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“CPI não pode sequestrar minha honra”, diz Ricardo Barros que quer depor na CPI da Covid

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Com a divulgação do calendário dos depoimentos da CPI da Covid desta semana a defesa do deputado Ricardo Barros (PP/PR) reforçou, nesta segunda-feira (12), o pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o depoimento seja marcado até sexta-feira (16). Levantamento feito pela defesa aponta que o parlamentar já foi citado ao menos 96 vezes na CPI.

No documento protocolado ao ministro Ricardo Lewandowski, a defesa de Ricardo Barros afirma que a divulgação do calendário das oitivas demonstra que sem ordem judicial o deputado não conseguirá se defender na CPI antes do recesso parlamentar, que se inicia no dia 17/07.

“Haverá concretização do dano contra o direito líquido e certo do Impetrante, pois permanecerá sem a possibilidade de esclarecer os fatos e exercer o direito a defesa em faca das injustas acusações que vem sofrendo durante todo o período de recesso parlamentar”.

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Anvisa encerra análise de pedido de uso emergencial da Covaxin

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu por unanimidade, neste sábado (24), encerrar o processo que tratava da autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, da vacina Covaxin.svg%3Esvg%3E

A decisão foi tomada após a Anvisa ser comunicada pelo laboratório indiano Bharat Biotech Limited International que a empresa brasileira Precisa não possui mais autorização para representá-la no país. A farmacêutica é a fabricante da vacina Covaxin.

Em nota, a agência informou que o processo “será encerrado, sem a avaliação de mérito do pedido de autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, protocolado pela empresa Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda no dia 29 de junho deste ano”.

Estudos clínicos

Também pelo fato da Precisa não representar mais a Bharat Biotech no Brasil, ontem (23), a Anvisa já havia suspendido, cautelarmente, os estudos clínicos da vacina Covaxin no país. Por determinação da Coordenação de Pesquisa Clínica (Copec) do órgão, os ofícios comunicando a suspensão cautelar foram enviados ao Instituto Albert Einstein e à então patrocinadora do estudo, a empresa Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda. A aplicação da vacina em voluntários brasileiros não chegou a acontecer.

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