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Último boletim do ano mostra que Paraná acumula 7.912 mortes pela Covid-19

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A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (31) mais 3.903 infecções e 88 mortes em decorrência da Covid-19 no Paraná. O último boletim do ano mostra que o Estado soma 413.412 casos confirmados e 7.912 mortes pela doença, desde o início da pandemia. Os casos divulgados nesta quinta-feira são de maio (1), junho (1), julho (5), agosto (18), setembro (5), outubro (6), novembro (62) e dezembro (3.815).

INTERNADOS

Nesta quinta-feira há 1.588 pacientes com diagnóstico confirmado internados. São 1.242 pacientes em leitos SUS (636 em UTI e 606 em enfermaria) e 346 em leitos da rede particular (137 em UTI e 209 em enfermaria).

Há outros 1.536 pacientes internados, 524 em leitos UTI e 1.012 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

ÓBITOS

A Secretaria Estadual da Saúde informa que os 88 pacientes que faleceram, divulgados neste último boletim, são 11 mulheres e 77 homens, com idades que variam de 17 a 92 anos. Os óbitos ocorreram entre 01 de setembro a 31 de dezembro.

Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (21), Londrina (10), Foz do Iguaçu (3),  Ventania (3), Campo Largo (2), Campo Magro (2), Cascavel (2), Fazenda Rio Grande (2), Maringá (2), Medianeira (2), Quatro Barras (2), Telêmaco Borba (2), Tijucas do Sul (2).

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A Saúde registra, ainda, a morte de uma pessoa em cada um dos municípios de  Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Ampere, Arapongas, Araucária, Cambé, Cerro Azul, Cianorte, Colombo, Coronel Vivida, Cruzeiro do Oeste, Guarapuava, Imbituva, Jaguariaíva, Jandaia do Sul, Juranda, Mandaguari, Marilândia do Sul, Palmas, Palotina, Paranavaí, Pien, Pinhais, Pitanga, Pranchita, Rolândia, Sabáudia, Santa Izabel do Ivaí, Santo Antônio da Platina, Sengés, Toledo e Tupãssi.

FORA DO PARANÁ

O monitoramento registra 3.154 casos de residentes de fora, sendo que 62 pessoas foram a óbito.

Confira a íntegra do último boletim de 2020   AQUI

Agência Estadual de Notícias

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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