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Santos perde no Equador e está eliminado da Copa Libertadores

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O sonho do Santos de se classificar para as oitavas de final da Copa Libertadores durou 2 minutos e 38 segundos nesta quarta-feira (26). Foi o tempo que o Boca Juniors levou para fazer o primeiro gol contra o The Strongest (BOL), em La Bombonera,

Era o fim. Restava ao time brasileiro se preparar para ao destino reservado para o terceiro colocado da chave: a Copa Sul-Americana.

Para se classificar entre os dois melhores do Grupo C, o Santos precisava derrotar o Barcelona (EQU) e esperar que o Boca Juniors não derrotasse os bolivianos.

Em Guayaquil, a equipe brasileira perdeu por 3 a 1 mostrando um futebol sofrível. Os argentinos ganharam por 3 a 0 e avançaram para o mata-mata, ao lado do Barcelona.

Foi a primeira vez que o Santos acabou eliminado na fase de grupos da Libertadores desde 1984. Naquele ano, foi lanterna em grupo que tinha Flamengo, América de Cáli e Junior de Barranquilla (ambos da Colômbia). Mas naquela época, se classificava apenas o primeiro colocado.

O time foi dirigido na Colômbia pelo auxiliar Márcio Araújo. O técnico Fernando Diniz foi suspenso por dois jogos pela Conmebol após ser expulso em sua estreia, diante do Boca. Enquanto a equipe esperava a hora da partida, a diretoria tentava viabilizar contratações esperadas pelo treinador.

As primeiras delas poderão ser o lateral esquerdo Moraes, que jogou o último Campeonato Paulista pelo Mirassol, e o meia-atacante Marcos Guilherme, do Internacional-RS. O clube também negocia o empréstimo do armador Paulo Henrique Ganso, revelado na Vila Belmiro e hoje reserva no Fluminense.

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Com problemas de marcação e erros na saída de jogo, o Santos levou o primeiro gol aos 14, quando Damián Díaz completou cruzamento com arremate de primeira. Com controle na partida, os donos da casa poderiam ter anotado mais duas vezes antes do intervalo, mas falharam nas finalizações.

Pagaram pelos erros porque, nos 10 minutos finais, os visitantes cresceram de produção, mas sem entrarem na área, Luan Peres ameaçou com finalização de longe.

Pouco depois, aos 46, o goleiro Burrai falhou e largou chute de Lucas Braga, que fez bela jogada individual, nos pés de Kaio Jorge. O atacante tocou para o gol.

Foi uma esperança breve porque, oito minutos após o reinício o time equatoriano estava novamente na frente em lance que o lateral Felipe Jonatan desistiu da marcação de Hoyos. Ele cruzou para Damian Díaz marcar de novo.

Foi jogada lapidar das dificuldades defensivas que o Santos enfrentou durante todo o torneio.

Mas se este foi um momento ruim da marcação santista, não pode ser comparado ao terceiro gol do Barcelona. Cortez passou para Montaño arrematar na saída de João Paulo com tanta facilidade que a dupla parecia jogar sozinha, sem a presença de adversários.

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Brasil vence Egito mas não convence

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A Seleção Brasileira derrotou o Egito por 2 a 1, na noite deste sábado (6), em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, que se dará no próximo sábado (13), contra o Marrocos. Bruno Guimarães e Endrick fizeram os gols da equipe e Zico descontou para a seleção africana. Não foi um jogo empolgante, pois o Brasil mostrou as mesmas deficiências técnicas e táticas dos últimos jogos. O que deixa muitas incertezas do que teremos pelo frente.

A Seleção vai fazer sua estreia na Copa do Mundo no dia 13 de junho, próximo sábado, contra o Marrocos. A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília) e será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey (região de Nova York/Nova Jersey). O rival vem de uma vitória de 4 a 0 contra Madagascar e que neste domingo enfrenta a Noruega. Depois, o Brasil vai enfrentar o Haiti,no dia 19 de junho, time que vem de uma goleada que aplicou sobre Nova Zelândia e de derrota em amistoso contra o Peru, por 2 a 1. E vai fechar a primeira fase contra a Escócia, em 24 de junho. O time europeu vem de vitória em amistoso de 4 a 0 contra a Bolívia.

Pelo que se viu no amistoso contra o Egito, em que o Brasil utilizou todos os jogadores, é de preocupação para os torcedores. Afinal, om técnico Carlo Ancelotti faz mistério e está travando o time, para não assustar, ou o grupo é muito fraco mesmo, podendo fazer mais um vexame neste 2026, sequer passando da primeira fase. Jogo é jogo, treino é treino. Assim que vale. Copa do Mundo é pra valer. A última campeã, a Argentina, venceu neste sábado (6) a seleção de Honduras por 2 a 0. A França, vice na última copa e uma outra favorita, perdeu de 2 a 1 para Costa do Marfim nesta semana.

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Como foi a partida

A partida, disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland, teve ótimo público: 64.311 presentes, muitos com a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira. Em campo, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atuou com camisa azul e calções e meiões pretos. Vai repetir o uniforme no segundo jogo da Copa, contra o Haiti.

Na sua sétima vitória sobre os egípcios (em sete confrontos), o Brasil utilizou 22 atletas, como havia prometido o técnico Carlo Ancelotti, que queria dar nova oportunidade ao grupo de convocados.

O primeiro tempo começou à feição para o Brasil. Com forte marcação sob pressão na saída de bola do Egito, a equipe abriu o placar com apenas 6 minutos de jogo. Bruno Guimarães deu o bote no defensor adversário, tomou a bola dele e chutou com precisão: 1 a 0.

O gol deu a impressão de que a Seleção não teria dificuldades para ampliar. Mas, numa outra falha, dessa vez da defesa brasileira, Zico empatou, aos 10 minutos. O jogador egípcio ganhou este nome em homenagem ao ex-craque do Brasil e do Flamengo.

A partir do 1 a 1, o domínio da Seleção Brasileira se fez presente, com ataques perigosos e diversas oportunidades criadas. Vini Jr, Raphinha e Igor Thiago, duas vezes, tiveram chance de desempatar, mas esbarram na ótima atuação do goleiro Shobeir.

A etapa inicial também foi marcada pela substituição, aos 15 minutos, de Wesley, que saiu chorando de campo, por Danilo. Ele sentiu dores na virilha esquerda.

No intervalo, a Seleção promoveu várias alterações, assim como Ancelotti tinha feito no amistoso anterior, no Maracanã, em que o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2.

Os substitutos deram outro ritmo à partida nos 15 primeiros minutos da etapa final, período em que os egípcios sequer conseguiam passar do meio de campo. O gol da vitória surgiu novamente de um aperto da marcação brasileira na defesa adversária. Na sequência, Raphinha cruzou rasteiro e Endrick finalizou de esquerda.

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Foi o quarto gol do jovem atacante na Seleção Brasileira, que não fazia um gol pelo Brasil havia dois anos.

Com a vantagem, a Seleção Brasileira soube conduzir o jogo, sem deixar de tentar novas situações de gol, notadamente quando a bola sobrava para Luiz Henrique, cujo talento desnorteou os zagueiros do Egito mais de uma vez.

Agora, é esperar mais sete dias para ver a Seleção Brasileira em ação num duelo contra outra forte seleção, a do Marrocos, em Nova Jersey.

Ficha técnica

Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)

Renda: não divulgada. Público: 64.311 espectadores

Gols: Bruno Guimarães, aos 6’, Zico, aos 10’ (1º T), e Endrick, aos 51 ’ (2º T).

Cartão amarelo: Marquinhos e Hany

Árbitro: Adonai Escobedo (México). Assistentes: Ibrahim Martinez (México) e Maximiliano Gomez (México). VAR: Carlo Rivero (México)

BRASIL: Alisson (Weverton, aos 46’); Wesley (Danilo, aos 16’), Marquinhos (Bremer, aos 16’), Ibañez, (Léo Pereira, aos 46’), e Douglas Santos (Alex Sandro, aos 72’); Casemiro (Fabinho, aos 46’) e Bruno Guimarães (Danilo Santos, aos 46’); Lucas Paquetá (Luiz Henrique, aos 46’), Raphinha (Gabriel Martinelli, aos 72’), Igor Thiago (Endrick, aos 46’) e Vinícius Júnior (Matheus Cunha, aos 46’).Treinador: Carlo Ancelotti

EGITO: Shobeir, Hany (Tarek Alaa, aos 74’), Fathy, Yasser e Fatouh (Hafez, aos 74’); Lashin (Ashour, aos 74’), Attia (Zizo, aos 84’) e Trézéguet (Abdelmonem, aos 46’); Zico (Adel, aos 74’), Hassan (Salah, aos 46’) e Marmoush (Abdelkarim, aos 84’). Treinador: Hossam Hassan.

Foto CBF/ PARANA PORTAL

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