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Justiça nega habeas corpus a policial que matou tesoureiro do PT

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Justiça do Paraná negou o pedido de habeas corpus (HC) em favor do policial penal Jorge Guaranho, denunciado por homicídio qualificado por matar a tiros o guarda municipal Marcelo Arruda.

A defesa de Guaranho havia pedido que a prisão preventiva fosse transformada em prisão domiciliar humanitária. Com isso, Guaranho segue preso no Complexo Médico Penal, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Na decisão, tomada neste final de semana, o desembargador Adalberto Jorge Xisto Pereira, da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), manteve a prisão preventiva do acusado com o argumento de que o cenário “conturbado”, em razão da proximidade das eleições.

Segundo o magistrado, a concessão da prisão domiciliar pode “gerar novos conflitos entre pessoas com diferentes preferências político-partidárias”. Bolsonarista declarado, Guaranho é apoiador do presidente Jair Bolsonaro e Arruda era tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu e apoiador do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No pedido, a defesa de Guaranho argumentou que a ordem de prisão preventiva seria ilegal e que o policial penal não apresentava riscos à ordem pública. “A intolerância, motivada por exagerada paixão, não pode ser aceita e deve ser coibida pelo Poder Judiciário, tendo em vista as eleições que se avizinham e o panorama o atual processo eleitoral, sob pena de consequente sensação de impunidade, que poderá gerar novos conflitos entre pessoas com diferentes preferências político-partidárias”, argumentou o desembargador.

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A defesa também alegou que Guaranho ainda se recupera dos ferimentos sofridos durante o episódio que resultou na morte de Arruda e que precisaria de cuidados especiais para se restabelecer. “Ele sequer consegue andar, sua visão está comprometida, não tem condições de se alimentar sozinho e, evidentemente, não consegue realizar a sua higiene pessoal” argumentou a defesa.

Ao manter a preventiva, o desembargador reforçou o fato de que “a Administração Pública tem plenas condições de prestar a assistência de que necessita o paciente”. “Da atenta leitura do quanto se tem nos autos de origem, ao que tudo indica, ele necessita de cuidados a serem dispensados por médicos, fisioterapeutas e fonoaudiólogos visando tão somente sua reabilitação física, nada apontando para eventual risco de morte”, apontou o desembargador.

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Alexandre Curi lidera em dois dos três cenários em pesquisa para o Senado

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O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Alexandre Curi (Republicanos), comentou nesta terça-feira (7) o resultado da pesquisa divulgada pelo Paraná Pesquisas para a disputa ao Senado Federal. O levantamento coloca o parlamentar na liderança em dois dos três cenários estimulados apresentados aos eleitores, com 30,2% e 31,2% das intenções de voto.

Ao comentar o resultado, Alexandre atribuiu os números ao trabalho realizado junto aos municípios e à gestão na Assembleia Legislativa. “Fico satisfeito em ver meu nome liderando 2 dos 3 cenários simulados. Creio que isso seja resultado do trabalho realizado junto aos municípios e na Assembleia Legislativa, que se tornou mais transparente, eficiente e próxima da população”.

Disputa segue aberta

Alexandre Curi ponderou, no entanto, que a disputa segue aberta e que o processo eleitoral ainda está no início. “Temos muito para avançar ainda. A eleição está distante, e acredito que, com o início da campanha e a apresentação de nossas propostas ao lado do governador Ratinho Junior e de Sandro Alex, esses resultados irão se consolidar”, afirmou.

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Além de Alexandre Curi, pesquisa testou nomes como Alvaro Dias (MDB), Gleisi Hoffmann e Dr. Rosinha (PT), Filipe Barros (PL), Deltan Dallagnon (Novo), Coronel Hudson (PSD) e Cristina Graelm (PSD).

O levantamento foi contratado pelo diretório estadual do PL e realizado entre 03 e 06 de julho, com 1.500 entrevistas. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número PR-01166/2026 e a margem de erro é de 2,6% e o grau de confiança é de 95%.

 

PARANA PORTAL Foto/Rogério Machado

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