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Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP investe em agricultura na cidade de São Paulo

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A agricultura da cidade de São Paulo conta com o Sicredi, que está beneficiando produtores da região de Parelheiros, tradicional polo agrícola na zona sul. Por meio do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), linha de crédito voltada ao desenvolvimento sustentável do campo, a cooperativa reforça a sua presença ao lado dos associados de todos os segmentos, com crédito acessível, orientação financeira, relacionamento próximo e a confiança em atuar com uma instituição de mais de 120 anos de história.
“O nosso compromisso é estar junto do associado e oferecer soluções que realmente façam diferença no seu dia a dia. Atuar com linhas de crédito adequadas à realidade dos agricultores representa mais oportunidades de crescimento, geração de renda e fortalecimento das regiões em que atuamos”, comenta Jaime Basso, presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP.

Segundo Elisângela Mancini, gerente regional de desenvolvimento na Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, essa parceria reforça o papel econômico e social do cooperativismo. “Quando um produtor de Parelheiros vê o seu trabalho crescer, não é só ele quem ganha, mas toda a população se beneficia. A disponibilização do Pronaf é mais um exemplo de como a cooperativa alia crédito responsável, proximidade e impacto positivo para todos.”

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Muito além do crédito

 

A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP vem desenvolvendo um trabalho contínuo junto aos agricultores de Parelheiros, com foco na preservação da atividade agrícola local e na promoção de práticas sustentáveis. Além de orientar os associados sobre as melhores linhas de crédito, a cooperativa oferece apoio completo em todo o processo, desde regularização documental até assessoria financeira, como orientações sobre o CAF (Cadastro Nacional da Agricultura Familiar) e o DAP (Declaração de Aptidão ao Pronaf). A atuação da cooperativa também se estende à participação em feiras de produtores, rodadas de negócios e outras iniciativas que reforçam a relevância social da agricultura na região.

Patricia Monte

Assessora de Comunicação e Marketing

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Brasil diz não abrir mão do Pix ao negociar tarifaço com os EUA

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CNN – Após as ameaças feitas pelo governo dos Estados Unidos de aplicar novas tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, o governo federal tem se reunido com representantes comerciais americanos para tentar evitar um novo “tarifaço”.

As conversas giram em torno da investigação feita pelos EUA por meio da “Seção 301”, que analisa pontos da atuação econômica do Brasil, como as taxas cobradas no comércio internacional e o funcionamento do Pix. O governo brasileiro reforçou que o sistema de pagamentos é inegociável.

Na quinta-feira (2), o ministro do MDIC (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Márcio Elias Rosa, se reuniu com o chefe do USTR (escritório do representante comercial), Jamieson Greer, e rechaçou qualquer possibilidade de negociações sobre o Pix, que vem sendo um dos principais alvos da investigação norte-americana.

Na reunião, o ministro apresentou um plano, que não engloba o Pix, com medidas que o Brasil pode vir a adotar para as demandas exigidas pelos EUA na Seção 301. Segundo apurou a CNN, as ações atenderiam todos os outros eixos da investigação, que são:

tarifas preferenciais desleais;

acesso ao mercado de etanol;

proteção da propriedade intelectual;

combate à corrupção; e

desmatamento ilegal.

A principal medida exposta como moeda de negociação foi a redução de tarifas que o Brasil cobra dos Estados Unidos sobre cerca de 300 tipos de transações comerciais. Já outras possibilidades apresentadas são textos em tramitação no Congresso Nacional ou medidas infralegais formuladas internamente no Palácio do Planalto.

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Esta foi a quarta vez que Márcio Elias e Jamieson Greer se reuniram. Sob as diretrizes da OMC (Organização Mundial do Comércio), o Brasil não poderia baixar tarifas para apenas um país. Portanto, não poderia fazê-lo somente aos Estados Unidos. A solução encontrada foi acenar com a redução das taxas a vários países, em setores nos quais os americanos teriam maiores condições de competir e que não prejudicariam a indústria nacional.

Com o reforço de que o Pix não entrará nas negociações, as conversas entre os dois governos devem continuar. Na semana que vem, membros das áreas econômicas voltarão a se encontrar, e há expectativa de que o ministro do MDIC e o chefe do USTR se reúnam antes de 15 de julho, prazo no qual os EUA devem decidir sobre a recomendação, ou não, de novas tarifas ao BRASIL.

Disputa política

Enquanto as negociações econômicas prosseguem, o tarifaço americano e possíveis novas sanções comerciais têm sido motivo de declarações e troca de farpas entre os dois principais pré-candidatos à Presidência: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

O presidente Lula criticou a família Bolsonaro nessa quinta-feira após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enviar uma carta aos Estados Unidos pedindo a suspensão das possíveis taxas contra o Brasil.

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Nas redes sociais, Lula disse que o Brasil “não está à venda” e que defender o adiamento das tarifas para depois das eleição, como fez Flávio, é “uma traição à pátria”.

“Pedir que o tarifaço contra o nosso país seja adiado para depois das eleições é mais uma atitude de traidores da Pátria. Nunca houve e não há qualquer justificativa para tarifaço agora ou depois”, publicou Lula no X (antigo Twitter). “Nossa Pátria não está à venda. Nossa soberania é inegociável. O Brasil é dos brasileiros”, completou o presidente.

Mais tarde, ainda na quinta-feira, o senador Flávio Bolsonaro rebateu, também pelo X, as declarações de Lula. Segundo Flávio, Lula “é o único que quer o tarifaço contra produtos brasileiros”. O filho de Jair Bolsonaro criticou o que chamou de “falsa narrativa de defesa da soberania” do atual chefe do Executivo.

“Provocou, esbravejou, não negociou e fez lobby a favor do PCC e do Comando Vermelho para que não fossem classificados como terroristas. Envergonhou o Brasil perante o mundo! Ignorou o sofrimento de mais de 50 milhões de brasileiros que moram em áreas dominadas por esses narcoterroristas”, disse Flávio.

Matéria especial da CNN

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