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Paraná Clube cede empate ao Brasil de Pelotas e perde chance de liderar a Série B

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Paraná Clube e Brasil de Pelotas empataram em 1 a 1 na noite deste sábado (26) e a equipe paranista perdeu a chance de voltar a liderança do Campeonato Brasileiro da Série B.

Renan Bressan marcou para o Paraná Clube, enquanto Rodrigo Ferreira igualou para o Brasil de Pelotas.

O duelo foi realizado no Bento de Freitas, em Pelotas, sem a presença de público devido a pandemia da Covid-19.

O empre deixa o Paraná com 21 pontos, um abaixo do Cuiabá. Vale lembrar que a Chapecoense 18 e tem dois jogos a menos que os rivais no topo da tabela.

Já o Brasil aumentou para cinco jogos sua série invicta e se manteve para a 11ª posição com 14 pontos ganhos.

Paraná e Brasil entram em campo apenas no meio da próxima semana, em jogos válidos pela 12ª rodada da Série B.

O Paraná recebe a Chapecoense na Vila Capanema, na próxima terça-feira (29), às 19h30, enquanto o Brasil de Pelotas viaja para enfrentar o Confiança no Batistão, às 16h30, da próxima quarta-feira (30).

 

FALHA DE ALISSON DETERMINA EMPATE DO PARANÁ CLUBE

Sob forte chuva em Pelotas, o Paraná Clube finalizou primeiro aos nove minutos. Andrey recebeu na intermediária e arriscou o chute cruzado, mas a bola passou á direita da meta.

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O Brasil chegou na bola parada aos 13 minutos. Gegê bateu escanteio da direita, Alisson saiu mal do gol, mas Poveda não conseguiu o desvio e Paulo Henrique desviou com as costas para fazer o corte.

Nova chance do Brasil aos 19 minutos. Matheus Oliveira recuperou bola no campo de ataque e arriscou finalização de média distância em chute colocado que passou raspando o poste esquerdo.

Resposta do Paraná aos 28 minutos. Renan Bressan ajeitou para Andrey finalizar cruzado perto do poste direito de Rafael Martins.

O segundo tempo continuou com um ritmo lento e a primeira chance de perigo saiu aos 12 minutos. Gegê bateu escanteio da direita, Alisson novamente não achou a bola que tocou o travessão antes de sair.

Alisson salvou o Paraná Clube aos 31 minutos. Alex Ruan arriscou da entrada da área e o goleiro espalmou a bola alta para a linha de fundo.

Mas foi o Paraná Clube quem abriu o placar aos 33 minutos. Em contra-ataque pela direita, Gabriel Pires cruzou rasteiro e Renan Bressan bateu firme no canto direito alto para balançar as redes.

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O Brasil conseguiu empatar o duelo aos 41 minutos. Após cobrança ensaiada de falta, Rodrigo Ferreira recebeu na intermediária e arriscou o chute cruzado, Alisson caiu atrasado e a bola morreu no canto esquerdo.

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Com invencibilidade recorde, Espanha vai à final da Copa após 16 anos

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A Espanha fez jus ao retrospecto positivo nos últimos confrontos decisivos contra a França e levou a melhor de novo. Nesta terça-feira (14), a Fúria (apelido da seleção espanhola) venceu o clássico por 2 a 0 em Dallas (Estados Unidos) e se classificou para a final da Copa do Mundo pela segunda vez na história.

Foram 16 anos de espera. Desde o título em 2010, na África do Sul, os espanhóis acumularam fracassos nos três Mundiais seguintes, com a queda na fase de grupos em 2014 (Brasil) e duas eliminações nas oitavas de final em 2018 (Rússia) e 2022 (Catar).

Além da vaga à decisão, a Espanha registou a maior sequência invicta de uma seleção na história, de forma isolada. São 38 partidas sem perder desde 15 de junho de 2023, quando derrotou a Itália por 2 a 1 pela Liga das Nações – torneio de países europeus que ocorre a cada duas temporadas. Os espanhóis dividiam o recorde de invencibilidade com os próprios italianos (2018 a 2021).

Esta foi a quarta vez seguida que a Espanha deixou a França para trás em um duelo eliminatório. Em 2024, a Fúria levou a melhor na semifinal da Eurocopa (2a1) e na decisão olímpica de Paris, capital francesa (5 a 3). Já no ano passado, o triunfo (5 a 4) foi pela semi da Liga das Nações.

Em uma seleção de nomes badalados, como o volante Rodri, eleito o Bola de Ouro da temporada 2023/2024; e a jovem estrela Lamine Yamal, que fez 19 anos na última segunda-feira (13), o discreto Mikel Oyarzabal brilhou de novo. Acostumado a marcar gols decisivos, como nas finais da Eurocopa de 2024 e da Liga das Nações de 2025 ou na conquista da última Copa do Rei da Espanha pela Real Sociedad, o atacante encaminhou o resultado em Dallas, abrindo o placar e balançando as redes pela quinta vez neste Mundial.

A Espanha espera o ganhador da outra semifinal, entre Argentina e Inglaterra, que se enfrentam nesta quarta-feira (15), às 16h (horário de Brasília), em Atlanta. A final será no domingo (19), no mesmo horário, em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.

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Os Bleus (apelido da seleção francesa), por sua vez, perdem a chance de igualar um feito que somente Brasil (1994 a 2002) e Alemanha (1982 a 1990) alcançaram: disputar três finais de Copa seguidas. Além disso, o atacante Kylian Mbappé poderia repetir o ex-lateral brasileiro Cafu, que segue como único homem a participar de três decisões de Mundial.

À França, resta a disputa do terceiro lugar, contra o perdedor do confronto entre argentinos e ingleses. O duelo será às 18h, em Miami (Estados Unidos).

EFICIÊNCIA “FURIOSA”

Na Espanha, Luis de la Fuente mandou a campo a mesma escalação que venceu a Bélgica por 2 a 1 nas quartas de final. Do lado francês, Didier Deschamps fez duas mudanças em relação à vitória por 2 a 0 sobre Marrocos, repetindo a escalação do 3 a 0 aplicado na Suécia, nos 16 avos de final. No meio, Aurélien Tchouaméni se recuperou de uma lesão no adutor da coxa direita e retornou ao time no lugar de Manu Koné. À frente, Bradley Barcola assumiu a vaga de Desiré Doué.

As equipes não abdicaram dos respectivos estilo de jogo. A Espanha fazia a bola girar em busca de espaços e pressionava a saída de jogo e a França buscava impor intensidade e velocidade em seus avanços. A sensação, tamanho o equilíbrio, era que a rede balançaria somente se algum dos lados errasse.

Foi justamente o que ocorreu. Aos 20 minutos, o lateral Lucas Digne tentou cortar um cruzamento da esquerda, mas a bola subiu demais e deu tempo para Lamine Yamal tomar a frente do francês, que o atingiu na coxa, dentro da área. Coube a Oyarzabal cobrar a meia altura, no canto esquerdo, abrindo o placar.

Aos 28, para deixar a missão francesa mais complexa, William Saliba, um dos principais zagueiros da última temporada europeia, sentiu as costas e teve de sair de campo. Ele deu lugar a Maxence Lacroix.

A Espanha conseguia neutralizar o meio-campo francês, dificultando a movimentação de Adrien Rabiot e, principalmente, Michael Olise, o líder de assistências – cinco – do Mundial, obrigando os atacantes Ousmané Dembélé e Mbappé a atuarem longe da área. De quebra, a Fúria se armou de forma a estar pronta para qualquer erro de passe ou domínio dos adversários.

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Aos 37 minutos, o goleiro Mike Maignan saiu jogando errado e a bola sobrou na intermediária com Rodri. O volante acionou Yamal, que tabelou com o meia Dani Olmo, entrou na área pela direita e rolou para dentro, buscando Oyazarabal. Na hora certa, o zagueiro Dayot Upamecano travou o chute do atacante, que estava de frente para o gol.

XEQUE-MATE ESPANHOL

A França voltou do intervalo com Koné na vaga de Rabiot – que já tinha cartão amarelo – e Doué no lugar de Barcola. A ideia de Deschamps era aproveitar a habilidade do atacante para desarrumar a marcação da Espanha.

Não deu certo. A Fúria manteve o controle do duelo e chegou ao segundo gol aos 12 minutos. Na sequência da tabela com Dani Olmo, o lateral Pedro Porro escapou da marcação, entrou na área francesa pela direita e chutou na saída de Maignan.

E o 3 a 0 poderia ter saído três minutos depois, não fosse um impedimento milimétrico de Yamal. Ele recebeu na direita, superou Digne e finalizou no canto direito. A jogada foi invalidada porque o atacante estava um ombro a frente do lateral francês na origem do lançamento.

Somente aos 21 minutos da segunda etapa veio o primeiro lance de perigo da França: uma batida cruzada de Mbappé, que invadiu a área pela direita e finalizou. A bola desviou na marcação e saiu rente à trave de Unai Simon.

A França, desconfortável com a desvantagem inédita nesta Copa e a eliminação que se encaminhava, lançou-se como pôde ao ataque, mas praticamente não deu trabalho ao goleiro espanhol. Aos cantos de “olé” das arquibancadas em Dallas, a Fúria segurou o resultado e festejou a vaga em mais uma final.

Agência Brasil

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