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INTERIOR DE GOIAS – Prefeito eleito morre de Covid-19

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A morte do prefeito eleito de Itaguaru, Didi Filgueira (PTB), 61 anos, na segunda-feira (16), um dia após as eleições, por complicações da Covid-19, chocou a família e os moradores da cidade. Irmão do político, o professor Eduardo Filgueira disse que Didi não chegou a receber a notícia da vitória no pleito, pois estava entubado em um hospital de Goiânia e teve uma piora em seu quadro clínico.

Didi foi internado no dia 1º de outubro, após começar a apresentar os primeiros sintomas da Covid-19. Dias depois ele foi entubado e transferido para um leito de Unidade de Terapia Intensiva. No dia 30 de outubro, foi retirada a ventilação mecânica, e ele apareceu em um vídeo com uma máquina de oxigênio fazendo sinal de positivo. Porém, o estado de saúde dele acabou se agravando novamente.

“Viemos fazer uma visita para informar sobre a vitória, e os médicos nos informaram que de sábado para domingo ele teve uma pequena piora, mas que a piora persistiu”, disse a esposa dele, Darcimeire Fernandes, em um vídeo postado nas redes sociais.

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Didi teve 53,90% dos votos. Foram 2.368 votos no total. O candidato derrotou Chitão (PP), que ficou em segundo lugar com 44,07% (1.936 votos). Conforme jurisprudência de casos semelhantes julgados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o vice assume o posto. No caso de Didi, seu vice, que assumirá o cargo, é Fernando Araújo (PDT).

Comoção na cidade

Eduardo disse que a morte comoveu a cidade de Itaguaru, que tem pouco mais de 5 mil habitantes e está situada a 122 km de Goiânia. Ele afirma que Didi participou apenas da convenção que escolheu seu nome para a disputa, pois, logo depois, foi internado.

Segundo Eduardo, pelo fato de a morte ter ocorrido em virtude de complicações da Covid-19, não haverá velório. Está previsto, porém, um pequeno cortejo até o cemitério. O enterro, sem horário definido, deve ser realizado ainda nesta manhã.

Ele deixa esposa, três filhos e dois netos.

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Tudo bandido’, diz Mourão ao ser questionado sobre mortes pela polícia em Jacarezinho

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O vice-presidente, Hamilton Mourão, afirmou que os mortos na comunidade do Jacarezinho, na zona norte carioca, eram “todos bandidos”. A operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro já é considerada a mais letal da história do estado, segundo pesquisadores, organizações e profissionais que atuam na área.

A manifestação ocorreu na manhã desta sexta-feira (7), na chegada do vice-residente, quando ele foi questionado sobre a morte de 25 pessoas (incluindo um policial) em operação no Rio de Janeiro na véspera.

“Tudo bandido. Entra um policial numa operação normal e leva um tiro na cabeça em cima de uma laje. Lamentavelmente essas quadrilhas do narcotráfico são verdadeiras narcoguerrilhas, têm controle sobre determinadas áreas.”

E continuou: “É um problema da cidade do Rio de Janeiro que já levou várias vezes as Forças Armadas a serem chamadas para intervir, é um problema sério do Rio de Janeiro que nós vamos ter que resolver um dia ou outro”.

De acordo com o Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da UFF (Universidade Federal Fluminense), que possui uma base de dados iniciada em 1989, nunca houve uma ação única com essa quantidade de óbitos no estado. O maior total recente ocorreu no Complexo do Alemão em 2007, com 19 vítimas.

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Um dos 25 mortos foi o policial civil André Frias, 45, que trabalhava na Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) e chegou a ser levado para o Hospital Municipal Salgado Filho ao ser atingido na cabeça, mas não resistiu. A unidade recebeu outra vítima que não teve a identidade divulgada.

A Secretaria Municipal de Saúde também confirmou ao menos outras três pessoas feridas. Uma, não identificada, segue internada em quadro estável. O segundo, Rafael Moreira, 33, deixou a unidade por conta própria. O terceiro, Humberto Gomes Duarte, 20, também está estável no Hospital Municipal Souza Aguiar.

Os dois últimos estavam dentro de um vagão do metrô que passava pela estação de Triagem, em Benfica, bairro próximo, quando um projétil atingiu um vidro da composição. Segundo o MetrôRio, um deles foi atingido por estilhaços de vidro e o outro, de raspão no braço.

 

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