NOTÍCIAS DO PARANÁ

Paraná abre Mês da Mulher com palestra de Hortência

Publicados

em

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, promove, no dia 3 de março (terça-feira), no Teatro Guaíra, o evento “Paraná Unido Pelas Mulheres – As Protagonistas”, que marca a abertura oficial das celebrações do Mês da Mulher. O objetivo é reunir, aproximadamente, 2.500 mulheres de todas as regiões do Estado em uma agenda voltada à valorização, representatividade e fortalecimento da liderança feminina. Durante o evento, acontecerá o lançamento da terceira temporada da Caravana Paraná Unido Pelas Mulheres.

Um dos destaques da programação é a palestra magna da ex-jogadora da seleção brasileira de basquete Hortência Marcari, referência de liderança, superação e protagonismo feminino. No período da tarde, o evento contará, ainda, com apresentações culturais e uma palestra sobre Inteligência Artificial. Às 19h ocorre a abertura solene, com frente de honra, entrega de selos ABNT de boas práticas no combate à violência contra as mulheres, reconhecimentos públicos e o lançamento da 3ª temporada da Caravana Paraná Unido pelas Mulheres.

A secretária da Semipi, Leandre Dal Ponte, afirma que o evento simboliza união e protagonismo feminino em todo o Paraná. “É um momento de celebração, mas também de mobilização. O Paraná reafirma seu compromisso com políticas públicas que garantam mais oportunidades, proteção e voz ativa para as mulheres, reconhecendo sua força e seu papel estratégico no desenvolvimento do Estado”, diz.

Leia Também:  ALTAMIRA DO PARANÁ - Com seca, famílias ficam sem água até para beber

O impacto do protagonismo feminino no crescimento econômico e social é ressaltado pela diretora de Políticas Públicas para Mulheres da Semipi, Mariana Neris. “Fortalecer a liderança feminina é investir no futuro. Quando ampliamos a participação das mulheres, impulsionamos inovação, desenvolvimento e transformação social. Este evento mostra que o Paraná está unido para valorizar e impulsionar suas protagonistas”, afirma.

CARAVANA

Em 2023 e 2024, o Paraná realizou duas edições do programa Caravana Paraná Unido Pelas Mulheres, consolidando avanços na rede de proteção e nas políticas públicas voltadas a essa população. Um dos resultados diretos das duas edições foi o fortalecimento institucional nos municípios. Atualmente, o Paraná possui 215 cidades com Conselhos Municipais dos Direitos das Mulheres e 71 com Organismos de Políticas para Mulheres (OPM). Antes das caravanas eram apenas 17 municípios com OPM e 64 com conselhos.

Durante o evento, também será realizada uma feira de serviços, com atividades e atendimentos oferecidos pelos parceiros, voltados à orientação, acesso a direitos, oportunidades e fortalecimento das mulheres.

Serviço:

Evento de abertura das Celebrações do Mês da Mulher – Paraná Unido Pelas Mulheres: As Protagonistas

Leia Também:  Edital publicado: duplicação entre Guarapuava e Turvo terá investimento de R$ 328 milhões

Data: 03 de março de 2026

Horário: a partir das 13h, para participação integral, ou a partir das 19h, para participação apenas no período noturno

Local: Teatro Guaíra – Curitiba

Inscrições: podem ser feitas pela plataforma Sympla, para participação integral ou apenas na programação noturna, mediante preenchimento do formulário.

 

PARANA PORTAL

Propaganda

NOTÍCIAS DO PARANÁ

Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

Publicados

em

Por

O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

Leia Também:  Motorista morre atropelado ao pular de caminhão sem freio no Paraná

“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

Leia Também:  Morador de Janiópolis com mandado por estupro é preso em Goioerê

Fonte: ALEP

Continue lendo

QUARTO CENTENÁRIO

PARANÁ

POLICIAL

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA