NOTÍCIAS DO PARANÁ

Nesta terça-feira (29), moradores de Puerto Iguazú, na fronteira com Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, vão receber a vacina contra covid-19

Publicados

em

A POUCOS METROS DO PARANÁ, VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 COMEÇA AMANHÃ NA ARGENTINA

Nesta terça-feira (29), moradores de Puerto Iguazú, na fronteira com Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, vão receber a vacina contra covid-19
Nesta terça-feira (29), a Argentina começa a campanha nacional de vacinação contra a covid-19. Segundo o Ministério da Saúde, 300 mil doses da vacina russa da Sputnik V, do laboratório russo Gamaleya, foram distribuídas para as 24 províncias do país, inclusive a província de Misiones, localizada a apenas 480 metros do estado do Paraná.

 

De acordo com o governo da província de Misiones, a partir de amanhã, 2.250 doses da vacina serão aplicadas em profissionais da saúde de cinco hospitais. Entre eles, o Samic Iguazú, localizado em Puerto Iguazú, cidade que faz fronteira com Foz do Iguaçu, no oeste paranaense. As duas cidades são ligadas pela Ponte Internacional Tancredo Neves, que está fechada desde março por causa da pandemia do novo coronavírus.

Ainda segundo o governo da província, ao longo das próximas semanas, mais doses devem chegar e serão aplicadas em funcionários da segurança pública, professores, idosos e pessoas com comorbidades. Autoridades da saúde de Misiones pretendem vacinar 262 mil pessoas até o início de fevereiro.

Leia Também:  Após protesto, Paraguai anuncia reabertura total da fronteira com o Brasil

Vacinação na Argentina
A Argentina será o 4º país da América Latina a começar a vacinação contra a covid-19 antes do fim de 2020. Será a maior campanha de vacinação da história do país, com 126 mil voluntários distribuídos em 7.749 postos de saúde.
O país foi o primeiro da América Latina a aprovar o uso da vacina russa, a Sputnik V. Em agosto deste ano, o Governo do Paraná chegou a anunciar um acordo com o laboratório russo para importação e produção da vacina no estado, mas até o momento, nada saiu do papel.

Segundo as autoridades russas, a Sputnik V tem uma eficácia de 91,4%, mas não os resultados ainda não foram publicados em revistas científicas. A fase 3 do estudo clínico ainda está na reta final, mas o imunizante já foi aplicado em mais de 700 mil pessoas na Rússia.

Além da Sputnik V, o órgão regulador de alimentos e medicamentos da Argentina (ANMAT) autorizou o uso da vacina contra a covid-19 da Pfizer-BioNTech.
O plano de imunização da Argentina prevê a vacinação de 10 milhões de pessoas até fevereiro, mês em que a vacinação deve começar no Brasil. O novo coronavírus já causou 42.501 mortes na Argentina, até dezembro, e quase 1,6 milhão de casos.

Propaganda

NOTÍCIAS DO PARANÁ

Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

Publicados

em

Por

O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

Leia Também:  Ômicron: Paraná monitora 6 passageiros do mesmo voo de homem que veio da África com Covid

“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

Leia Também:  Paraná ainda tem 241 mil unidades sem luz após ciclone; Curitiba soma 27 mil

Fonte: ALEP

Continue lendo

QUARTO CENTENÁRIO

PARANÁ

POLICIAL

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA