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Sicredi apoia Jipe Solidário e reforça compromisso com inclusão e educação financeira

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Evento uniu acessibilidade e aventura em passeios de jipes adaptados e reuniu cerca de 5 mil pessoas no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP)
O Sicredi apoiou o Jipe Solidário 2025, iniciativa de inclusão social que conecta o cuidado com pessoas e famílias que precisam de apoio e a paixão pelo off-road. Realizada no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), a etapa deste ano recebeu aproximadamente 5 mil participantes, entre crianças com deficiência, mães atípicas, idosos, mulheres em situação de vulnerabilidade e famílias.

Durante o evento, o Sicredi esteve presente com um espaço de atividades para as famílias, com distribuição de gibis da Turma da Mônica voltados à educação financeira, entrega de bexigas, pintura facial e um totem de fotos para registrar o dia. A participação buscou incentivar o aprendizado desde cedo e contribuiu para memórias afetivas construídas com respeito e pertencimento. Ao apoiar iniciativas como essa, o Sicredi reforça seus valores de cidadania, responsabilidade social e atuação próxima das pessoas, com ações práticas que ajudam a transformar o acesso em experiências positivas.
Com passeios em jipes adaptados e trilhas preparadas especialmente para o evento, o Jipe Solidário ofereceu uma experiência de aventura com acolhimento e segurança. Para muitas crianças e pessoas com deficiência, o percurso representou um momento único de superação e alegria, com a possibilidade real de viver a emoção do off-road.
Sobre o Sicredi  
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 9,8 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.
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Bancários farão paralisação de 24 horas nesta quinta-feira

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Bancários de todo o país farão uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (20), em meio às negociações da campanha salarial de 2026. A categoria cobra reajuste dos salários e benefícios, aumento do piso e mudanças na participação nos lucros e resultados (PLR).

A paralisação foi aprovada em assembleias realizadas na segunda-feira (17) e confirmada pelo Comando Nacional dos Bancários. A orientação para os correntistas é resolver os problemas por meio dos aplicativos e do internet banking das instituições financeiras.

Entre os pedidos apresentados pelos trabalhadores estão: 5% de aumento real (acima da inflação) nos salários e demais verbas; aumento do piso salarial da categoria; reajuste dos valores do vale-refeição (VR); aumento do vale-alimentação (VA); e valorização da participação nos lucros e resultados (PLR).

Segundo o Comando Nacional dos Bancários, a categoria aguarda uma proposta dos bancos para as reivindicações apresentadas na campanha salarial.

ADESÃO À PARALISAÇÃO

A paralisação de 24 horas não significa necessariamente o fechamento automático de todas as agências e unidades bancárias.

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A adesão dependerá da participação dos trabalhadores e das atividades organizadas pelos sindicatos em cada região.

Os bancários que trabalham em regime de home office foram orientados a não acessar os sistemas dos bancos nem registrar o ponto durante o período de paralisação.

NEGOCIAÇÕES

A pauta de reivindicações da categoria foi entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em 24 de junho. As negociações tiveram início em 2 de julho.

O Comando Nacional dos Bancários afirma que, até o momento, não foi apresentada uma proposta para as reivindicações econômicas da campanha de 2026.

No entanto, a Fenaban e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informaram que receberam a pauta em 24 de junho e que o calendário de negociações segue dentro do cronograma estabelecido.

A paralisação ocorre às vésperas da data-base da categoria e representa uma nova etapa da mobilização dos trabalhadores nas negociações salariais deste ano.

Agência Brasil

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