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Paraná começa a semana com três alertas meteorológicos: tempestade e chuvas intensas

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Três alertas meteorológicos de perigo para tempestades e chuvas intensas, emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), estão ativos no Paraná na manhã desta segunda-feira (20).

O primeiro deles é um alerta laranja de tempestade para as cidades das seguintes regiões:

  • Centro Ocidental Paranaense, Noroeste Paranaense, Oeste Paranaense, Sudeste Paranaense, Norte Central Paranaense, Sudoeste Paranaense, Centro-Sul Paranaense, Metropolitana de Curitiba e Centro Oriental Paranaense.

Segundo o órgão, há possibilidade das áreas indicadas registrarem chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos (60-100 km/h), e queda de granizo. Existe risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos.

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Imagem: Reprodução/Inmet

O período de vigência do alerta é da meia-noite desta segunda até o meio-dia.

O Inmet utiliza as cores amarelo, laranja e vermelho para diferenciar o nível diferente de risco dos alertas. Sendo o primeiro para perigo potencial, o segundo para perigo e o último para grande perigo.

De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), deve chover em quase todo o estado nesta segunda.

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“Nesta segunda-feira temos uma situação ainda favorável à ocorrência de chuvas em boa parte do estado do Paraná. A configuração meteorológica estabelece um canal de umidade que vem desde a região da Amazônia, passa pelo Centro-Oeste e chega até parte do Sul do Brasil. Além disso, hoje há um sistema de baixa pressão se intensificando na natureza do Rio Grande do Sul, o que reforça as condições de instabilidade atmosféricas em Santa Catarina e no Paraná”, explica o meteorologista do Simepar Lizandro Jacóbsen.

Apesar da chuva, as temperaturas continuam elevadas em parte do Paraná, com a máxima de quase 30ºC em algumas cidades do Norte, Noroeste, Oeste e Leste.

Alerta laranja de chuvas intensas para o Paraná

O segundo alerta laranja é de chuvas intensas com a possibilidade de acumulados entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos (60-100 km/h). O aviso é válido até às 10h desta segunda.

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Imagem: Reprodução/Inmet

As regiões do Paraná que estão com alerta laranja de chuvas intensas são:

  • Norte Pioneiro Paranaense, Metropolitana de Curitiba, Sudoeste Paraense, Noroeste Paranaense, Norte Central Paranaense, Centro Oriental Paranaense, Centro Ocidental Paranaense, Oeste Paranaense e Sudeste Paranaense.
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Alerta amarelo de chuvas intensas

O terceiro alerta do Inmet para o Paraná é amarelo de perigo potencial de chuvas intensas para cidades do Sudoeste até às 10h de segunda.

Nesse caso, o esperado é um acumulado de chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h). O risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas é baixo.

Imagem: Reprodução/Inmet

Veja as cidades paranaenses sob alerta amarelo de chuvas intensas:

  • Ampére
  • Barracão
  • Bela Vista da Caroba
  • Bom Jesus do Sul
  • Enéas Marques
  • Flor da Serra do
  • Francisco Beltrão
  • Manfrinópolis
  • Mariópolis
  • Marmeleiro
  • Nova Esperança do Sudoeste
  • Pato Branco
  • Pérola d’Oeste
  • Pinhal de São Bento
  • Planalto
  • Pranchita
  • Realeza
  • Renascença
  • Salgado Filho
  • Salto do Lontra
  • Santa Izabel do Oeste
  • Santo Antônio do Sudoeste
  • Vitorino

QCNEWS/PARANÁ PORTAL Foto: Daniel Castellano/SMCS

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TSE suspende campanha de Deltan Dallagnol ao Senado

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Em decisão liminar, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu a campanha de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná. A decisão impede o ex-procurador de receber ou utilizar recursos públicos de campanha, fazer propaganda eleitoral no rádio e na televisão e praticar outros atos de campanha até que o recurso contra o registro de sua candidatura seja julgado pelo tribunal.

A decisão foi tomada após o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) ter liberado a candidatura de Dallagnol. Para Floriano, há plausibilidade no recurso apresentado por coligações formadas por partidos oposicionistas que questionam a decisão regional. O ministro considerou que o TRE-PR reavaliou os mesmos fatos já analisados pelo TSE em 2023, quando a Corte reconheceu a inelegibilidade de Dallagnol e indeferiu seu registro para deputado federal.

“Instância inferior não reinterpreta decisão de Corte Superior (…) Aceitar tal agir significa, para além de abdicar do dever constitucional de garantir a segurança jurídica, perder a identidade sistêmica e, de arrasto, perder a autoridade judicial“, afirmou o ministro ao enfatizar que não houve qualquer alteração relevante no caso desde a decisão do TSE de 2023 que justificasse o TRE-PR adotar entendimento diferente sobre a inelegibilidade de Dallagnol.

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Na decisão anterior, o TSE concluiu que Dallagnol havia antecipado seu pedido de exoneração do Ministério Público Federal, em novembro de 2021, com o objetivo de evitar a incidência da causa de inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa. Segundo o tribunal, havia 15 procedimentos administrativos em tramitação contra o então procurador no Conselho Nacional do Ministério Público que poderiam resultar na abertura de processos administrativos disciplinares.

O julgamento de 2023 apontou ainda que Dallagnol já havia recebido duas sanções disciplinares, de advertência e censura, e que pediu exoneração apenas 16 dias depois de um procurador que atuava com ele na Lava Jato ser demitido pelo CNMP. O ministro Floriano Marques afirmou, nesse sentido, que, sem mudança relevante nas circunstâncias ou na legislação, um tribunal regional não pode reinterpretar uma decisão da Corte Superior em sentido contrário.

A decisão ressalta que a Justiça Eleitoral deve examinar as condições de elegibilidade a cada eleição. O minsitro, porém, diferencia essa análise da possibilidade de um tribunal de primeira instância eleitoral afastar uma conclusão já estabelecida pelo TSE sobre fatos que não sofreram alteração.

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O ministro também considerou que havia risco de dano ao processo eleitoral caso a candidatura permanecesse ativa enquanto a questão estivesse pendente de julgamento. Segundo ele, Dallagnol poderia continuar recebendo recursos públicos e participando de propaganda e debates e, eventualmente, ser eleito para o Senado. Nesse cenário, uma posterior decisão pelo indeferimento da candidatura poderia provocar a anulação dos votos e a necessidade de realização de uma nova eleição.

Diz o ministro: “Diferentemente do que ocorreria numa eleição majoritária para governador, prefeito ou Presidente da República, quando se o candidato sub judice, se ao final tiver sua candidatura indeferida os votos são anulados e a depender da cotação o pleito é renovado, no caso de candidaturas ao Senado com duas vagas o efeito da candidatura inviável distorce de forma irreversível o resultado. Isso porque o eleitor é livre para combinar suas escolhas, de modo que um candidato inelegível pode mudar, com os votos a ele dedicados, de forma irreversível o resultado da eleição, pois seus eleitores terão sido impedidos de fazer outra combinação de voto a seu critério””, diz o ministro”.

 

FONTE PARANÁ PORTAL

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