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Edina Alves integra programa de profissionalização da arbitragem da CBF em 2026

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A presença de Edina Alves entre os árbitros escolhidos reforça sua relevância no cenário do futebol nacional e internacional. Com uma trajetória consolidada em competições nacionais e da FIFA, a goioerense passa a integrar o novo modelo de arbitragem profissional adotado pela CBF, representando um avanço importante para a valorização da categoria.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou nesta terça-feira (27) a criação do programa de profissionalização da arbitragem brasileira, que passa a valer a partir da temporada 2026, inicialmente para os jogos do Campeonato Brasileiro da Série A. Entre os nomes selecionados está a árbitra goioerense Edina Alves Batista, que integra o seleto grupo de 20 árbitros centrais contratados pela entidade.

Ao todo, o programa contempla 72 profissionais, sendo 20 árbitros principais, 40 assistentes e 12 árbitros de VAR. Esse grupo será responsável por atuar nas 380 partidas da Série A, podendo também ser escalado, de forma eventual, para jogos da Copa do Brasil e rodadas decisivas da Série B. A lista de designações será atualizada a cada rodada do campeonato.

A presença de Edina Alves entre os árbitros escolhidos reforça sua relevância no cenário do futebol nacional e internacional. Com uma trajetória consolidada em competições nacionais e da FIFA, a goioerense passa a integrar o novo modelo de arbitragem profissional adotado pela CBF, representando um avanço importante para a valorização da categoria.

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Os árbitros selecionados terão contrato de trabalho com duração de um ano, a ser firmado a partir de fevereiro, com início oficial do programa em 1º de março. A contratação será no modelo de pessoa jurídica (PJ). Apesar de não exigir dedicação exclusiva, a CBF estabelece prioridade ao exercício da arbitragem dentro do calendário de competições.

Além do pagamento por partida, os profissionais contarão com salário fixo mensal e bônus por desempenho. Os valores variam conforme a categoria, como árbitro FIFA ou CBF. A CBF não divulgará os valores individualmente, mas a média salarial dos contratados será em torno de R$ 13 mil mensais, podendo ultrapassar R$ 30 mil no caso dos árbitros centrais.

A escolha dos 72 primeiros contratados seguiu critérios técnicos definidos pela entidade. Entre eles estão o fato de o árbitro integrar os quadros da FIFA ou da CBF, o número de escalas na Série A nas temporadas de 2024 e 2025 e a nota média obtida nas avaliações de desempenho realizadas pela CBF nesses mesmos períodos.

O programa de profissionalização foi desenvolvido com base em estudos de modelos adotados em países como Alemanha, Inglaterra, Espanha e México, além de debates com clubes e árbitros brasileiros. A iniciativa está estruturada em quatro pilares: remuneração, excelência física e de saúde, capacitação técnica e tecnologia e inovação.

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No campo da excelência física e da saúde, os árbitros terão rotina semanal de treinos e serão monitorados por meio de smartwatches fornecidos pela CBF. Também contarão com acompanhamento de nutricionistas, psicólogos e fisioterapeutas, além de avaliações periódicas que poderão, inclusive, impedir escalas em caso de desempenho abaixo do esperado.

Na área de capacitação técnica, a CBF promoverá imersões mensais com aulas teóricas e práticas, testes e análises detalhadas de lances e decisões. Já no eixo de tecnologia e inovação, estão previstas a implantação do VAR semiautomático e o uso da chamada “refcam”, câmera acoplada ao corpo do árbitro para auxiliar no controle disciplinar e no comportamento dos atletas.

A entidade também adotará um ranking interno de avaliação para promover árbitros com melhor desempenho e rebaixar aqueles com resultados inferiores. As notas levarão em consideração o controle de jogo, a correta aplicação das regras e o desempenho físico. Estão previstos, no mínimo, dois acessos e dois rebaixamentos por ano, com avaliações feitas por observadores e pela comissão de arbitragem da CBF.

Com a inclusão de Edina Alves no programa, Goioerê passa a ter uma representante direta em um dos projetos mais relevantes já lançados para a modernização e valorização da arbitragem brasileira.

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Técnico de Marrocos confirma desfalque de Saibari para quartas e diz: “França é favorita”

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Treinador Mohamed Ouahbi admitiu favoritismo dos adversários, mas ressaltou: “O grande prêmio é ganhar a Copa, não gosto disso de chegou aqui e está tudo bem.”

O técnico de Marrocos, Mohamed Ouahbi, confirmou que o atacante Ismael Saibari será desfalque contra a França pelas quartas de final da Copa do Mundo.

– Todos disponíveis, apenas Saibari que não está. Espero continuar na competição – disse o treinador em entrevista coletiva nesta quarta-feira.

Destaque de Marrocos nesta Copa com três gols em cinco jogos, Saibari deixou a partida contra o Canadá, no último sábado, com dores na região posterior da coxa direita e não conseguiu se recuperar a tempo. Soufiane Rahimi deve ser o substituto.

Ouahbi alegou que a França é a favorita para o jogo nesta quinta-feira, às 17h (de Brasília), no Estádio de Boston, nos Estados Unidos, com transmissão ao vivo de TV Globosportv e ge tv e cobertura em tempo real do ge.

– Sempre gosto de dizer que o sucesso se mede ao final da competição. Já falamos como estafe com os jogadores. Não vamos nos enganar, França é favorita, mas faremos o possível para ganhar o jogo de amanhã. Não gosto da sensação de enfrentar um muro. O grande prêmio é ganhar a Copa, não gosto disso de chegou aqui e está tudo bem.

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Apesar do favoritismo, Ouahbi fez questão de diferenciar o duelo deste ano do ocorrido em 2022, no Catar, na semifinal, quando a França venceu Marrocos por 2 a 0.

– Cada jogo tem um contexto. Não será igual a 2022. O importante é que agora temos um time diferente e precisamos ter confiança no que demonstramos até aqui.

– Os pontos fortes são os que nos levaram até aqui. Em comparação com o último mundial, não se trata de ter mais ou menos pontos, mas significa que estamos evoluindo. Agora, falamos de dois países que trabalham muito bem o seu futebol. Não me surpreende essa França. Queremos jogar o jogo para não ter remorso de nada. Há coisas a melhorar e temos que disputar o jogo a 100%, dar tudo. O que fizemos até agora não está mal e vamos assim.

— É um árbitro experiente e é isso que queremos. Estamos tranquilos. Tivemos um árbitro holandês antes de jogar contra Holanda e foi bem. Não entramos nisso. O que temos que valorizar, tivemos um bom árbitro contra Canadá, mas não falava e dava muito cartão. Antes, tivemos um que não dava cartão. Isso pode influenciar. Acho que precisa melhorar nesse sentido. Mas nada a mais, estão no nível.

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