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Após alta, sertanejo Cauan pede desculpas pode ter zombado da Covid-19 e diz que ‘pagou caro’

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O cantor sertanejo Cauan Máximo, da dupla Cauan e Cleber, usou as redes sociais para se desculpar por sua ‘ignorância’ em zombar da Covid-19 em um vídeo de março. A mudança de postura ocorreu após ele se curar do coronavírus e deixar o hospital.

Na imagem, gravada em março, o artista bate no peito e “brinca” que não tem medo do vírus.

Atualmente, o músico disse estar arrependido pela forma como agiu e pediu que as pessoas “deem a importância que a Covid merece”.

Eu me arrependo. Aquilo foi uma infelicidade muito grande. Uma ignorância que eu paguei caro. Eu quero pedir desculpas mesmo e me retratar, me retratar como? Pedindo que as pessoas deem a importância que a doença merece, a importância que a Covid merece”, disse em entrevista ao programa Fantástico, exibido pela Rede Globo neste domingo, 30 de agosto.

Na entrevista, Cauan citou ainda “vários erros” que cometeu durante a pandemia.

Ele acredita que tenha transmitido o vírus aos pais dele, que atualmente estão hospitalizados com a doença.

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Infelizmente, cometi vários erros nessa pandemia […]. Por exemplo, meus pais estavam isolados já há cinco meses e, Dia dos Pais, eu estive com eles. E você exagera ali na emoção. Eu acredito que a gente tenha excedido um pouco. Num vacilo, eu transmiti pro meu pai. Minha mãe foi contaminada a posteriori, porque meu pai passou para ela. Então, o isolamento é essencial”, relata.

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Canetas para emagrecer mudam carrinho de compras e aceleram corrida da indústria por alimentos saudáveis

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Os medicamentos para perda de peso à base de GLP-1, popularizados no Brasil como “canetas emagrecedoras”, já provocam um efeito que vai além da balança: estão mudando o comportamento de consumo e pressionando a indústria de alimentos a se reinventar. Com menor apetite e foco crescente em saúde, consumidores passam a priorizar produtos naturais, ricos em fibras, menos açucarados e com maior valor nutricional.

A transformação já é percebida por empresas do setor. A catarinense Polpa Brasil, especializada em ingredientes naturais para a indústria alimentícia, registrou aumento da demanda por soluções à base de frutas e vegetais desidratados e decidiu ampliar capacidade produtiva. A companhia prepara novas linhas de produção e embalagem para o varejo, além da expansão do estoque em 30%. Ainda neste ano, projeta uma nova linha de barras e tabletes capaz de dobrar a capacidade atual.

O movimento acompanha uma tendência global. Estudo da Morgan Stanley Research aponta que usuários desses medicamentos tendem a reduzir o consumo de álcool e alimentos altamente calóricos, já que os remédios atuam em áreas do cérebro ligadas ao apetite e à recompensa alimentar.

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Qualidade supera quantidade

Para Ramon Lacowicz, diretor e sucessor da Polpa Brasil, o consumidor vive uma mudança estrutural na relação com a comida.

“Quando a pessoa passa a comer menos, ela tende a escolher melhor. O peso da decisão sai da quantidade e vai para a qualidade. Cresce a busca por alimentos que entreguem nutrição, saciedade e benefícios reais à saúde”, afirma.

Segundo ele, ingredientes naturais ganham protagonismo justamente por responderem a esse novo perfil de consumo. “Frutas e vegetais preservados oferecem sabor, valor nutricional e uma percepção clara de saudabilidade. É exatamente o que o mercado está pedindo hoje.”

Mercado reage

Criados inicialmente para diabetes tipo 2, os medicamentos também passaram a ser usados no tratamento da obesidade, condição que afeta cerca de 9 milhões de brasileiros. No mundo, o excesso de peso pode atingir 2,3 bilhões de adultos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Para especialistas do setor, esse cenário deve acelerar lançamentos de snacks funcionais, bebidas com benefícios adicionais, sobremesas com menos açúcar e alimentos mais limpos em formulação e rótulo.

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Sobre a Polpa Brasil

Há cerca de 20 anos, a Polpa Brasil atende segmentos como panificação, confeitaria, laticínios, chocolates, snacks, bebidas, alimentos processados e mercado pet. A empresa também detém a marca Merendô!, fornecedora de barrinhas de frutas para merenda escolar em quatro estados, alcançando cerca de 1,5 milhão de estudantes.

 

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