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Ministério Público vai apurar possível irregularidade em live de Bolsonaro para candidatos

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O Ministério Público Eleitoral do Rio de Janeiro afirmou neste sábado (7) que vai apurar possível conduta eleitoral ilícita do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em live exibida ao vivo na última quinta-feira (5) em suas redes sociais.

O órgão aponta que Bolsonaro fez propaganda em favor de vários candidatos no vídeo, inclusive políticos de municípios fluminenses. Os promotores iniciaram investigação a pedido da Procuradoria Regional Eleitoral.

A procuradora regional eleitoral Silvana Batini encaminhou ofício ao Centro de Apoio Operacional das Promotorias Eleitorais/RJ solicitando que seja apurada a prática de ilícitos eleitorais pelo presidente, em atuação dos promotores em combate á propaganda irregular e abuso no uso dos meios de comunicação.

No vídeo, Bolsonaro pediu voto para dez candidatos a vereador, como seu filho Carlos Bolsonaro (Republicanos), no Rio de Janeiro. “Dispensa comentários. É um dos responsáveis pela minha eleição a presidente. Em consequência disso, é terrivelmente perseguido pela mídia. Obrigado a quem atender o pedido da gente aí”.

Outra candidata a vereadora lembrada por Bolsonaro foi a ex-funcionária-fantasma Wal do Açaí, em Angra dos Reis. “Wal Bolsonaro, ainda botou o Bolsonaro! Valeu, Wal, vou te adotar ainda”, disse o presidente na gravação. “Se alguém puder votar na Wal em Angra, agradeço”.

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Bolsonaro também pediu por votos por mais oito candidatos em São Paulo, Belo Horizonte, Boa Vista, Fortaleza, Teresina e Aracaju. Ainda fez campanha para o Senado do Mato Grosso e para outros sete candidatos a prefeitos, entre eles Marcelo Crivella (Republicanos), no Rio, e Celso Russomano (Republicanos), em São Paulo.

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Taxa de transmissão do novo coronavírus no Brasil é a maior desde maio

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A taxa de transmissão do novo coronavírus (Rt) no Brasil nesta semana é a maior desde maio, de acordo com monitoramento do centro de controle de epidemias do Imperial College de Londres, no Reino Unido. O índice passou de 1,10 no dia 16 de novembro para 1,30 no balanço divulgado nesta terça-feira, dia 24.

A última vez que a taxa de transmissão se aproximou deste patamar no país foi na semana de 24 de maio, quando atingiu 1,31. A taxa de contágio (Rt) indica para quantas pessoas um paciente infectado consegue transmitir o novo coronavírus.

Quando ele é superior a 1, cada infectado transmite a doença para mais de uma pessoa. Isso representa o avanço da doença. Para a epidemia em um país ser considerada controlada, a taxa de transmissão precisa estar abaixo de 1. De acordo com os números atuais, cada 100 pessoas contaminadas transmitem o vírus para outras 130.

Há duas semanas, o número ficou em 0,68, o menor valor desde abril. A data coincide com o atraso na atualização de casos e mortes por Covid-19 pelo Ministério da Saúde. Problemas técnicos atrasaram o registro de novos casos e mortes.

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A pasta reconheceu na sexta-feira, 13, indícios de um ataque cibernético em seu sistema, mas ainda não há laudo conclusivo. Como o estudo considera esses dados, as estimativas também foram afetadas. A taxa de contágio retrata uma média nacional, sem abordar as particularidades de cada estado ou região.

Da Gazeta do Povo

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