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Agressão contra árbitra de handebol marca Jogos Abertos do Paraná

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Os Jogos Abertos dos Estado do Paraná, que mobiliza estudantes da rede pública de ensino para a prática esportiva e integração entre escolas e municípios, acaba de ser golpeado com, literalmente, uma punhalada nas costas, tirando o brilho desta iniciativa que descobre talentos esportivos em todo o Estado.

Ao desclassificar o atleta Robson José, durante a partida entre Arapongas e Florestópolis, o agressor, covardemente, passou em frente à árbitra e desferiu um cotovelada em seu rosto. Ao se levantar, Ana Carla foi mostrar o cartão azul ao jogador que partiu para cima dela, ameaçando com a continuidade da agressão.

Neste meio tempo, o árbitro Wallison Pereira da Silva interveio, enquanto Ana Carla dizia: “não encoste em mim…não encoste em mim…”. Uma representante do Tribunal Desportivo, que também estava presente na quadra, pediu ao agressor para parar com a barbárie.

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A árbitra passou por exame de delito, fez um Boletim de Ocorrência sobre a agressão física e agora espera-se que as autoridades tomem as devidas providências.

O lamentável é que até o momento nem a Prefeitura de Arapongas e nem a Secretarial de Estados dos Esportes se pronunciaram a respeito dessa agressão que macula a prática de esportes no Paraná.

A Associação Paranaense de Handebol encaminhou à Secretaria de Esportes e à Prefeitura de Arapongas uma nota de repúdio sobre a agressão e também não teve nenhum retorno em relação a possíveis medidas disciplinares.

“Esta não foi a primeira vez que isto aconteceu e que é preciso colocar um fim nisso com punição severa ao antiatleta. Nós estamos na quadra, trabalhando e tentando proporcionar um espetáculo ao público, descobrir novos talentos e estimular a pratica esportiva. Agora, não podemos ser vítimas de agressões covardes como esta”, diz uma manifestação das árbitras.

Com a palavra, a Prefeitura de Arapongas e representantes dos Jogos Abertos do Paraná.

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Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios

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O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.

Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.

Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.

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Novo Pacto Federativo

Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.

Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.

Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.

Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.

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PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado

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