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Palmeiras perde para o Ceará e se afasta da briga pelo título do Brasileiro

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Palmeiras não conseguiu se recuperar no Campeonato Brasileiro neste domingo. Na Arena Castelão, o time foi derrotado pelo Ceará por 2 a 1, pela 32ª rodada, e obteve sua segunda derrota consecutiva na competição.

Com o resultado, o Ceará chegou a 45 pontos e subiu para o oitava colocação. Já o Palestra segue com 51 pontos e permanece na quinta posição da tabela.

O Vovô volta a campo no próximo domingo, quando enfrenta o Athletico-PR às 19 horas, no Castelão, pela 33ª rodada do Brasileirão. Já o Verdão enfrenta o Vasco nesta terça, no Allianz Parque, às 20 horas, em jogo atrasado pela 1ª rodada do torneio.

O jogo – O Palestra começou melhor e criou as primeiras boas chances da partida com Lucas Lima e Gabriel Silva. Porém, o Ceará aproveitou uma falha da defesa alviverde e saiu na frente aos nove minutos da etapa inicial. Gustavo Scarpa interceptou um lançamento errado de Fernando Sobral e acabou escorregando na execução do domínio. A bola sobrou para Lima, que invadiu a área e bateu na saída de Jailson para deixar o Vozão em vantagem.

Atrás no placar, os visitantes tentaram reagir na partida e tiveram uma grande oportunidade com Gabriel Veron, mas o atacante desperdiçou. Para piorar, o Ceará aproveitou um rápido contra-ataque aos 25 minutos e ampliou o resultado. Após lançamento da defesa, Léo Chú entrou na área adversária, foi derrubado com falta por Patrick de Paula e o juiz deu pênalti. Vina foi para a bola, deslocou o goleiro e anotou o segundo dos donos da casa.

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O Palmeiras não desistiu e conseguiu diminuir aos 32. Lucas Lima deu lindo passe na esquerda para Veron, que, livre, avançou em velocidade e finalizou rasteiro no canto direito para marcar para o Verdão. A equipe tentou chegar ao empate ainda no primeiro tempo, mas a partida ficou truncada e a vantagem cearense seguiu até o intervalo.

(Foto: Cesar Greco)

Na segunda etapa, o Palestra voltou mais ligado e pressionou o Ceará em busca do empate, enquanto os mandantes buscaram aumentar o resultado nos contra-ataques. O Alviverde construiu boas jogadas no início e teve a chance de igualar os marcadores com Gabriel Silva, mas Tiago travou a finalização do atacante.

O Vovô melhorou depois dos primeiros 15 minutos e deixou o confronto mais equilibrado. Os Alvinegros começaram a trabalhar mais a bola e chegaram bem ao ataque com Vina e Lima, mas o time não conseguiu aproveitar as oportunidades.

Nos instantes finais, Pedro Acácio recebeu um bom lançamento em profundidade e ficaria de frente para o gol, mas o goleiro Richard saiu bem na cobertura e afastou a bola. O Ceará respondeu com um bom chute de Saulo Mineiro, mas Jailson defendeu e o atacante estava impedido. O Palmeiras ainda tentou com Fabrício nos acréscimos, mas Richard fez a defesa e a partida acabou com vitória para o Vozão.

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FICHA TÉCNICA
CEARÁ 2 X 1 PALMEIRAS

Local: Arena Castelão, em Fortaleza (CE)
Data: 24 de janeiro de 2021, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (Fifa-SC)
Assistentes: Helton Nunes (SC) e Johnny Barros de Oliveira (SC)
VAR: Adriano Milczvski (PR)
Cartões amarelos: Léo Chú e Charles (Ceará); Alan Empereur, Emerson Santos, Lucas Esteves, Patrick de Paula e Felipe Melo (Palmeiras)
Cartão vermelho: Eduardo (Ceará)

GOLS:
Lima, aos 9 minutos do 1ºT, e Vina, aos 25 do 1ºT (Ceará); Gabriel Veron, aos 32 minutos do 1ºT (Palmeiras)

CEARÁ: Richard; Samuel Xavier, Tiago, Luiz Otávio e Bruno Pacheco; Fabinho (William Oliveira), Fernando Sobral, Lima, Vina (Felipe Vizeu) e Léo Chú (Charles); Cléber (Saulo Mineiro)
Técnico: Guto Ferreira

PALMEIRAS: Jailson; Mayke, Alan Empereur, Gustavo Gómez e Gustavo Scarpa (Pedro Acácio); Emerson Santos, Patrick de Paula (Felipe Melo) e Lucas Lima; Breno Lopes, Gabriel Silva (Fabrício) e Gabriel Veron (Lucas Esteves)
Técnico: Abel Ferreira

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Brasil vence Egito mas não convence

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A Seleção Brasileira derrotou o Egito por 2 a 1, na noite deste sábado (6), em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, que se dará no próximo sábado (13), contra o Marrocos. Bruno Guimarães e Endrick fizeram os gols da equipe e Zico descontou para a seleção africana. Não foi um jogo empolgante, pois o Brasil mostrou as mesmas deficiências técnicas e táticas dos últimos jogos. O que deixa muitas incertezas do que teremos pelo frente.

A Seleção vai fazer sua estreia na Copa do Mundo no dia 13 de junho, próximo sábado, contra o Marrocos. A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília) e será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey (região de Nova York/Nova Jersey). O rival vem de uma vitória de 4 a 0 contra Madagascar e que neste domingo enfrenta a Noruega. Depois, o Brasil vai enfrentar o Haiti,no dia 19 de junho, time que vem de uma goleada que aplicou sobre Nova Zelândia e de derrota em amistoso contra o Peru, por 2 a 1. E vai fechar a primeira fase contra a Escócia, em 24 de junho. O time europeu vem de vitória em amistoso de 4 a 0 contra a Bolívia.

Pelo que se viu no amistoso contra o Egito, em que o Brasil utilizou todos os jogadores, é de preocupação para os torcedores. Afinal, om técnico Carlo Ancelotti faz mistério e está travando o time, para não assustar, ou o grupo é muito fraco mesmo, podendo fazer mais um vexame neste 2026, sequer passando da primeira fase. Jogo é jogo, treino é treino. Assim que vale. Copa do Mundo é pra valer. A última campeã, a Argentina, venceu neste sábado (6) a seleção de Honduras por 2 a 0. A França, vice na última copa e uma outra favorita, perdeu de 2 a 1 para Costa do Marfim nesta semana.

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Como foi a partida

A partida, disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland, teve ótimo público: 64.311 presentes, muitos com a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira. Em campo, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atuou com camisa azul e calções e meiões pretos. Vai repetir o uniforme no segundo jogo da Copa, contra o Haiti.

Na sua sétima vitória sobre os egípcios (em sete confrontos), o Brasil utilizou 22 atletas, como havia prometido o técnico Carlo Ancelotti, que queria dar nova oportunidade ao grupo de convocados.

O primeiro tempo começou à feição para o Brasil. Com forte marcação sob pressão na saída de bola do Egito, a equipe abriu o placar com apenas 6 minutos de jogo. Bruno Guimarães deu o bote no defensor adversário, tomou a bola dele e chutou com precisão: 1 a 0.

O gol deu a impressão de que a Seleção não teria dificuldades para ampliar. Mas, numa outra falha, dessa vez da defesa brasileira, Zico empatou, aos 10 minutos. O jogador egípcio ganhou este nome em homenagem ao ex-craque do Brasil e do Flamengo.

A partir do 1 a 1, o domínio da Seleção Brasileira se fez presente, com ataques perigosos e diversas oportunidades criadas. Vini Jr, Raphinha e Igor Thiago, duas vezes, tiveram chance de desempatar, mas esbarram na ótima atuação do goleiro Shobeir.

A etapa inicial também foi marcada pela substituição, aos 15 minutos, de Wesley, que saiu chorando de campo, por Danilo. Ele sentiu dores na virilha esquerda.

No intervalo, a Seleção promoveu várias alterações, assim como Ancelotti tinha feito no amistoso anterior, no Maracanã, em que o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2.

Os substitutos deram outro ritmo à partida nos 15 primeiros minutos da etapa final, período em que os egípcios sequer conseguiam passar do meio de campo. O gol da vitória surgiu novamente de um aperto da marcação brasileira na defesa adversária. Na sequência, Raphinha cruzou rasteiro e Endrick finalizou de esquerda.

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Foi o quarto gol do jovem atacante na Seleção Brasileira, que não fazia um gol pelo Brasil havia dois anos.

Com a vantagem, a Seleção Brasileira soube conduzir o jogo, sem deixar de tentar novas situações de gol, notadamente quando a bola sobrava para Luiz Henrique, cujo talento desnorteou os zagueiros do Egito mais de uma vez.

Agora, é esperar mais sete dias para ver a Seleção Brasileira em ação num duelo contra outra forte seleção, a do Marrocos, em Nova Jersey.

Ficha técnica

Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)

Renda: não divulgada. Público: 64.311 espectadores

Gols: Bruno Guimarães, aos 6’, Zico, aos 10’ (1º T), e Endrick, aos 51 ’ (2º T).

Cartão amarelo: Marquinhos e Hany

Árbitro: Adonai Escobedo (México). Assistentes: Ibrahim Martinez (México) e Maximiliano Gomez (México). VAR: Carlo Rivero (México)

BRASIL: Alisson (Weverton, aos 46’); Wesley (Danilo, aos 16’), Marquinhos (Bremer, aos 16’), Ibañez, (Léo Pereira, aos 46’), e Douglas Santos (Alex Sandro, aos 72’); Casemiro (Fabinho, aos 46’) e Bruno Guimarães (Danilo Santos, aos 46’); Lucas Paquetá (Luiz Henrique, aos 46’), Raphinha (Gabriel Martinelli, aos 72’), Igor Thiago (Endrick, aos 46’) e Vinícius Júnior (Matheus Cunha, aos 46’).Treinador: Carlo Ancelotti

EGITO: Shobeir, Hany (Tarek Alaa, aos 74’), Fathy, Yasser e Fatouh (Hafez, aos 74’); Lashin (Ashour, aos 74’), Attia (Zizo, aos 84’) e Trézéguet (Abdelmonem, aos 46’); Zico (Adel, aos 74’), Hassan (Salah, aos 46’) e Marmoush (Abdelkarim, aos 84’). Treinador: Hossam Hassan.

Foto CBF/ PARANA PORTAL

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