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Chuvas no Paraná: Pec do deputado Anibelli Neto (MDB) permite que municípios em situação de emergência se ajudem

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O Paraná está passando por um momento desafiador, com diversos municípios sendo assolados por chuvas intensas que têm provocado enchentes devastadoras. Estas inundações não apenas causam danos materiais, mas também deixam famílias inteiras desabrigadas e desamparadas. Até esta quarta-feira (18), 22 municípios no estado foram oficialmente declarados em situação de emergência segundo a Defesa Civil.

As prefeituras locais, em conjunto com o governo estadual e a sociedade civil, estão unindo esforços para amenizar os problemas das famílias afetadas. No entanto, apesar dos esforços, a burocracia muitas vezes dificulta na agilidade da ajuda, principalmente entre as administrações municipais.

Nesse cenário desafiador, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 46, apresentada pelo deputado Anibelli Neto (MDB) e sancionada em 2019, colabora com a atual situação. A PEC alterou o texto do artigo 25 da Constituição do Paraná, permitindo a associação entre municípios em casos de desastres humanos ou naturais. Isso implica na possibilidade de ceder bens entre os municípios associados, uma medida crucial para a gestão eficiente durante situações de crise.

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Segundo Anibelli Neto, de forma prática, “a PEC 46 permite que os prefeitos ajam de maneira proativa e solidária, cedendo por um determinado período, por exemplo, veículos para auxiliar no transporte de suprimentos e pessoas, bem como máquinas pesadas para a remoção dos entulhos deixados pelas enchentes, na recuperação de estradas rurais tão utilizadas para transporte de alimentos, transporte de alunos e a reconstrução de pontes levadas pelas enxurradas”. Essa cooperação intermunicipal não apenas agiliza a resposta às emergências, mas também promove a solidariedade e o apoio mútuo entre as cidades afetadas, pontuou o parlamentar.

“Ao unir forças, os municípios podem enfrentar esses desafios de maneira mais eficaz, garantindo que as pessoas atingidas recebam a ajuda necessária de forma mais eficiente”, disse Anibelli.

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MP-PR investiga sistema de pedágio free flow no Paraná

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O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSD) informou nesta quinta-feira (16) que o Ministério Público do Paraná (MP-PR) instaurou procedimento administrativo para apurar possíveis irregularidades no sistema de pedágio eletrônico free flow.

“Essa decisão ocorre após uma atuação firme e incansável de um grupo de deputados sobre esse tema. Encaminhei ao MP-PR um amplo conjunto de documentos apontando problemas no modelo adotado nas rodovias do Paraná”, afirmou.

Entre os principais pontos apresentados por Romanelli estão cobranças indevidas, dificuldades no pagamento, falta de informação ao usuário e erros na classificação de veículos. “Com a abertura do procedimento, essas situações passam a ser oficialmente investigadas”, pontuou.

“Vamos garantir justiça ao usuário, transparência na cobrança e respeito à lei, que prevê pagamento proporcional ao trecho percorrido”, completou.

Gepatria
Romanelli destacou que levou ao MP elementos robustos que indicam ausência de interesse público nas medidas adotadas pelas concessionárias.

“O procurador-geral de Justiça do Paraná, Francisco Zanicotti, instaurou, com base na representação encaminhada ao Gepatria, procedimento administrativo para acompanhar a execução dos contratos com as concessionárias, envolvendo rodovias federais e estaduais, no que se refere à implementação do sistema free flow”, disse.

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O Gepatria é o Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa.

“Agora, o Ministério Público do Paraná atuará também em parceria com o Ministério Público Federal para garantir que tudo seja feito de acordo com o interesse público, que os contratos sejam cumpridos e que a população não seja penalizada injustamente”, afirmou.

O deputado também criticou o modelo adotado. “As pessoas não podem ser penalizadas por não terem condições operacionais de pagar o pedágio. No Lote 6 houve aditivo contratual, e no outro lote há praça física obrigatória, mas, por interesse das concessionárias, busca-se substituir tudo por cobrança eletrônica”, completou.

Cobrança ilegal

Romanelli e um grupo de 26 deputados ingressaram com duas ações populares na Justiça Federal, em Brasília, questionando as cobranças pelo sistema free flow no Lote 4 (627 km, nas regiões Norte e Noroeste) e no Lote 6 (662 km, nas regiões Sudoeste e Oeste).

Ainda em abril, o presidente da ANTT, Guilherme Sampaio, informou ao deputado que a agência não autorizou a instalação de pórticos eletrônicos para cobrança de pedágio nas rodovias do Lote 4. Segundo ele, qualquer cobrança ou multa decorrente da falta de pagamento nesse lote é considerada ilegal.

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