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Athletico bate o líder Botafogo na Arena e volta ao G4 do Brasileiro

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O Athletico venceu o Botafogo por 1 a 0 na noite deste sábado (3), na Arena da Baixada, em Curitiba, e voltou ao G4 do Campeonato Brasileiro. A partida foi válida pela nona rodada da competição.

As equipes se reencontram apenas três dias após a vitória do Rubro-Negro nos pênaltis, fora de casa, que garantiu ao clube a classificação às quartas de final da Copa do Brasil.

O Furacão vinha de duas derrotas pelo Brasileirão, e com o resultado, escala a classificação. O time comandado pelo técnico Paulo Turra ganha sete posições e sobe do 11º momentaneamente para o 4º lugar, agora com 15 pontos.

Botafogo, por sua vez, permanece na liderança isolada da competição, com 21 pontos e aproveitamento beirando os 80%.

“Mudança de chave” e foco na Liberta

Líder do Grupo G, com sete pontos, o confronto pode encaminhar a classificação athleticana à próxima fase, em caso de vitória. Os paraguaios somam um ponto a menos, na 3ª colocação.

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Já pelo Brasileiro, o time comandado por Paulo Turra volta a campo no domingo (11), quando visita o América-MG, às 11h, no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte.

Athletico martela, e abre o placar numa pintura de Alex Santana

 

O segundo encontro entre Athletico e Botafogo em três dias foi intenso. A primeira chance do jogo foi do Furacão, logo aos 3 minutos: Canobbio invadiu a área e finalizou rasteiro, para boa defesa de Lucas Perri. O uruguaio, dois minutos depois, cruzou na medida para Cuello, mas a zaga do Botafogo cortou providencialmente.

Líder isolado do Brasileiro, o time carioca também mostrou força ofensiva com Junior Santos e em arremate de Lucas Fernandes. Bento, atento, fez grande defesa.

A partida seguiu movimentada, com ambas as equipes bem postadas e com as defesas afastando as investidas.

A melhor chance de gol do Botafogo saiu dos pés do artilheiro do Brasileiro, Tiquinho Soares. Aos 38, o atacante soltou a bomba de fora da área, e Bento salvou com a ponta dos dedos.

O gol do Athletico saiu aos 41 minutos. Alex Santana recebeu livre de marcação e arrematou um chutaço de fora da área. A bola fez a curva e saiu do alcance de Lucas Perri. Um golaço.

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Furacão controla o jogo e garante a vitória

 

As equipes voltaram para a etapa final com a mesma intensidade apresentada nos primeiros 45 minutos.

Bem no jogo, as principais chances do Rubro-Negro contavam com participação de Canobbio – ora na armação das jogadas, ora buscado para finalizar os lances. Aos 11 minutos, o uruguaio recebeu grande bola de Vitor Roque, na entrada da pequena área, mas chutou sobre o goleiro.

O camisa 14 também teve boa chance após fintar Tchê Tchê, mas dessa vez errou o alvo. O Furacão controlava as ações nessa altura da partida.

O Botafogo foi levar perigo apenas aos 28 minutos, em cabeçada de Tiquinho Soares. E foi só.

Novamente Canobbio teve a chance de ampliar o marcador, mas Lucas Perri defendeu.

O técnico Paulo Turra mexeu na equipe em atacado e, com fôlego renovado, o Furacão frustrou as tentativas do time carioca e segurou a vitória na Arena da Baixada.

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Brasil vence Egito mas não convence

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A Seleção Brasileira derrotou o Egito por 2 a 1, na noite deste sábado (6), em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, que se dará no próximo sábado (13), contra o Marrocos. Bruno Guimarães e Endrick fizeram os gols da equipe e Zico descontou para a seleção africana. Não foi um jogo empolgante, pois o Brasil mostrou as mesmas deficiências técnicas e táticas dos últimos jogos. O que deixa muitas incertezas do que teremos pelo frente.

A Seleção vai fazer sua estreia na Copa do Mundo no dia 13 de junho, próximo sábado, contra o Marrocos. A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília) e será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey (região de Nova York/Nova Jersey). O rival vem de uma vitória de 4 a 0 contra Madagascar e que neste domingo enfrenta a Noruega. Depois, o Brasil vai enfrentar o Haiti,no dia 19 de junho, time que vem de uma goleada que aplicou sobre Nova Zelândia e de derrota em amistoso contra o Peru, por 2 a 1. E vai fechar a primeira fase contra a Escócia, em 24 de junho. O time europeu vem de vitória em amistoso de 4 a 0 contra a Bolívia.

Pelo que se viu no amistoso contra o Egito, em que o Brasil utilizou todos os jogadores, é de preocupação para os torcedores. Afinal, om técnico Carlo Ancelotti faz mistério e está travando o time, para não assustar, ou o grupo é muito fraco mesmo, podendo fazer mais um vexame neste 2026, sequer passando da primeira fase. Jogo é jogo, treino é treino. Assim que vale. Copa do Mundo é pra valer. A última campeã, a Argentina, venceu neste sábado (6) a seleção de Honduras por 2 a 0. A França, vice na última copa e uma outra favorita, perdeu de 2 a 1 para Costa do Marfim nesta semana.

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Como foi a partida

A partida, disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland, teve ótimo público: 64.311 presentes, muitos com a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira. Em campo, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atuou com camisa azul e calções e meiões pretos. Vai repetir o uniforme no segundo jogo da Copa, contra o Haiti.

Na sua sétima vitória sobre os egípcios (em sete confrontos), o Brasil utilizou 22 atletas, como havia prometido o técnico Carlo Ancelotti, que queria dar nova oportunidade ao grupo de convocados.

O primeiro tempo começou à feição para o Brasil. Com forte marcação sob pressão na saída de bola do Egito, a equipe abriu o placar com apenas 6 minutos de jogo. Bruno Guimarães deu o bote no defensor adversário, tomou a bola dele e chutou com precisão: 1 a 0.

O gol deu a impressão de que a Seleção não teria dificuldades para ampliar. Mas, numa outra falha, dessa vez da defesa brasileira, Zico empatou, aos 10 minutos. O jogador egípcio ganhou este nome em homenagem ao ex-craque do Brasil e do Flamengo.

A partir do 1 a 1, o domínio da Seleção Brasileira se fez presente, com ataques perigosos e diversas oportunidades criadas. Vini Jr, Raphinha e Igor Thiago, duas vezes, tiveram chance de desempatar, mas esbarram na ótima atuação do goleiro Shobeir.

A etapa inicial também foi marcada pela substituição, aos 15 minutos, de Wesley, que saiu chorando de campo, por Danilo. Ele sentiu dores na virilha esquerda.

No intervalo, a Seleção promoveu várias alterações, assim como Ancelotti tinha feito no amistoso anterior, no Maracanã, em que o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2.

Os substitutos deram outro ritmo à partida nos 15 primeiros minutos da etapa final, período em que os egípcios sequer conseguiam passar do meio de campo. O gol da vitória surgiu novamente de um aperto da marcação brasileira na defesa adversária. Na sequência, Raphinha cruzou rasteiro e Endrick finalizou de esquerda.

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Foi o quarto gol do jovem atacante na Seleção Brasileira, que não fazia um gol pelo Brasil havia dois anos.

Com a vantagem, a Seleção Brasileira soube conduzir o jogo, sem deixar de tentar novas situações de gol, notadamente quando a bola sobrava para Luiz Henrique, cujo talento desnorteou os zagueiros do Egito mais de uma vez.

Agora, é esperar mais sete dias para ver a Seleção Brasileira em ação num duelo contra outra forte seleção, a do Marrocos, em Nova Jersey.

Ficha técnica

Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)

Renda: não divulgada. Público: 64.311 espectadores

Gols: Bruno Guimarães, aos 6’, Zico, aos 10’ (1º T), e Endrick, aos 51 ’ (2º T).

Cartão amarelo: Marquinhos e Hany

Árbitro: Adonai Escobedo (México). Assistentes: Ibrahim Martinez (México) e Maximiliano Gomez (México). VAR: Carlo Rivero (México)

BRASIL: Alisson (Weverton, aos 46’); Wesley (Danilo, aos 16’), Marquinhos (Bremer, aos 16’), Ibañez, (Léo Pereira, aos 46’), e Douglas Santos (Alex Sandro, aos 72’); Casemiro (Fabinho, aos 46’) e Bruno Guimarães (Danilo Santos, aos 46’); Lucas Paquetá (Luiz Henrique, aos 46’), Raphinha (Gabriel Martinelli, aos 72’), Igor Thiago (Endrick, aos 46’) e Vinícius Júnior (Matheus Cunha, aos 46’).Treinador: Carlo Ancelotti

EGITO: Shobeir, Hany (Tarek Alaa, aos 74’), Fathy, Yasser e Fatouh (Hafez, aos 74’); Lashin (Ashour, aos 74’), Attia (Zizo, aos 84’) e Trézéguet (Abdelmonem, aos 46’); Zico (Adel, aos 74’), Hassan (Salah, aos 46’) e Marmoush (Abdelkarim, aos 84’). Treinador: Hossam Hassan.

Foto CBF/ PARANA PORTAL

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