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Média móvel de casos de Covid-19 cai pela quinta semana seguida no Paraná

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A média móvel de casos de Covid-19 fechou em queda no Paraná pela quinta semana seguida e o Estado completou três semanas consecutivas com menos de 10 mil casos confirmados. De acordo com boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde, caiu pela metade o número de pacientes infectados na semana epidemiológica 41 (4 a 10 de outubro) com relação à semana anterior. Até agora, foram confirmados 4.727 casos nesta semana, contra 9.292 diagnósticos na anterior. Os números, porém, passam sempre por ajustes da Secretaria da Saúde.

O último pico da doença no Estado ocorreu na semana 36 (até 5 de setembro), com 12.196 pacientes confirmados. Desde então, os diagnósticos de Covid-19 só reduziram. Passaram para 10.969 na semana 37 (até 12 de setembro), 10.600 casos na semana 38 (até 19 de setembro) e 9.450 confirmações na semana 39 (até 26 de setembro).

 

A média móvel de óbitos também está em queda nas três últimas semanas, consecutivamente. Na semana 41, foram 97 mortes por Covid-19, contra 201 e 252 óbitos nas semanas anteriores.

A Macrorregião Noroeste, que abrange regionais de Saúde de Campo Mourão (11ª), Cianorte (13ª), Maringá (15ª), Paranavaí (14ª) e Umuarama (12ª), já vem há sete semanas com redução no número de casos. Desde a semana que encerrou em 22 de agosto, quando houve um pico de 1.600 diagnósticos, o número de infectados só diminuiu, fechando a última com 629 pacientes confirmados com o novo coronavírus.

A Macrorregião Leste, onde estão as regionais de Curitiba (2ª), Irati (4ª), Guarapuava (5ª), Paranaguá (1ª), Ponta Grossa (21ª) e União da Vitória (6ª), acompanha as estatísticas estaduais e está na quinta semana de declínio no número de casos, com 2.373 pacientes diagnosticados até agora, 41% a menos que na semana anterior, quando houve 4.034 casos.

As macrorregiões Oeste (regionais de Saúde de Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Pato Branco e Toledo) e Norte (Apucarana, Cornélio Procópio, Ivaiporã, Jacarezinho e Londrina) tiveram a maior redução na média móvel de uma semana para outra, ambas com 58% menos casos.

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A Oeste passou de 2.205 diagnósticos na semana anterior para 927 na última. A última vez que a macrorregião havia fechado a semana epidemiológica com menos mil casos foi em 13 de junho. Na Norte, 798 pacientes foram diagnosticados com Covid-19 na última semana, contra 1911 na anterior.

PERFIL – Até este domingo (11), a Secretaria da Saúde confirmou 190.124 pessoas infectadas pelo coronavírus e 4.721 óbitos pela doença. Do total de infectados, 74% já se recuperaram – são 141.286 pessoas. De acordo com o boletim da mesma data, são 807 pacientes internados, 426 em leitos de enfermaria (53%) e 381 na UTI (47%). O número de óbitos representa 2,5% do total de casos.

Enquanto as mulheres são a maioria diagnosticada, os homens morrem mais. Entre os casos confirmados, 100.090 (53%) são mulheres e 90.034 (47%) são homens. Nos óbitos, essa relação se inverte: 60% dos falecidos são do sexo masculino (2.825) e 40% do sexo feminino (1.896).

Também há diferença na média de idade, com um maior número de jovens infectados, mas mais idosos mortos pela doença. Os pacientes diagnosticados têm em média 39 anos, enquanto a idade de média dos que morreram foi de 68 anos.

A faixa etária com o maior número de casos é de 30 a 39 anos (42.999), seguida de 20 a 29 anos (39.572) e de 40 a 49 anos (35.841). Entre a população com idade entre 50 e 59 anos, foram registramos 26.898 casos e, entre as pessoas com mais de 60 anos, são 16.048. Também há 6.562 casos entre crianças de zero a nove anos e 11.209 de adolescentes e jovens com idade entre 10 e 19 anos.

Entre as mortes confirmadas, 3.548 pacientes tinham mais de 60 anos, sendo que a faixa etária dos 70 aos 79 anos concentrava o maior número de óbitos, com 1.277 falecimentos. Houve, também, 209 pessoas com menos de 40 anos que morreram por causa da Covid-19, e 962 mortos com idades entre 40 e 59 anos. Entre crianças e jovens, de zero aos 19 anos, foram confirmados 16 óbitos.

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FATOR DE RISCO – Pelo menos 82% das pessoas que morreram por causa do novo coronavírus apresentavam algum fator de risco – muitos pacientes tinham mais de uma comorbidade. O principal grupo de risco são os idosos, que representam 75,54% das mortes. Entre pacientes que vieram a óbito, 46,67% apresentavam doença vascular crônica e 32,09% tinham diabetes. Também morreram seis gestantes e cinco mulheres no puerpério (até 45 dias após o parto), e 17 pessoas com síndrome de down.

Dos 16.362 pacientes que foram hospitalizados, 66% (10.815) tinham algum fator de risco. Este número não contempla, porém, pacientes com hipertensão e neoplasia, morbidades que não estão incluídas na tabela do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe).

GRUPOS ESPECÍFICOS – O Informe Epidemiológico da Secretaria da Saúde também inclui dados sobre o impacto da Covid-19 entre os profissionais da área da saúde, nos indígenas e na população privada de liberdade. Ao menos 8.524 trabalhadores da saúde foram infectados pelo coronavírus no Paraná e 110 faleceram. Entre os indígenas, foram 1.461 casos. Também houve 3.951 notificações na população carcerária, com 1.276 casos confirmados.

TESTES – Já foram feitos até agora no Paraná 729.693 testes, com 554.723 resultados negativos, 169.823 confirmados e 5.147 em análise. O Laboratório Central do Estado (Lacen) e o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) têm capacidade de processar até 5.600 testes RT-PCR por dia. O Estado também recebeu 427.980 testes rápidos (One Step Test) do Ministério da Saúde, que foram distribuídos aos municípios.

AEN

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Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios

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O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.

Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.

Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.

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Novo Pacto Federativo

Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.

Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.

Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.

Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.

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PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado

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