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Paraná vai começar a vacinar pessoas com comorbidades. Veja doenças

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O Paraná espera receber, nos próximos dias, mais 406.100 doses de vacinas contra a Covid-19. Com isso, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) pretende começar a imunizar pessoas com comorbidades, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência permanente.

Segundo o plano estadual de vacinação, pessoas com Síndrome de Down, com doença renal crônica e gestantes e puérperas serão vacinadas independentemente da idade.
Já a vacinação das pessoas com comorbidades ou deficiência permanente severa, nesse primeiro momento, alcançará apenas aqueles que têm entre 55 e 59 anos.
Veja as comorbidades estipuladas no Plano Nacional de Operacionalização de Vacinação do Ministério da Saúde:
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RELAÇÃO DE COMORBIDADES PARA VACINA
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– Diabetes mellitus (qualquer indivíduo com diabetes);
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– Pneumopatia crônica grave (indivíduos com pneumopatias graves incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia broncopulmonar e asma grave com uso recorrente de corticoides sistêmicos ou internação prévia por crise asmática);
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– Hipertensão Arterial Resistente (pacientes cuja pressão arterial permanece acima das metas recomendadas com o uso de três ou mais anti-hipertensivos de diferentes classes, em doses máximas preconizadas e toleradas, administradas com frequência, dosagem apropriada e comprovada adesão ou com pressão arterial controlada em uso de quatro ou mais fármacos anti-hipertensivos);
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– Hipertensão Arterial estágio 3 (pressão arterial sistólica ≥180mmHg e/ou diastólica ≥110mmHg independente da presença de lesão em órgão-alvo ou comorbidade);
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– Hipertensão Arterial estágio 1 e 2 com lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade (pressão arterial sistólica entre 140 e 179mmHg e/ou diastólica entre 90 e 109mmHg na presença de lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade);
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– Insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D, independente de classe funcional da New York Heart Association;
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– Cor-pulmonale crônico, hipertensão pulmonar primária ou secundária;
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– Cardiopatia hipertensiva (hipertrofia ventricular esquerda ou dilatação, sobrecarga atrial e ventricular, disfunção diastólica e/ou sistólica, lesões em outros órgãos-alvo);
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– Síndromes coronarianas crônicas (angina pectoris estável, cardiopatia isquêmica, pós-infarto agudo do miocárdio);
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– Valvopatias (lesões valvares com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico);
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– Miocardiopatias de quaisquer etiologias ou fenótipos; pericardite crônica; cardiopatia reumática;
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– Doenças da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas (aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e demais grandes vasos);
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– Arritmias cardíacas com importância clínica e/ou cardiopatia associada (fibrilação e flutter atriais; entre outras);
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– Cardiopatias congênitas no adulto com repercussão hemodinâmica, crises hipoxêmicas; insuficiência cardíaca; arritmias; comprometimento miocárdico;
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– Doença cerebrovascular (acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico; ataque isquêmico transitório; demência vascular);
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Doença renal crônica estágio 3 ou mais (taxa de filtração glomerular < 60 ml/min/1,73 m2) e síndrome nefrótica;
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– Imunossuprimidos (indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticóide e/ou ciclofosfamida; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias; pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses; neoplasias hematológicas);
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– Anemia falciforme;
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– Obesidade mórbida (IMC ≥ 40);
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– Síndrome de down (trissomia do cromossomo);
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– Gestantes, em qualquer idade gestacional entre 18 e 59 anos
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– Pessoas com deficiência permanente entre 18 e 59 anos e que sejam cadastradas no Benefício de Prestação Continuada (BPC).

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Alexandre Curi lidera em dois dos três cenários em pesquisa para o Senado

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O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Alexandre Curi (Republicanos), comentou nesta terça-feira (7) o resultado da pesquisa divulgada pelo Paraná Pesquisas para a disputa ao Senado Federal. O levantamento coloca o parlamentar na liderança em dois dos três cenários estimulados apresentados aos eleitores, com 30,2% e 31,2% das intenções de voto.

Ao comentar o resultado, Alexandre atribuiu os números ao trabalho realizado junto aos municípios e à gestão na Assembleia Legislativa. “Fico satisfeito em ver meu nome liderando 2 dos 3 cenários simulados. Creio que isso seja resultado do trabalho realizado junto aos municípios e na Assembleia Legislativa, que se tornou mais transparente, eficiente e próxima da população”.

Disputa segue aberta

Alexandre Curi ponderou, no entanto, que a disputa segue aberta e que o processo eleitoral ainda está no início. “Temos muito para avançar ainda. A eleição está distante, e acredito que, com o início da campanha e a apresentação de nossas propostas ao lado do governador Ratinho Junior e de Sandro Alex, esses resultados irão se consolidar”, afirmou.

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Além de Alexandre Curi, pesquisa testou nomes como Alvaro Dias (MDB), Gleisi Hoffmann e Dr. Rosinha (PT), Filipe Barros (PL), Deltan Dallagnon (Novo), Coronel Hudson (PSD) e Cristina Graelm (PSD).

O levantamento foi contratado pelo diretório estadual do PL e realizado entre 03 e 06 de julho, com 1.500 entrevistas. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número PR-01166/2026 e a margem de erro é de 2,6% e o grau de confiança é de 95%.

 

PARANA PORTAL Foto/Rogério Machado

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