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Itália cala Wembley, vence a Inglaterra nos pênaltis e ganha a Eurocopa

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Itália é a grande campeã da Eurocopa. Mesmo com Wembley lotado, a seleção italiana levou a melhor na final contra a Inglaterra com a vitória nos pênaltis por 3 a 2. No tempo normal, as duas equipes empataram em 1 a 1, com gol de Luke Shaw para os ingleses e Bonucci para os italianos.

Na decisão por pênaltis, Berardi, Bonucci e Bernardeschi marcaram para a Azzzurra, enquanto Bellotti e o brasileiro Jorginho perderam. Já a Inglaterra marcou Harry Kane e Maguire, mas Rasford, Sancho e Saka desperdiçaram.

Com a conquista, a Itália repete o feito de 1968 e se junta a França com dois títulos da Eurocopa. Apenas Alemanha e Espanha, com três, estão na frente na lista de campeões. Ainda é a primeira conquista da Azzurra desde a Copa do Mundo de 2006.

Além disso, o título significa a redenção do futebol italiano após ficar de fora da Copa do Mundo de 2018. Sob o comando de Roberto Mancini, a seleção venceu as 10 partidas das Eliminatórias para a Euro, chegou à semifinal da Nations League 2020/2021 e ganhou os três primeiros jogos das Eliminatórias para a Copa de 2022. Agora, conquista o título da Euro sem perder nenhuma partida.

Do outro lado, a Inglaterra encerra a melhor campanha de sua história na Eurocopa – nunca tinha chegado à final. Porém, a seleção inglesa perdeu o título após jogar seis das sete partidas em Wembley e segue com o jejum de títulos que já dura 55 anos.

ITÁLIA SAI ATRÁS, MAS EMPATA NO TEMPO NORMAL E GANHA A EUROCOPA NOS PÊNALTIS

O técnico Gareth Southgate surpreendeu na escalação da Inglaterra com Trippier no lugar de Saka e o esquema com três zagueiros. A estratégia inglesa precisou de apenas dois minutos para dar resultado. Trippier cruzou na segunda trave e Luke Shaw, livre de marcação, chutou de primeira para o fundo das redes.

A Itália encontrou muitas dificuldades durante o primeiro tempo e pouco deu trabalho para Pickford. A melhor chance da seleção italiana foi aos 34 minutos. Chiesa avançou em velocidade pelo lado direito, passou pela marcação e chutou de fora da área. A bola passou muito perto da trave.

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Em vantagem, a Inglaterra voltou para o segundo tempo com uma postura completamente defensiva para segurar o resultado positivo. Mesmo assim, o time inglês quase marcou o segundo gol na bola parada. Aos 18, Trippier cobrou escanteio na área, Stones desviou de cabeça e Donnarumma espalmou para fora.

A seleção italiana respondeu na mesma moeda e teve sucesso três minutos depois. O brasileiro Emerson Palmieri bateu o escanteio do lado direito, a bola ficou em disputa na pequena área e Verratti cabeceou na trave. Na sobra, Bonucci apenas empurra para o gol.

Com o empate no tempo normal, a partida foi para a prorrogação. A primeira chance foi inglesa aos seis minutos. Luke Shaw cobrou escanteio da esquerda e a defesa afastou. Na sobra, Philips dominou e chutou com força, mas à direita do gol defendido por Donnarumma. Já a Itália respondeu aos 12. Emerson levantou na área e Pickford evitou a finalização de Bernardeschi. Belotti pegou o rebote, mas chutou prensado e mandou para fora.

Na etapa final, a seleção italiana levou perigo logo no primeiro minuto. Bernardeschi cobrou falta com força e Pickford defendeu em dois tempos. Já aos cinco, Sterling recebeu dentro da área, mas foi desarmado por Chiellini. Nos últimos minutos, os dois treinadores realizaram substituições de olho nos pênaltis.

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Nas penalidades, a Itália acertou três cobranças e a Inglaterra dois. Jorginho teve a primeira chance de dar o título para a seleção italiana, mas parou em Pickford. Na sequência, o goleiro Donnarumma defendeu a cobrança do jovem Saka e garantiu o título.

FICHA TÉCNICA – ITÁLIA (3) 1X1 (2) INGLATERRA

Eurocopa – final

Data, hora e local: domingo (11/07), às 16h (horário de Brasília), no Wembley, em Londres, na Inglaterra.

Itália: ​Donnarumma; Di Lorenzo, Bonucci, Chiellini e Emerson Palmieri (Florenzi); Barella (Cristante), Jorginho e Verratti (Locatelli); Chiesa (Bernardeschi), Insigne e Immobile (Berardi). Técnico: Roberto Mancini.

Inglaterra: Pickford; Walker (Sancho), Stones e Maguire; Trippier (Saka), Phillips, Rice (Henderson) (Rashford) e Luke Shaw; Mount, Sterling e Harry Kane. Técnico: Gareth Southgate.

Gols: Luke Shaw (ING), aos 2′ do primeiro tempo, e Bonucci (ITA), aos 21′ do segundo tempo.

Cartões amarelos: Barella, Bonucci, Insigne, Chiellini e Jorginho (ITA); Maguire (ING).

Arbitragem: Bjorn Kuipers (HOL), auxiliado por Sander von Roekel (HOL) e Erwin Zeinstra (HOL). O responsável pelo VAR é Bastian Dankert (HOL).

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Brasil vence Egito mas não convence

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A Seleção Brasileira derrotou o Egito por 2 a 1, na noite deste sábado (6), em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, que se dará no próximo sábado (13), contra o Marrocos. Bruno Guimarães e Endrick fizeram os gols da equipe e Zico descontou para a seleção africana. Não foi um jogo empolgante, pois o Brasil mostrou as mesmas deficiências técnicas e táticas dos últimos jogos. O que deixa muitas incertezas do que teremos pelo frente.

A Seleção vai fazer sua estreia na Copa do Mundo no dia 13 de junho, próximo sábado, contra o Marrocos. A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília) e será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey (região de Nova York/Nova Jersey). O rival vem de uma vitória de 4 a 0 contra Madagascar e que neste domingo enfrenta a Noruega. Depois, o Brasil vai enfrentar o Haiti,no dia 19 de junho, time que vem de uma goleada que aplicou sobre Nova Zelândia e de derrota em amistoso contra o Peru, por 2 a 1. E vai fechar a primeira fase contra a Escócia, em 24 de junho. O time europeu vem de vitória em amistoso de 4 a 0 contra a Bolívia.

Pelo que se viu no amistoso contra o Egito, em que o Brasil utilizou todos os jogadores, é de preocupação para os torcedores. Afinal, om técnico Carlo Ancelotti faz mistério e está travando o time, para não assustar, ou o grupo é muito fraco mesmo, podendo fazer mais um vexame neste 2026, sequer passando da primeira fase. Jogo é jogo, treino é treino. Assim que vale. Copa do Mundo é pra valer. A última campeã, a Argentina, venceu neste sábado (6) a seleção de Honduras por 2 a 0. A França, vice na última copa e uma outra favorita, perdeu de 2 a 1 para Costa do Marfim nesta semana.

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Como foi a partida

A partida, disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland, teve ótimo público: 64.311 presentes, muitos com a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira. Em campo, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atuou com camisa azul e calções e meiões pretos. Vai repetir o uniforme no segundo jogo da Copa, contra o Haiti.

Na sua sétima vitória sobre os egípcios (em sete confrontos), o Brasil utilizou 22 atletas, como havia prometido o técnico Carlo Ancelotti, que queria dar nova oportunidade ao grupo de convocados.

O primeiro tempo começou à feição para o Brasil. Com forte marcação sob pressão na saída de bola do Egito, a equipe abriu o placar com apenas 6 minutos de jogo. Bruno Guimarães deu o bote no defensor adversário, tomou a bola dele e chutou com precisão: 1 a 0.

O gol deu a impressão de que a Seleção não teria dificuldades para ampliar. Mas, numa outra falha, dessa vez da defesa brasileira, Zico empatou, aos 10 minutos. O jogador egípcio ganhou este nome em homenagem ao ex-craque do Brasil e do Flamengo.

A partir do 1 a 1, o domínio da Seleção Brasileira se fez presente, com ataques perigosos e diversas oportunidades criadas. Vini Jr, Raphinha e Igor Thiago, duas vezes, tiveram chance de desempatar, mas esbarram na ótima atuação do goleiro Shobeir.

A etapa inicial também foi marcada pela substituição, aos 15 minutos, de Wesley, que saiu chorando de campo, por Danilo. Ele sentiu dores na virilha esquerda.

No intervalo, a Seleção promoveu várias alterações, assim como Ancelotti tinha feito no amistoso anterior, no Maracanã, em que o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2.

Os substitutos deram outro ritmo à partida nos 15 primeiros minutos da etapa final, período em que os egípcios sequer conseguiam passar do meio de campo. O gol da vitória surgiu novamente de um aperto da marcação brasileira na defesa adversária. Na sequência, Raphinha cruzou rasteiro e Endrick finalizou de esquerda.

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Foi o quarto gol do jovem atacante na Seleção Brasileira, que não fazia um gol pelo Brasil havia dois anos.

Com a vantagem, a Seleção Brasileira soube conduzir o jogo, sem deixar de tentar novas situações de gol, notadamente quando a bola sobrava para Luiz Henrique, cujo talento desnorteou os zagueiros do Egito mais de uma vez.

Agora, é esperar mais sete dias para ver a Seleção Brasileira em ação num duelo contra outra forte seleção, a do Marrocos, em Nova Jersey.

Ficha técnica

Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)

Renda: não divulgada. Público: 64.311 espectadores

Gols: Bruno Guimarães, aos 6’, Zico, aos 10’ (1º T), e Endrick, aos 51 ’ (2º T).

Cartão amarelo: Marquinhos e Hany

Árbitro: Adonai Escobedo (México). Assistentes: Ibrahim Martinez (México) e Maximiliano Gomez (México). VAR: Carlo Rivero (México)

BRASIL: Alisson (Weverton, aos 46’); Wesley (Danilo, aos 16’), Marquinhos (Bremer, aos 16’), Ibañez, (Léo Pereira, aos 46’), e Douglas Santos (Alex Sandro, aos 72’); Casemiro (Fabinho, aos 46’) e Bruno Guimarães (Danilo Santos, aos 46’); Lucas Paquetá (Luiz Henrique, aos 46’), Raphinha (Gabriel Martinelli, aos 72’), Igor Thiago (Endrick, aos 46’) e Vinícius Júnior (Matheus Cunha, aos 46’).Treinador: Carlo Ancelotti

EGITO: Shobeir, Hany (Tarek Alaa, aos 74’), Fathy, Yasser e Fatouh (Hafez, aos 74’); Lashin (Ashour, aos 74’), Attia (Zizo, aos 84’) e Trézéguet (Abdelmonem, aos 46’); Zico (Adel, aos 74’), Hassan (Salah, aos 46’) e Marmoush (Abdelkarim, aos 84’). Treinador: Hossam Hassan.

Foto CBF/ PARANA PORTAL

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