NOTÍCIAS DO PARANÁ
Rodovias estaduais registram 82 acidentes e sete óbitos no feriado prolongado
Durante a Operação Finados, iniciada às 14 horas de sexta-feira (30/10) e encerrada à meia-noite desta terça (03/11), foram registrados nas rodovias estaduais do Paraná 82 acidentes e sete mortes, um aumento de 26,15% e 16,67%, respectivamente, em relação ao ano passado. Em 2019, houve 65 acidentes e três óbitos durante três dias em que as atividades de orientação e fiscalização foram intensificadas pelo Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv).
De acordo com o balanço do BPRv, o maior aumento foi no número de feridos. Em 2020, 107 pessoas ficaram feridas, uma elevação de 55,07% em relação o mesmo feriado no ano passado, com 69 feridos. Também foi registrado aumento de 26,15% nos acidentes (de 65 para 82). Os óbitos subiram de seis para sete.
A fiscalização intensificada pelos policiais rodoviários teve foco principalmente na embriaguez ao volante e no excesso de velocidade, com abordagens a motoristas, operações de bloqueio, aplicação de radares móveis em pontos estratégicos e, também, testes etilométricos (bafômetros). Houve oito prisões por embriaguez ao volante, mais 13 autuações pelo artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), além de 3.160 imagens de radar e 1.874 autuações de infração de trânsito.
No Litoral do Estado foram registrados cinco acidentes e 14 pessoas feridas, sem óbitos. As equipes policiais fizeram 150 imagens de radar e 136 autuações de infração de trânsito, além do recolhimento de 49 veículos.
Agência Estadual de Notícias
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
-
REGIONAIS12 horas atrásCAMPINA DA LAGOA – Homem é preso após ser condenado a 17 anos de prisão por estupro de vulnerável
-
QUARTO CENTENÁRIO12 horas atrásCarro é encontrado com marcas de tiros e abandonado em estrada rural de Quarto Centenário
-
NOTÍCIAS DO PARANÁ12 horas atrásTragédia no Paraná: Acidente com micro-ônibus da Saúde do Paraná deixa 23 mortos
-
NOTÍCIAS DO BRASIL12 horas atrásBancários farão paralisação de 24 horas nesta quinta-feira
-
NOTÍCIAS DO PARANÁ12 horas atrásAudiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
-
ESPORTES11 horas atrásGómez brilha em casa, e Palmeiras elimina Cerro nas oitavas da Libertadores
-
ESPORTES11 horas atrásCom Pedro decisivo, Flamengo bate Cruzeiro e vai às quartas da Libertadores
-
REGIONAIS11 horas atrásTRE-PR cassa mandato de prefeito e vereadora de Moreira Sales por compra de votos



