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Jovem mata ex-namorada em Iporã e comete suicídio em seguida

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Na noite desta terça-feira (23) morreram Radíja de Souza Fernandes, 18 e Lucas Inácio Pereira dos Santos, 21. As informações são de um feminicídio seguido de suicídio. O caso aconteceu em Iporã e foi atendido pelo 25º Batalhão de Polícia Militar (25º BPM).

Por volta das 21h a equipe foi acionada para ir até a rua Tiradentes, no Jardim Alto do Ipiranga, onde havia uma situação de disparo de arma de fogo. No local estava Lucas, já morto, com uma perfuração na região da cabeça – o que indica suicídio. Ele é suspeito de ter atirado diversas vezes contra a ex-namorada porque “não aceitava” o fim do relacionamento.

Radíja foi socorrida por terceiros e levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com a Polícia Militar (PM) a arma utilizada não foi localizada porque a cena do crime tinha aglomerações.

Os corpos do autor e da vítima foram encaminhados para o Instituto Médico-Legal (IML) de Umuarama. A Polícia Civil (PC) investiga o crime.

fonte o bem dito

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Prefeitura de Assis Chateubriand paga R$ 1,55 milhão em show de Gustavo Lima e gera discussão

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A Prefeitura de Assis Chateaubriand contratou o cantor Gusttavo Lima por R$ 1,55 milhão para se apresentar na Expo Assis 2026. O valor consta no processo de inexigibilidade de licitação publicado pelo município.

O show está marcado para 18 de outubro e será uma das principais atrações da programação do evento.A contratação, porém, levantou muitos questionamentos entre os moradores da cidade, sobre a prioridade na utilização do dinheiro público, especialmente diante do porte do município, que possui pouco mais de 36 mil habitantes. O show vai custar R$ 43 por habitante do município.

Embora grandes eventos possam movimentar o comércio, o turismo e a economia local, também existe o debate sobre se R$ 1,55 milhão em uma única apresentação seria melhor aplicado em áreas como saúde, educação, infraestrutura e outros serviços públicos.

A contratação, por si só, não significa que tenha ocorrido irregularidade ou ilegalidade, já que foi realizada por inexigibilidade de licitação dentro da modalidade prevista na legislação. A discussão é sobre a conveniência e a prioridade desse gasto. (Com Portal Alto Piquiri).
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