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F1: Verstappen larga em 13º, se recupera e vence GP da Bélgica

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P da Bélgica da F1 teve de tranquilo, a corrida deste domingo (28) teve de agitada. Batidas, xingamentos e ultrapassagens marcaram o torneio que terminou com a vitória de Max Verstappen -quase- em casa.

Max Verstappen nasceu na Bélgica, mas cresceu na Holanda. Para este circuito, ele foi punido por fazer mais alterações do que podia em sua Red Bull para esse retorno de férias. Com a pole garantida no treino de ontem, foi o primeiro a largar entre todos os punidos: começaria a corrida em 15º, mas como os pilotos da AlphaTauri Pierre Gasly e Yuki Tsunoda largaram do box, Max começou a corrida em 13º.

UM MINUTO DE CAOS

Parecia ser só um incidente isolado, mas abriram as portas do caos e, na sequência, Lewis Hamilton viajou ao tentar ultrapassar Fernando Alonso e acabou tocando no carro dele. A Mercedes de Lewis empinou, e, dela, começou a sair fumaça. Pela rádio, a equipe alertou: “Pare, pare, pare”. Ele obedeceu.

Em entrevista a Mariana Becker, na Band, Hamilton disse: “Achei que tinha deixado espaço, mas não deixei. Eu que paguei por isso. Peço desculpas a equipe”. Sobre o que Alonso disse sobre ele, Hamilton prefere não comentar: “Ele fala de cabeça quente”, diz o britânico.

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PEREZ SOFRE, MAS CEDE

 

No sábado (27), Sergio Perez, companheiro de equipe do líder do campeonato Max Verstappen, disse que sonhava em poder fazer a própria corrida. O ego deu uma cantada quando, na 11ª volta, não facilitou para que Verstappen o ultrapassasse. O holandês reclamou com a equipe: “Estamos perdendo tempo”.

Perez estava em segundo, enquanto Verstappen ocupava o terceiro lugar. O objetivo era tirar a primeira posição de Carlos Sainz (Ferrari), e a regra diz que Perez tem de dar seu lugar ao mais bem colocado colega de equipe. Na 12ª volta, ele cedeu. Verstappen ultrapassa Perez e, não muito depois, joga Sainz para a segunda posição.

FERRARI INSEGURA

 

O papo entre a equipe da Ferrari e Charles Leclerc mais parecia uma conversa entre comadres do que comunicação pelo rádio numa corrida. A todo momento, a equipe chamava o piloto e o consultava a respeito dos passos seguintes: pneus, boxes.

Decisões que costumam ser tomadas pela equipe e apenas comunicadas brevemente aos pilotos não aconteceram dessa forma com Leclerc. Os contatos frequentes mostraram uma Ferrari insegura a respeito da corrida do monegasco.

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OCON BRABO


 

Apesar de Max Verstappen ter protagonizado a corrida, foi Esteban Ocon (Alpine) o dono da melhor ultrapassagem do dia -em cima de Sebastian Vettel na 36ª volta. O piloto já havia alertado sobre a qualidade de seu carro -disse que o problema seria só a posição de largada, mas que sua Alpine estava em ótimas condições. Realmente.

Com a vitória de hoje, Max Verstappen ganha ainda mais folga na liderança do mundial de pilotos, chegando a 284 pontos. Sergio Pérez, seu companheiro de equipe, assumiu a segunda colocação, ultrapassando Charles Leclerc, da Ferrari. O mexicano soma agora 191 pontos contra 183 do monegasco. Carlos Sainz, da Ferrari, é o quarto, com 171 pontos, um a mais que George Russell, da Mercedes. Lewis Hamilton, que não pontuou hoje, é o sexto, com 146 pontos.

Veja a classificação do GP da Bélgica:


 

1º Max Verstappen (Red Bull)
2º Sergio Pérez (Red Bull)
3º Carlos Sainz (Ferrari)
4º George Russell (Mercedes)
5º Charles Leclerc (Ferrari)
6º Fernando Alonso (Alpine)
7º Esteban Ocon (Alpine)
8º Sebastian Vettel (Aston Martin)
9º Pierre Gasly (AlphaTauri)
10º Alexander Albon (Williams)
11º Lance Stroll (Aston Martin)
12º Lando Norris (McLaren)
13º Guanyu Zhou (Alfa Romeo)
14º Yuki Tsunoda (AlphaTauri)
15º Daniel Ricciardo (McLaren)
16º Kevin Magnussen (Haas)
17º Mick Schumacher (Haas)
18º Nicholas Latifi (Williams)
19º Valtteri Bottas (Alfa Romeo) – não completou
20º Lewis Hamilton (Mercedes) – não completou

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Técnico de Marrocos confirma desfalque de Saibari para quartas e diz: “França é favorita”

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Treinador Mohamed Ouahbi admitiu favoritismo dos adversários, mas ressaltou: “O grande prêmio é ganhar a Copa, não gosto disso de chegou aqui e está tudo bem.”

O técnico de Marrocos, Mohamed Ouahbi, confirmou que o atacante Ismael Saibari será desfalque contra a França pelas quartas de final da Copa do Mundo.

– Todos disponíveis, apenas Saibari que não está. Espero continuar na competição – disse o treinador em entrevista coletiva nesta quarta-feira.

Destaque de Marrocos nesta Copa com três gols em cinco jogos, Saibari deixou a partida contra o Canadá, no último sábado, com dores na região posterior da coxa direita e não conseguiu se recuperar a tempo. Soufiane Rahimi deve ser o substituto.

Ouahbi alegou que a França é a favorita para o jogo nesta quinta-feira, às 17h (de Brasília), no Estádio de Boston, nos Estados Unidos, com transmissão ao vivo de TV Globosportv e ge tv e cobertura em tempo real do ge.

– Sempre gosto de dizer que o sucesso se mede ao final da competição. Já falamos como estafe com os jogadores. Não vamos nos enganar, França é favorita, mas faremos o possível para ganhar o jogo de amanhã. Não gosto da sensação de enfrentar um muro. O grande prêmio é ganhar a Copa, não gosto disso de chegou aqui e está tudo bem.

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Apesar do favoritismo, Ouahbi fez questão de diferenciar o duelo deste ano do ocorrido em 2022, no Catar, na semifinal, quando a França venceu Marrocos por 2 a 0.

– Cada jogo tem um contexto. Não será igual a 2022. O importante é que agora temos um time diferente e precisamos ter confiança no que demonstramos até aqui.

– Os pontos fortes são os que nos levaram até aqui. Em comparação com o último mundial, não se trata de ter mais ou menos pontos, mas significa que estamos evoluindo. Agora, falamos de dois países que trabalham muito bem o seu futebol. Não me surpreende essa França. Queremos jogar o jogo para não ter remorso de nada. Há coisas a melhorar e temos que disputar o jogo a 100%, dar tudo. O que fizemos até agora não está mal e vamos assim.

— É um árbitro experiente e é isso que queremos. Estamos tranquilos. Tivemos um árbitro holandês antes de jogar contra Holanda e foi bem. Não entramos nisso. O que temos que valorizar, tivemos um bom árbitro contra Canadá, mas não falava e dava muito cartão. Antes, tivemos um que não dava cartão. Isso pode influenciar. Acho que precisa melhorar nesse sentido. Mas nada a mais, estão no nível.

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