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Wesley aproveita mudança de esquema e leva Palmeiras à vitória

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O Palmeiras entrou em campo neste domingo (6), pelo Campeonato Brasileiro, com uma formação diferente da que estreou no torneio, há uma semana, e venceu a Chapecoense, por 3 a 1, no Allianz Parque.

As principais mudanças do treinador português Abel Ferreira foram percebidas na construção das jogadas e em uma equipe mais ofensiva.

A linha de três zagueiros da derrota para o Flamengo por 1 a 0 deu lugar a uma linha de quatro defensores. Dali para frente, dois trios.

Felipe Melo foi para o banco de reservas, e o meio de campo teve mais agilidade para fazer a bola chegar ao ataque, com Patrick de Paula, Raphael Veiga e Gustavo Scarpa.

Na frente, Wesley começou jogando ao lado de Luiz Adriano e Rony, e acabou a partida como destaque.

Se a ofensividade da equipe logo rendeu frutos, duas falhas da defesa da Chapecoense contribuíram também. Nos dois primeiros gols, a bola rebateu em jogadores do time catarinense antes de sobrar, primeiro para Wesley, depois para Luiz Adriano marcar.

Wesley, aliás, fez o terceiro, em um rápido contra-ataque, característica do time desde que Abel Ferreira assumiu o comando. O atacante, na saída do intervalo, ainda brincou que a rápida arrancada e o belo drible no zagueiro adversário foram inspirados em Lionel Messi.

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O jovem de 22 anos retornou ao Palmeiras no ano passado e vem ganhando espaço desde então. Ele fora emprestado antes para ganhar experiência.

Em toda temporada de 2020, ele disputou 25 jogos. Era titular e destaque com o ex-treinador Vanderlei Luxemburgo, mas uma séria lesão no joelho interrompeu sua ascensão. Em 2021, fez seu 20º jogo e marcou seu terceiro gol.

A partida também marcou a estreia de Jair Ventura pela Chapecoense. Sua equipe até teve algumas boas chances no ataque, mas teve dificuldade para converter em gols. Conseguiu no início da segunda etapa, em falta na meia-lua cobrada pelo lateral Busanello.

As mudanças feitas por Abel Ferreira também se devem aos desfalques na sua equipe, que somam 11, dentre lesionados, preservados ou aqueles servindo duas seleções nacionais.

Durante o jogo, Patrick de Paula sentiu dores na costela e precisou ser substituído.

O próximo duelo do Palmeiras será pela Copa do Brasil, contra o CRB, na quarta-feira (9). A partida será realizada em São Paulo, e o time alviverde entra em campo com vantagem de 1 a 0 conquistada no jogo de ida, podendo empatar para seguir em frente.

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No Campeonato Brasileiro, o próximo duelo é o clássico contra o Corinthians, às 19h do próximo sábado (12).

PALMEIRAS

Jailson; Mayke, Luan, Renan e Victor Luís; Patrick de Paula (Zé Rafael), Raphael Veiga e Gustavo Scarpa (Felipe Melo); Wesley (Lucas Esteves), Rony e Luiz Adriano (Willian). T.: Abel Ferreira

CHAPECOENSE

Tiepo; Matheus Ribeiro, Derlan, Laércio e Busanello; Moisés Ribeiro e Lima; Fabinho (Bruno Silva), Mike (Fernandinho) e Ronei (Ravanelli); Anselmo Ramon (Geuvânio). T.: Jair Ventura.

Estádio: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Árbitro: Leo Simão Holanda (CE)
Assistentes: Nailton Junior de Souza Oliveira e Cleberson do Nascimento Leite (CE)
VAR: Caio Max Augusto Vieira (RN)
Cartões amarelos: Wesley e Raphael Veiga (PAL)
Gols: Wesley (PAL), aos 7′ e aos 41′, e Luiz Adriano (PAL), aos 15’/1ºT; Busanello (CHA), aos 8’/2ºT

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Noruega vence Costa do Marfim e vai pegar o Brasil

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A Noruega será adversária do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo. Nesta terça-feira (30), a seleção escandinava superou a Costa do Marfim por 2 a 1 em Dallas, e terá pela frente a equipe brasileira no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.

A estrela de Erling Haaland brilhou. Bem marcado ao longo do jogo, o atacante mostrou que precisa de poucas chances para ser letal. O camisa 9 balançou as redes pela quinta vez na Copa, a um de se igualar o craque argentino Lionel Messi, artilheiro da competição. Pai do astro norueguês, o ex-lateral Alf-Inge Haaland estava no estádio e se emocionou.

O Brasil terá pela frente a única seleção que nunca derrotou na história. Em quatro jogos, são dois empates e dois triunfos noruegueses. O último foi justamente em uma Copa do Mundo. Em 1998, na França, os escandinavos ganharam por 2 a 1, de virada, pela fase de grupos.

EFICIÊNCIA ESCANDINAVA

Apesar de controlar o jogo durante a maior parte do primeiro tempo, a Costa do Marfim pecou na conclusão das jogadas. Foram duas chances claras desperdiçadas.

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Aos 20 minutos, o lateral Ghislain Konan invadiu a área na esquerda, driblou o zagueiro Marcus Pedersen e chutou rasteiro, rente à trave direita, pelo lado de fora da rede. Sete minutos depois, Yan Diomandé cruzou pela esquerda, o também atacante Nicolas Pépé escapou do lateral David Wolfe e finalizou na pequena área, mas pegou muito mal.

Quando conseguiu se desvencilhar da pressão marfinense, a Noruega saiu na frente. Aos 38 minutos, o meia Martin Odegaard abriu para Antonio Nusa pela esquerda. O atacante entrou na área, levou para a perna direita e acertou o ângulo do goleiro Yahia Fofana, que nada pôde fazer.

O BRILHO DO ARTILHEIRO

A etapa final foi ainda mais movimentada, com os Elefantes se lançando ao ataque. Aos nove minutos, o lateral Guéla Doué dominou a bola na entrada da área pela direita e chutou forte. A bola explodiu no zagueiro Torbjørn Heggem. Na sobra, na cara do gol, Pépé bateu e o goleiro Orjan Nyland fez uma bela defesa.

A Noruega, tentando administrar a vantagem, saía apenas em contra-ataques. Em um deles, aos 20 minutos, Odegaard colocou na área, o atacante Alexander Sorloth desviou de cabeça e Heggem chegou finalizando, livre, mas o ponta Amad Diallo salvou em cima da linha.

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O próprio Diallo foi quem deixou tudo igual. Aos 28 minutos, o atacante tabelou com Pépé pela direita, driblou Wolfe, deixou o meia Sander Berge no chão e mandou para as redes, marcando um golaço.

A Costa do Marfim, então, foi quem recuou, dando campo para a Noruega atacar, tentando aproveitar a velocidade dos homens de frente às costas da marcação. A estratégia não funcionou. Aos 40 minutos, Oscar Bobb lançou em profundidade o também meia Patrick Berg, que, na área, tocou na esquerda para Haaland decidir a classificação escandinava.

Agência Brasil

Créditos: Rafael Ribeiro/CBF
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