelotti

EGITO: Shobeir, Hany (Tarek Alaa, aos 74’), Fathy, Yasser e Fatouh (Hafez, aos 74’); Lashin (Ashour, aos 74’), Attia (Zizo, aos 84’) e Trézéguet (Abdelmonem, aos 46’); Zico (Adel, aos 74’), Hassan (Salah, aos 46’) e Marmoush (Abdelkarim, aos 84’). Treinador: Hossam Hassan.

Foto CBF/ PARANA PORTAL

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